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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)

Contos das Estrelas

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Perspetivas em Flor

por talesforlove, em 21.02.21

"Perspetivas em Flor", por Rui M.  

 

Num campo profundo um ponto branco.

Pétalas num mar verde…

Improvável sobrevivente: como se a vida ganhasse forma,

quando ela está no palco da natureza.

 

Se:

A flor morre sozinha, ela é uma ruína.

Fragmentação de branco após branco.

 

Se:

A flor é colhida e oferecida,

É herança, dos significados embutidos em comportamentos.

 

Se a flor habita verdadeiramente o vale verde,

então o possível é tudo.

 

Nota: pesar pelo falecimento de Carmen Dolores (Atriz e Escritora)

Até breve

Concurso Literário - "Natureza 2020-2021" - O Universo Nossa Casa

por talesforlove, em 27.12.20

0Estamos de regresso com a Edição 2020-2021 do Concurso Literário Natureza. Vivemos tempos diferentes, que nos obrigam a rever a nossa forma habitual de nos posicionarmos perante a vida. O lado positivo, é aquele que sempre interessou a este Concurso e é-o especialmente hoje: dia em que começou o processo de vacinação em Portugal, contra a Covid-19!

O convite é semelhante ao feito o ano passado:

Concurso Literário - "Natureza 2018-2019" - O Universo Nossa Casa - Contos das Estrelas (sapo.pt)

https://contosdasestrelas.blogs.sapo.pt/concurso-literario-natureza-2018-2019-47274

 

Convida-se à escrita de um poema ou conto breve tendo como principal fonte de inspiração a Natureza. Em toda a sua beleza e força, como sinal de esperança e crença num 2021 cheio de Paz e Felicidade. Também a Natureza do Universo, é digna de um poema ou conto, tal qual em edições anteriores!

O tema dos micro plásticos e o tema da poluição atmosférica, são aqueles que mais nos chamaram a atenção este ano. Por exemplo, ao reparar um eletrodoméstico, poderá alterar o volume de resíduos que vão acabar a poluir o ambiente e assim evitar que o plástico se degrade sem controlo, até formar pó e ser absorvido pelos organismos vivos. Igualmente, se se deslocar mais vezes nas proximidades da sua habituação e a pé, poderá também reduzir a libertação de fumo na atmosfera. Adicionalmente, uma apresentação em Power Point com um fundo escuro e sobre ele letras claras, irá permitir um consumo inferior de energia elétrica, a qual, ainda hoje, é maioritariamente produzida com fontes de energia não renováveis, se olharmos para o conjunto do planeta.

 

O Regulamento para 2020-2021 é o seguinte:

 

  1. A participação neste concurso é gratuita.

 

  1. Qualquer pessoa de qualquer país pode participar desde que submeta trabalhos escritos em português.

 

  1. Cada participante pode enviar um poema, sem limite de palavras, e um conto, com um máximo de 3000 palavras.

 

  1. As obras devem ser enviadas por e-mail para Rui M. (blogsnat@gmail.com) juntamente com nome, país, contacto eletrónico. O assunto do email deve ser "Concurso Literário Internacional 'Natureza - 2020-2021'". Espaçamento entre linhas: espaçamento simples; Dimensão da letra: 12; Tipo de letra: Calibri; textos no corpo do e-mail e não em ficheiro.

 

  1. Os autores participantes concordam em receber e-mails no futuro que tenham como objetivo principal divulgar futuras iniciativas literárias. Devem subscrever o blog (caixa no topo).

 

  1. Os finalistas vencedores de primeiros prémios têm direito a um certificado digital.

 

  1. Todos os poemas selecionados serão publicados em antologia, que estará disponível em formato PDF (possibilidade de existir no Windows), com um custo de 2,5 € (pagamento de uma doação pelo PayPal). Os autores premiados têm direito a uma versão gratuita.

 

  1. Direitos do autor: os autores têm os seus direitos sobre os trabalhos publicados, a fim de publicar como quiserem em qualquer outro lugar. A organização do Concurso detém direitos totais sobre os trabalhos publicados no contexto da Antologia digital do Concurso ou Obra do Concurso em papel.

