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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)

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Poesia de Marcelo O.S. e o Filme "A Melodia do Adeus" (2010)

por talesforlove, em 28.02.21

Hoje, um Poema e uma Tradução.

Flores Urbanas” (Fevereiro 2021), por Marcelo O. S., IWA, Brasil

Numa terra ocupada 
O ser humano é o maior culpado 
A flor não respira... 
Ela piora com a poluição, 
Folhas sujas de fumaça 
Um cinza que sufoca. 
As flores urbanas sofrem. 
As pessoas sofrem... 
A natureza reluta... 
O povo luta. 
Mais prédios aparecem, 
No amanhecer ninguém conhece. 
Ninguém merece... 
A floresta empedrou 
A pedra dominou, 
As flores raras se escondem 
As flores de plástico aparecem 
E no mundo artificial 
A ruína é total 
Pobre desse animal 
Num desenvolvimento total 
Vai sucumbindo, definhando 
Até voltar para a natureza.

 

Para saber mais sobre o Autor:

https://marceloescritor2.blogspot.com/

 

Tradução, por Rui M., da Letra da Canção "When I Look at You" por Miley Cyrus

Do Filme de 2010 "A Melodia do Adeus", desse Ano dos Recomeços Sem Pandemias.

 

Quando Eu Olho Para Ti

 

Todos nós precisamos de inspiração

Todos nós necessitamos ter uma canção

Uma linda melodia

Quando a noite é tão longa porque não existe garantia

Que esta vida seja fácil, Sim, quando o meu mundo se desmorona

Quando não existe qualquer luz para quebrar a escuridão

É então que Eu, Eu

Olho para ti quando as ondas

Inundam a costa e Eu não posso

Encontrar de novo o meu caminho para casa

É então que Eu, Eu

Olho para ti

 

Quando Eu olho para ti, Eu vejo perdão

Eu vejo a verdade

Tu amas-me por aquilo que Eu sou

Tal qual as estrelas amparam a lua

Mesmo ali onde elas pertencem

E Eu sei que não estou na solidão, Sim, quando o meu mundo se desfaz em pedaços

Quando não existe qualquer luz que disperce a escuridão

É então que Eu, Eu

Eu olho para ti quando as ondas

Tomam conta da costa e Eu não posso

Encontrar o meu caminho de novo até casa

É então que Eu, Eu

Eu olho para ti

 

Quando Eu olho para ti, Eu vejo perdão

Eu vejo a verdade

Tu amas-me por aquilo que Eu sou

Tal qual as estrelas amparam a lua

Mesmo ali onde elas pertencem

E Eu seu que não estou sózinho, Sim, quando o meu mundo se desfaz em pedaços

Quando não existe qualquer luz que disperce a escuridão

É então que Eu, Eu

Eu olho para ti

Tu surges tal qual um sonho para mim

Tal qual as cores de um caleidoscópio que me envolvem

E a tudo o que eu preciso

Será que não sabes que és pura beleza?

Quando as ondas tomam conta da costa

E Eu não posso

Encontrar o meu caminho de novo até casa

É então que Eu, Eu

Eu olho para ti

 

Fonte da letra original:

https://www.metrolyrics.com/when-i-look-at-you-lyrics-miley-cyrus.html

Parcela acrescentada a partir ouvindo o vídeo do filme:

"Tu surges tal qual um sonho para mim

Tal qual as cores de um caleidoscópio que me envolvem

E a tudo o que eu preciso

Será que não sabes que és pura beleza?"

 

Aqui mais sobre o Filme:

https://www.youtube.com/watch?v=k5JpztqeSAM

 

 

Um abraço.

Até breve. Eventualmente Dia 13 de Março.

Ambiente e Natal

por talesforlove, em 23.12.20

Esta partilha não é a última do ano, mas a que se impõe dadas as circunstâncias. Quais? As do Natal e as da matança de animais num terreno em Portugal. Não há muitas palavras, apenas uma pergunta: como foi possível?! Fica uma notícia que felizmente revela que em Portugal tanto o poder político como as pessoas em geral estão muito sensibilizadas para a questão da preservação do ambiente:

Ministro manda revogar licença de caça após morte de 540 animais na Azambuja - JN

https://www.jn.pt/local/noticias/lisboa/azambuja/ministro-quer-licenca-de-caca-revogada-apos-morte-de-540-animais-na-azambuja-13163908.html

Neste domínio estamos TODOS de parabéns!

 

Fica ainda uma canção que bem pode ser de Natal de "A Bela e o Monstro"

Céline Dion - How Does A Moment Last Forever (from Beauty and the Beast) (Official Video)

https://www.youtube.com/watch?v=YsKKuCUYUMU

Tradução Livre por Rui M.:

Como um momento perdura para sempre?
Como pode uma história nunca terminar?
É junto do amor que nos devemos sempre manter
Nunca é fácil mas nós tentamos
Por vezes a nossa felicidade é detida
De alguma forma um tempo e um lugar fica na memória
O amor vive nos nossos corações
E sempre viverá
Os minutos tornam-se horas
Dias em anos e então se findam
Mas quando tudo o resto tenha sido esquecido
Ainda assim a nossa canção sobrevive
Talvez alguns momentos não tenham sido assim tão perfeitos
Talvez algumas memórias não sejam assim tão agradáveis
Mas nós temos de viver alguns maus momentos
Ou as nossas vidas são incompletas
Então quando as penumbras tomam conta de nós
E nós sentimos que a nossa esperança desapareceu
Ouviremos a nossa canção e saberemos uma vez mais
Que o nosso amor perdura

Aaaa aaa A

Como um momento perdura para sempre?
Como perdura a nossa felicidade?
Através da escuridão dos nossos problemas
O amor é beleza, o amor é puro
O amor não quer saber de desolação
Protege, continua e persevera
E faz-nos um todo
Os minutos transformam-se em horas
Em anos e depois desaparecem
Mas quando tudo tiver sido esquecido
Ainda assim a nossa canção sobrevive

Como é que um momento sobrevive para sempre?
Quando a nossa canção
Sobrevive

 

Original em Inglês:

How does a moment last forever?
How can a story never die?
It is love we must hold on to
Never easy but we try
Sometimes our happiness is captured
Somehow a time and place stand still
Love lives on inside our hearts
And always will
Minutes turn to hours
Days to years then gone
Bur when all else has been forgotten
Still our song lives on
Maybe some moments weren’t so perfect
Maybe some memories not so sweet
But we have to know some bad times
Or our lives are incomplete
Then when the shadows overtake us
Just when we feel our hope is gone
We’ll hear our song and know once more
Our love lives one

Aaaa aaa A

How does a moment last forever?
How does our happiness endure?
Through the darkest of our troubles
Love is beauty, love is pure
Love pays no mind to desolation
It flows like a river through the soul
Protects, proceeds and perseveres
And makes us whole
Minutes turn to hours
Days to years then gone
But when all else has been forgotten
Still our song lives on


How does a moment last forever?
When our song
Lives on

 

Fica também este poema:

Poesia da Antologia 2018-2019

 

“Iluminar o infinito” António Ramalho de Portugal

 

Iluminar o infinito

A liberdade

que existe na dúvida,

respira no conforto

que podemos conhecer,

que não parece julgar

os erros,

que havia na natureza,

como ficção,

onde permanece

a verdadeira realidade,

que atende a matéria,

na virtude que forma a razão,

ao acertar

na paixão do contrário,

ao que permite chegar

a alma que dirige

a forma como sentido,

na imaginação que entende

o que pode mostrar

a verdade,

na conexão de ter

o que chama a razão

 

que pode explicar

algumas palavras

na sua perfeição,

a desfrutar

do momento para dizer

o que pode acontecer

no anseio da natureza

que compreende

o contraponto do saber,

no próprio corpo que é,

a necessidade

que o homem é,

na objetividade de ser

o crescimento que se torna

a realidade no seu significado,

a considerar a natureza,

de ser a existência,

que se afirma no papel,

de ser a criação que chama

o que descreve o espírito,

na linguagem da essência,

a conseguir ser

o invisível que diz o coração,

na forma de sentir o tempo,

como reconciliação da busca,

na imaginação como guia.

 

 

Este ano os CTT - Correios de Portugal fazem 500 Anos.

Não se esqueçam de enviar um e-mail, sms ou um postal, sobretudo a quem vos contactou durante o ano de 2020 ou não. Pensem nisso.

 

Feliz Natal!

Até breve, ainda este ano.