 

  1. Prazo para participação: de 13 de Março a 13 de Abril de 2021.

 

  1. Eventualmente, haverá um mês extra de Concurso mas tal só se saberá após 13 de Abril 2021.

 

  1. Os resultados finais serão anunciados cerca de dois meses depois do final do concurso em http://contosdasestrelas.blogs.sapo.pt e, quando possível, em outros websites a indicar no futuro próximo.
  2. Publicação impressa via financiamento coletivo, sem obrigação de participação de Autores, com abdicação de Direitos de Autor conforme contrato. Edição sujeita a número mínimo de participantes atendendo a viabilidade da obra.
  3. O primeiro de cada categoria terá direito a um prémio: obra de arte (uma pintura A4) enviada pelo correio.

 

Membros do júri:

 

Karina I.

Escritora Brasileira

 

Lince Verde

Escritor Português

 

Outros: A designar.

 

Parceiros:

A confirmar.

 

Este ano também homenageamos Marco Paulo, o grande Cantor de música ligeira e romântica, que é uma referência para a música Portuguesa.

Convidamos a uma visita à página da Wikipédia e a procurarem as canções do Cantor e procurarem nelas numa inspiração para um poema ou breve conto. Se for possível incluírem a Natureza nesse trabalho então tanto melhor.

Marco Paulo – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Marco_Paulo

 

Estas são as nossas fotografias para inspiração:

flor1.JPG

flores4.JPG

Adicionalmente, ficam aqui alguns poemas inspiradores:

Fim, por Viviane P. (Brasil)


São sequências de infinitos caminhos....
Um meu, um teu e um do mundo.
E, aqueles encontros programados ou não,
Não são mais possíveis nem agora , nem nunca.
Minha trajetória mudou,
E nem fui eu que escolhi, na verdade.
Mas, ainda com essa perspectiva de fim,
Tão iminente, tão presente,
Não posso esconder dentro de mim,
Outro sentimento que não seja amor,
Amor demais, de várias formas latente.
Pois, se nunca é muito tempo,
Para o amor, imagina a eternidade!

 

CAFEZAL EM FLOR, por Judite O. (Brasil)
 
Como é bonito um cafezal em flor
e nele eu vivi desde a tenra idade,
deleitando-me com o seu olor
e o lindo verde da tonalidade.
 
Nosso cafezal perdeu seu vigor
ao chegar à sua longevidade,
ficando inviável o seu labor,
mas deixou para nós muita saudade.
 
meu cafezal, nós temos semelhança,
repletos de vigor quando criança,
mas o nosso destino é desigual.
 
Perdemos o vigor aqui na terra,
no entanto a nossa vida em Deus se encerra
e vivemos a vida imortal.
 
na XIV Coletânea da Academia Taubateana de Letras
2018, ATL - Academia Taubateana de Letras
http://academiataubateanadeletras.com.br/

 

DOÇURAS, por Claudete S., Brasil

Escorrem de mim atravidas doçuras,
de achar tudo deliciosamente delicioso.
O tempo colore as horas com saborosas iguarias,
sempre novas, disponíveis,
podendo ser lambuzadas,
salpicadas,
pingadas em todo lugar.
Cabe em mim esse universo de criança,
em que não existe tempo,
as horas se esparram,
caudalosas,
em agitadas travessuras.


E ainda o inicio de outro Poema.

VIM TE VER

Vim te ver, pois sei que o sol apareceu no teu dia,
vim te ver, pois sei que me invades quando de mim foges,
quando não percorres destinos
e não sabes para onde ir.

[...]

Para descobrir o Poema na sua completude, o melhor será contactar
a Autora, em
"Fazendo Amor com o Universo em Versos"

Qualquer pedido para: claudete@msrg.com.br

 

Um profundo obrigado a todos quantos têm aguardado por esta edição do Concurso Natureza.

Até breve, e um grande abraço com votos de muita Saúde.

Solidariedade a Tony Carreira e Família

por talesforlove, em 06.12.20

Hoje, porque estamos todos novamente de luto, pela morte da filha de Tony Carreira, a Sara Carreira, fica aqui uma partilha que embora já estivesse preparada para meados de Dezembro, ganha agora nova urgência, neste ano, ou melhor, nestes tempos, sem descrição possível. 

Que surjam de novo flores,

no mais profundo dos desertos,

que seja de novo vida e paz,

além das nossas forças.