Refeição poética

por talesforlove, em 28.11.20

Hoje ficam dois poemas. Um primeiro, o original escrito por Joan B. e sua tradução aproximada, um segundo, por Rui M. Ambos revelam uma pequeníssima parte da Natureza, tanto na sua dimensão de força como de ternura criadora. Uma verdadeira refeição poética,  para estes tempos.

 

A MORNING SUNRISE (US) por Joan B.

 

Slowly at the first hint of morning

The sun begins its journey

With a radiance of red and gold colors

Beautifully stretched over the sky --

magnifying the beauty of that golden globe.

The sun is brilliant and is a mighty guardian

Of our fragile planet.

When the sun has fully risen,

Our eyes behold the beauty

And majesty of a sun that gives us

Healing, warmth and nourishment

For our fragile nature.

 

 

O Amanhecer por Joan B. (EUA)

 

Lentamente ao primeiro despontar da manhã

O sol inicia a sua caminhada

Irradiando cores avermelhadas e de ouro

Lindamente espraiadas através do céu -

ampliando a beleza do mundo dourado.

O sol é radiante e é um poderoso guardião

Do nosso frágil planeta.

Quando o sol atinge a sua plenitude,

Os nossos olhos contemplam a beleza

E majestade de uma estrela que nos dá

Cura, calor e nutrientes

Para a nossa débil natureza.

 

Mãe Natureza por Rui M. (Portugal)

 

Mãe Natureza reconforta-nos.

Que nos emprestes a Tua esperança de fogo

E uma vez mais permitas este caminhar

Sobre gelo, pedras quebradiças,

Frio até ao centro dos ossos, nestes pés,

Moldados pelo teu Amor.

 

Mãe, Tu que és a nossa Vida reconduz-nos

Àquele sonho de normalidade esquecida,

Dias de paz e murais de cores tranquilas.

O menino corria na rua, a senhora olhava,

Pela sua janela com moldura de flores,

E eu, ao passar, devolvia a bola que vinha

Até mim e sorria de novo, Maradona de mim mesmo.

 

Que venha esse novo dia em que me acordes:

Da forma que Tu inventas-te, pena a elevar-se… suave…

E eu possa de novo esticar os braços, abrir as mãos, devagar, e esticar os dedos, e esticar, e…

até tocar esse Teu Novo Dia de Liberdade quente…

 

Até breve.

 

Julho e Agosto 2019: poesia 2

por talesforlove, em 31.07.19

Agosto começa com as suas promessas habituais de mês a meio caminho do final do ano: “como uma renovação sempre reafirmada na pausa das férias”. E muitos de nós olhamos com um pouco mais de atenção os dias que passam, como se o azul fosse mais azul. Fica hoje o convite para leituras que nos convidam a renovar o nosso olhar de leitor(a) e nos levam a crer em literatura renovada.

 

O livro “Requiem pelo planeta azul”, por Regina Gouveia, é um belo exemplo de obra literária inspirada pela natureza. Vale certamente muito a pena, conhecer este livro para o ler com o interesse de quem procura poesia naturalista e por vezes ativista da causa da conservação da natureza. Chegamos ao fim deste livro e lamentamos o seu final.

 

Cinzel

Entalhando o tempo, burilando o espaço,

um cinzel de artista

esculpiu este planeta azul de fundos oceanos.

Na memória, aprisionado,

o pó de um longínquo passado.

 

13.

 

Água, esquife de Ofélia,

fonte de vida para o lírio,

a bromélia, a rosa, a camélia,

para as flores no altar.

Água de sangues e linfas,

de sereias e ninfas,

dos homens cativa,

cada dia mais ténue o seu respirar.

 

O livro “Thoughts” (Pensamentos) de Mr. Ben (Chimezie lhecuna) é uma Antologia poética bastante introspetiva, que nos faz pensar sobre o mundo e sobre o que sentimos através dos olhos do autor, que nos colocam perspetivas diferentes das que alguma vez teríamos, pelo menos nas formas filosóficas de as conceber. Um bom exemplo é o seguinte poema:

 

Your Imagination is Your Reality

 

The beauty of the world is explained by its imagination

Hence, the reality behind its existence

 

The essence of humanity’s influence is predicated on the perceptive power of

Imagination

Hence, the reality behind its feats

 

The dynamic power of nature has its deep-rooted meaning in imagination

Hence, the reality behind its peculiar principles

 

The experiences you go through as a person have their foundations embedded

in your imaginations

Hence, the reality behind what shaped you as human.

 

Tradução, por Rui M.:

A Tua Imaginação é a tua Realidade

 

A beleza do mundo é explicada pela sua realidade

Portanto, a realidade que suporta a sua existência

 

A essência da influência da humanidade é explicada pelo poder percetivo da

Imaginação

Portanto, a realidade que suporta dos seus factos

 

O poder dinâmico da natureza tem o seu significado fortemente ancorado na imaginação

Portanto, a realidade suporta os seus princípios peculiares

 

As experiências que vives enquanto pessoa têm as suas fundações alicerçadas

nas tuas imaginações

Portanto, são a realidade do que te formatou enquanto ser humano.

 

Podemos encontrar algumas obras deste autor, em Inglês, em:

“Santa In Two Worlds” (“O Pai Natal em Duas Palavras” ou “O Papai Noel em Duas Palavras”)

https://www.ukiyoto.com/books/santa-in-two-worlds

https://pothi.com/pothi/book/mr-ben-santa-two-worlds

https://www.amazon.com/dp/B07RDYKQD6

 

“Twists of Life” (“Mudanças da Vida”)

https://www.amazon.com/dp/B07RC8JGFP

https://www.ukiyoto.com/books/twists-of-life

https://pothi.com/pothi/book/mr-ben-twists-life

 

“The Broken Mirror” (“O Vidro Partido”)

https://www.amazon.com/dp/1096652412

https://pothi.com/pothi/book/mr-ben-broken-mirror

https://www.smashwords.com/books/view/937179

 

Para terminar a nossa viagem poética deste início de Agosto de 2019, fica aqui um poema de Pedro Vale, cheio de e a transbordar de natureza marítima:

 

 

Açores

 

Nos campos de verde-chá 
Dorme a alva frescura habitada.

Sentir o azul cheiro no ar,

 
Sem gente

No lugar.

 

- Ah, o mar, o mar dos Açores!

 
           Ouvir a espuma desse mar enxuto no olhar…

 

 

Esperamos que gostem dos poemas aqui publicados, caso tenham interesse por algum dos autores e falhe aqui algum link para alguma obra, basta contactarem-nos e iremos, se possível, facultar, com todo o gosto.

 

Até breve.

 

Julho e Agosto 2019: Seca em Angola, Fogos em Portugal, Vaga de Calor na Europa e Calor em Nova York (1)

por talesforlove, em 26.07.19

Neste preciso momento, praticamente em simultâneo, verificamos seca em Angola (estará o deserto do Namibe a crescer?), fogos em Portugal (teremos nós percebido os reais impactos da alteração climática, ou será apenas o mal dos eucaliptos?), uma vaga de calor na restante Europa (iremos no futuro, nós em Portugal, de férias para o Reino Unido para ter dias de calor e um verão azul suficientemente longo?) e o calor em Nova York (será normal?). Esta é apenas uma observação, sem respostas, apenas perguntas e percebemos que muitas vezes a pergunta é ainda mais importante que uma resposta.

Este é mais um texto neste blog, para nos fazer pensar, nada mais. Estamos já de seguida a ler poesia, talvez a suavidade das palavras nos inspire.

 

Peixinhos, por KARINA ALDRIGHIS

 

Peixinho dourado,

Peixinho listrado,

Borbulha no aquário

Blu, blu, blu, blu…

 

Batendo no vidro,

De um lado ao outro,

Ele fica nervoso!

Blu, blu, blu, blu…

 

Nadadeiras em riste,

Cauda empinada,

Nado sincronizado.

Blu, blu, blu, blu…

 

Algas no aquário,

O baú do pirata

A ostra gigante.

Blu, blu, blu, blu…

 

Ele abre e fecha

Sua boca engraçada,

E borbulha hilário!

Blu, blu, blu, blu…

 

Com pedrinhas ao fundo

Multicoloridas

Ele sobe e desce.

Blu, blu, blu, blu…

 

Não cansa de viver

Em um mundo quadrado

De vidro transparente?

Blu, blu, blu, blu…

 

Até agora que eu saiba

Nenhum morreu afogado,

Que fato inusitado!

Blu, blu, blu, blu…

 

NOTA: Do livro “Ninho de Borbuletas” (2018), com tradução para Inglês por Leandro Monteiro

 

Amizade de Verdade, por Marcelo de Oliveira

 

Amizade de Verdade

Tempestade,

Luta, letargia

Aborrecimento todo dia

Quem diria...