Além da nossa compreensão.

 

E uma música da própria Sara Carreira...

 

Até breve.

Dia de Luto Nacional em Portugal pelas Vítimas da Covid-19

por talesforlove, em 02.11.20

Não só os que perdem a vida, mas todos nós, que somos afetados por este vírus, somos vítimas da destruição parcial ou total das nossas vidas que ele provoca.

Não nos deixaremos abater e iremos renascer, como um redobrado brilho no olhar, a cada dia que nos surge pela frente.

Jean-Jacques Rousseau dizia:

"Morro aos poucos em todos aqueles que gostam de mim."

longocaminho2020.JPG

 

Cuidem-se e sigam com a vossa vida em frente.

Abraço.

Até breve.

"Tudo é possível" poema de São Gonçalves (2015) e Conselho Covid-19

por talesforlove, em 13.04.20

Apresentamos o poema vencedor do Concurso Literário em Homenagem ao Senhor Manoel de Oliveira, Cineasta Português:

 

Tudo é possível
 
tudo é possível quando a esperança se cola à vida

no passar dos anos, décadas desfilando

num olhar atento ao mundo

à memória,à historia de um pais amado,revisitado!
 

Tantas histórias contadas na tela de cinema

a vida,o drama ,a comédia

a luta infinda dos homens de fé


transmutações de vida, de sonhos

o silêncio impenetrável nas horas de criação

centenária a vida de um homem

 
a magia  do cinema transmitida de geração em geração!

 

Fica aqui também um conselho para quem deseja desinfetar uma superfície e tem água oxigenada em casa, a qual está num frasco com indicação de fora de prazo. Com efeito, a água oxigenada, ou peróxido de hidrogénio, degrada-se rápidamente após o frasco aberto e mesmo que não seja aberto, este líquido degrada-se a um ritmo aproximado de 0,5 % ao ano. A melhor forma de o testar será derramar um pouco e verificar se ainda faz borbulhas, sendo que se ainda produz borbulhas então está em condições.

Para mais detalhes recomenda-se o seguinte texto:

file:///C:/Users/Rui/Desktop/H2O2%20Hydrogen%20Peroxide.pdf

Até breve.

1 de Julho 2019: dia de Verão e Presente feito Futuro

por talesforlove, em 01.07.19

Estamos em pleno verão e em grande parte de Portugal, as temperaturas continuam amenas. Com alguma frequência sentimos mesmo algum frio. Será o aquecimento global com uma das suas variações de temperatura inesperadas? Não sabemos mas suspeitamos.

O poema de Marina B. é como um grito neste contexto, em que nem tudo o que poderia ser feito é feito para que o clima não mude e não sejamos afetados por essa realidade.

 

O RIO DA MINHA VIDA

 

O rio da minha vida

Verteu corredeiras

Chorou serenatas

Dormiu e acordou no remanso.

 

O límpido rio da minha vida

Jorrava exuberância

Mais do que banho

Era brinquedo

Evento.

 

Hoje escorre condoído

Em fiapos de esgoto

Sem cor e sem perfume

Desfalece em fase terminal.

 

Os homens?

Obtusos

Tampam os olhos

Entorpecem sentimento.

 

E aquele rio da minha vida

(Como outros)

Outrora infância

Outrora florescência

É excremento do homem!

 

Por hoje termina-se com a música "Meravigliosa creatura" de Gianna Nannini, Itália, uma das preferidas do meu amigo André Mendes, autor de receitas de culinária inclusivas.

 

 

Um abraço a todos.

Até breve.

(1) Dedicado ao meu Amigo André Mendes: Tamera e Epicuro

por talesforlove, em 22.04.19

Tamera

A Comunidade Tamera, localizada no Alentejo, Portugal, tem um vasto conjunto de atividades ligadas à Paz e à conservação da Natureza.

Fica o convite a conhecer mais sobre Tamera e qual o seu calendário de atividades para este ano.

 

https://www.tamera.org/pt/
 
 
https://www.tamera.org/pt/calendario-de-eventos/
 
Epicuro
 
Epicuro de Samos  (em grego antigoἘπίκουρος, Epikouros, "aliado, camarada"; 341 a.C., Samos — 271 ou 270 a.C., Atenas), foi um Filósofo Grego com um pensamento importante.
 
Como se refere na wikipédia "Epicuro nasceu na Ilha de Samos, em 341 a.C., mas ainda muito jovem partiu para Téos, na costa da Ásia Menor.[1] Quando criança estudou com o platonista Pânfilo por quatro anos e era considerado um dos melhores alunos. Certa vez, ao ouvir a frase de Hesíodo, "todas as coisas vieram do caos", ele perguntou: "E o caos veio de quê?". Retornou para a terra natal em 323 a.C. Sofria de cálculo renal, o que contribuiu para que tivesse uma vida marcada pela dor." 
 
Muito relevante é também a sua analogia de pensamento com a natureza... o homem como um elemento da natureza e a pensar nos limites do que é considerado parte da natureza.
 
Fica também o convite a ler mais sobre este filósofo em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Epicuro
 
e
 
http://www.citador.pt/textos/a/epicuro
 
 
Como diria Epicuro: "Faz tudo como se alguém te contemplasse"
 
Até breve.
 

2 de Abril de 2019: Água, Ambiente, Moçambique e “Rosa Branca, Floresta Negra”

por talesforlove, em 02.04.19

A água é considerada fonte de vida, sem dúvida, mas, o furacão Idai com o a sua força e água associada acaba por ser um exemplo de que esta, quando em excesso, pode ser uma fonte de morte. A falta de água, ao contrário, provocando uma seca, como tem sucedido várias vezes em Portugal Continental durante este século, tem suscitado forte preocupação e também ela exige uma adaptação da nossa forma de viver.

 

Água fonte de vida

 

Ontem e hoje recomeçou a chover abundantemente em várias regiões de Portugal, sendo, sem dúvida, um sinal de esperança para todos nós.

Mas, veja-se o que estava a suceder em Portugal antes destas chuvas:

https://www.ipma.pt/pt/oclima/observatorio.secas/

 

A situação é de tal modo digna de atenção que já existe um “Observatório das Secas”. A necessidade de novos comportamentos torna-se importante, portanto, para acautelar um futuro mais seguro para todos nós. Por exemplo, se tivermos em atenção o custo do tratamento da água potável que bebemos nas nossas casas e que sai das nossas torneiras, talvez, seja uma boa ideia aproveitar captar e armazenar alguma água da chuva, quando possível, para pequenas tarefas diárias como lavar vegetais ou lavar janelas ou o carro. Imagine-se o impacto que este pequeno gesto teria se multiplicado por muitos lares. Repare-se que mesmo a água utilizada para estas tarefas simples é tratada como se fosse utilizada em consumo humano. Algo que só pode ser justificado pelos custos de distribuição da água, a qual não deve ser feita de forma duplicada.

 

Furacão Idai e Morte em Moçambique e África

 

É certamente do conhecimento de todos nós o impacto que o Furacão Idai teve em África e sobretudo em Moçambique. Muitas vidas roubadas, localidades inteiras destruídas, de novo o debate sobre as alterações climáticas e mesmo a localização de habitações face ao mar, cujo nível médio das suas águas tende a subir.

Basta olhar para estes dois jornais online e podemos ver detalhes que nos podem fazer levar a pensar na efemeridade das nossas vidas e da sua fragilidade:

https://www.mundoportugues.pt/tag/ciclone-icai/

https://www.publico.pt/mocambique?page=2

 

É neste contexto que aqui deixamos um poema por Stelio F. que obteve o 2º Lugar na Categoria Poesia no Concurso Literário “Natureza 2018-2019” (Versão em Inglês)

 

Paint me

 

Paint with forgetfulness

like the wall of time

with smoke flashing souvenirs

in all private emotions

Paint me with a brush

Paint me

grab me

No brush

With coal

  ripping me off the ground

slowly paint without haste

with dry ink

that prides itself

on this screen that is life

without coming

in the roots of my being

from my intimate pleasure

 

Tradução para Português por Rui M.