Que a amizade sobrepõe a tudo

Tudinho...

 

Fortalece, quando de verdade

Nem sempre a gente sabe tudo

Nunca a gente sabe nada

Mas o que sempre sabemos

É que a amizade de verdade

Fica para sempre.

 

Nota: Instagram de Marcelo de Oliveira: marceloescritor

 

Dois discursos por Greta Thunberg (Suécia - em Inglês com legendas)

UN COP24 - Discurso de Greta Thunberg (com legendas)

https://www.youtube.com/watch?v=EpvuS0EbywI

 

https://www.youtube.com/watch?v=H2QxFM9y0tY

 

 

Ainda, embora sem legendas (dublagem), fica este vídeo para podermos perceber a dimensão das manifestações inspiradas por Greta Thunberg. Sem dúvida, um movimento único e oportuno.

https://www.youtube.com/watch?v=uRgJ-22S_Rs

A Antologia "Natureza 2018-2019" estará disponível no final da próxima semana.

Até breve.

1 de Setembro 2018

por talesforlove, em 01.09.18

Este é um blog dedicado a literatura e à natureza, sediado em Portugal, pelo que se justifica plenamente olhar para Espanha. Fomos ver como o escritor Cervantes (de Dom Quijote de la Mancha) marcou este país. Fomos a Anadaluzia e verificámos como a sua cidade principal, Sevilha, homenageia os seus escritores. Vimos belas planícies, quentes, como fogo, e flores dependuradas em belíssimos vasos, mesmo junto a monumentos com jardins poéticos.

 

 

andalucia1.jpg

andalucia2.jpg

andalucia3.jpg

 

 

 

Esta natureza poética, recorda-nos o Peru, com Leo Rojas (El Condor Pasa) e a sua música sempre muito irmã da floresta e das montanhas selvagens.

 

 

 

Neste Agosto, os fogos em Monchique relembraram a importância de uma Floresta bem gerida.

 

https://observador.pt/2018/08/04/mais-de-40-incendios-em-todo-o-pais-fogo-de-monchique-agravou-se-e-ficou-descontrolado-durante-a-tarde/

e

https://www.publico.pt/2018/08/07/sociedade/noticia/fogo-de-monchique-ja-destruiu-mais-de-16500-hectares-1840300

 

     

 

 

 

Afinal, como diria Emily Dickinson:

 

Florescer – é Resultar – quem encontra uma flor

E a olha descuidadamente

Mal pode imaginar

O pequeno Pormenor

 

Nota: tradução de João D.

 

Terminamos com um poema da Polónia, por Eliza S.

 

Translated by Artur Komoter

 

Just for a Moment

 

If the world stopped for a moment,

I could sit,

listen to the silence that becomes,

watch how

a river stops flowing,

how the trees congeal into motionlessness.

 

If the world stopped for a moment,

and I with it?

I would not see

flowering meadows,

where a river becomes just a line,

and the still trees

look like sculptures,

I would not hear the ubiquitous silence.

 

If the world stopped

even for one day

then people –

could not hurt people.

 

Tylko na chwilę

 

Gdyby świat zatrzymał się na chwilę,

mogłabym usiąść,

posłuchać jak staje się cisza,

patrzeć jak

rzeka przestaje płynąć,

jak drzewa zastygają w bezruchu.

 

Gdyby świat zatrzymał się na chwilę,

a ja razem z nim?

Nie widziałabym

ukwieconych łąk,

na których rzeka staje się tylko linią,

a nieruchome drzewa

wyglądają jak rzeźby,

nie słyszałabym wszechobecnej ciszy.

 

Gdyby świat zatrzymał się

choć na jeden dzień

wtedy ludzie –

nie mogliby krzywdzić ludzi.

 

Tradução para Português por Rui M.

 

Apenas por um momento

Se o mundo parasse por um momento,
Eu poderia sentar-me
ouvir o silêncio que surgiria
e observar como
um rio pára de fluir
e como as árvores se detêm em gélido imobilismo.

Se o mundo parasse por um momento,
e eu com ele?
Eu não veria
prados floridos,
onde um rio se torna apenas uma linha,
e as árvores imóveis
fossem semelhantes a esculturas,
Eu não ouviria o silêncio omnipresente e total.