 

Pinta-me

 

Pinta com esquecimento

tal como a parede do tempo

com lembranças psicadélicas de fumo

com todas as emoções privadas

Pinta-me com uma escova

Pinta-me

Agarra-me

Sem pincel

Com carvão

   arranca-me do chão

pinta-me lentamente sem pressa

com tinta em pó

que se orgulha

neste ecrã que é a vida

sem vir

nas raízes do meu ser

do meu prazer íntimo

 

foto2ok.jpg

foto3ok.jpg

 

 

“Vozes da Primavera” (2017) por Maria A. S. Coquemala

 

Novamente, com a Primavera, justifica-se uma nova visita ao livro “Vozes da Primavera” (Editora Porto de Lenha, Brasil, contato@portodelenha.com) o qual nos encanta com a beleza da sua escrita. O livro é composto por um conjunto de contos com uma prosa muito cativante e com um ritmo muito próprio. Sem dúvida, uma oportunidade de leitura cativante e instrutiva, nesta Primavera que agora começa (em Portugal).

 

É tempo agora de olhar, pela primeira vez, um livro que nos fala de personagens que salvam as suas vidas na Floresta Negra. As árvores bebem a água para viver.

 

Um primeiro olhar sobre o livro “Rosa Branca, Floresta Negra”, por Eoin Dempsey (Irlanda)

 

“Aqueles que queimam livros acabarão um dia por queimar pessoas.” Esta parece ser a frase-chave no livro “Rosa Branca, Floresta Negra” (Editora Minotauro) a qual se bastaria a si mesma para nos fazer pensar. A profecia desta frase concretizou-se durante o regime Nazi na Alemanha da 2ª Guerra Mundial. Não será o objeto livro que está em causa mas sim as ideias que nele se perpetuam e através delas as pessoas que com elas viveram e nelas acreditaram. Hoje, os nazis poderiam queimar equipamentos kindle, por exemplo, para alcançar o mesmo propósito. Em “Rosa Branca, Floresta Negra” a crueldade contra as outras pessoas surge-nos como um crescendo: 1º anulam-se as pessoas psicologicamente, de forma cada vez mais absoluta, e depois, em 2º lugar, anulam-se fisicamente… Talvez hoje os Nazis tivessem de desligar toda a internet pois a liberdade não era um valor em que confiassem. 
Quem não se adequava aos padrões de Adolf Hitler, o Furer, seria aniquilado fosse ou não fosse Alemão e foi isso que a heroína, a enfermeira Franka Gerber, viveu, perdendo toda a família, ainda que o seu pai tivesse sido morto por um bombardeamento dos Aliados a edifícios civis. Fruto da depressão profunda que se apoderara dela, ela dirigia-se um dia para a Floresta Negra, para se suicidar, mas, todavia, não o fez, porque encontrou um soldado recém caído de paraquedas na neve, com ambas as pernas partidas. Salvando-o salvou-se.

 

[Continua]

 

Até breve.

Poemas Vencedores - Natureza 2018-2019

por talesforlove, em 28.02.19

Finalmente, anunciamos os vencedores da Categoria Poesia, para a Edição 2018-2019 do Concurso Natureza.

Poesia:
“Vida ao vento” Bárbara Rocha de Brasil - 1º Lugar
“Submarino” por Renato TouzPin de Brasil - 2º Lugar
“Chuva” por Maria Catarina Canas de Portugal - 3º Lugar
 
 
Menções honrosas:
 
“CHAYA” por Anna de Freitas de Portugal
“Preservação da vida” por Cristina Cacossi de Brasil
“O Cosmonauta e o Poeta” por Paulo Caldeira de Brasil
“Dança das Flores” por Silvia Ferrante de Brasil

 

Parabéns a todos os vencedores e vencedoras.

O Concurso Natureza tem feito um percurso de reconhecimento dos autores e autoras que acreditam nesta aventura literária e sobretudo acreditam num mundo diferente, em que o ambiente e a sua preservação, por ser central para o nosso bem estar, tem um papel central nas nossas vidas, enquanto comunidade global. 

Muitos trabalhos serão aqui divulgados, ainda que não premiados com primeiros lugares, assim os(asautores(as) assim o autorizem. 
Até breve e boa escrita.

 

A Primavera aproxima-se.... Salvador Sobral "Nem Eu"

por talesforlove, em 22.02.19

A Primavera aproxima-se, com a suavidade das coisas boas da vida.

E as chuvas, confusas, não se sabe se vão ou se ficam.

Nós ficamos...

 

Podem gostar aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=HkBfQTEp6oA

 

Obrigado Salvador.

Até breve.

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