Se o mundo parasse
mesmo por um dia
então as pessoas -
não poderiam ferir as pessoas.

 

 

Subscreva este blog.

Até breve.

1 de Julho 2018

por talesforlove, em 01.07.18

Julho começa com chuva e alguns raios de sol. Junho foi o mês do 1º aniversário da tragédia de Pedrógão, das Festas dos Santos Populares, do final da Feira do Livro 2018 e de tantas outras situações que vão além da capacidade deste blog para transmitir.

Neste blog, Julho começa também com poesia, com balanço ecológico, com divulgação de livros de qualidade, com belas fotos, em resumo: também com o impacto de um Verão tímido.

 

Um ano após os fogos que vitimaram tantas pessoas e abalaram tantas vidas, faz sentido olhar para a floresta hoje. Parte dela, da que ardeu e que hoje se veste novamente de verde… Muitas vezes do verde do eucalyptus globulus mas também de outras plantas que tentam colorir de verde a paisagem.

 

heucaliptos1.jpg

 

  

A par dos fogos florestais, outra tragédia de várias zonas do interior do país é a vespa asiática, a destruir a abelha de mel. Todavia, com uma armadilha simples (mel, açúcar até obter alguma espuma, água morna, 1 colher de sopa de vinagre por cada litro de água) é possível vencer esta batalha. Veja-se a fotografia que se segue e que não deixa margem para dúvidas.

 

vespaasiatica.jpg

 

 

 

Felizmente, este blog pretende ser uma luz no firmamento, no sentido positivo e “coletivo”, dai que é tempo de voltar-mos à poesia positiva. Fica o convite a ler a poesia de Juanita E., primeiro em Inglês e depois a sua tradução. Que sejamos iluminados por estas palavras… com a sua mensagem simples, forte e cativante.

 

LIGHTING UP THE WORLD, by Juanita E. (EUA)

 

THE INFUSION OF LIGHT BEAMS

CAN BE FOUND ALL OVER THE WORLD.

THESE BEAMS CARRY WITH THEM

THE SEEDS OF KINDNESS, TOLERANCE

AND LOVE.

THEY LIGHT UP A CONFUSED AND

DARKENED WORLD.

WHEN THOSE BEAMS OF LIGHT CAUSE

OUR PLANET TO BECOME THAT SHINING STAR

IN OUR UNIVERSE,

THERE WILL BE PEACE, LOVE AND JOY AMONG

ALL PEOPLE.

 

 

 

ILUMINANDO O MUNDO, por Juanita E.


A INFUSÃO DOS FEIXES DE LUZ
PODE SER ENCONTRADA EM TODO O MUNDO.
ESTES RAIOS DE SOL CARREGAM COM ELES
AS SEMENTES DA BONDADE, TOLERÂNCIA
E AMOR.
ELES ILUMINAM UM MUNDO CONFUSO E
ESCURO.
E QUANDO ESSES FEIXES DE LUZ TORNAREM
O NOSSO PLANETA UMA ESTRELA BRILHANTE
NO NOSSO UNIVERSO,
HAVERÁ PAZ, AMOR E ALEGRIA PARA
TODAS AS PESSOAS.

 

 

Foi Junho o mês de saltar a fogueira,

De cantar ao luar, e dos Santos,

Mostrar aqui as festas da cidade brejeira,

A preencher todos os nossos cantos.

 

Fica assim aqui também o convite a verem estas fotos de Lisboa em festa, como se este convite fosse também um verso de manjerico vendido numa banca da cidade. Não é dos melhores mas rima e alegra 😊 Que saudade de Junho e também do cheiro a Tília e doce das flores, entre os livros da Feira do Livro de Lisboa de 2018…

 

festa1.jpg

  

O cair do pano na Feira do Livro de Lisboa de 2018, a deixar uma promessa de regresso e a deixar a certeza que mais do que ler é preciso fazer.

 

finaldafeiradolivro2018.jpg

   

E ainda neste caminho dos livros em Lisboa, fica aqui exposto o livro “O Último Ultramarino” por Xavier Figueiredo, que aqui divulgamos a convite da Editora ULISSEIA – BABEL.

 

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INFORMAÇÃO PARA A IMPRENSA

O ÚLTIMO ULTRAMARINO – na saga da descolonização de Angola

 

 

Em 2018, quarenta e cinco anos depois de iniciado o processo de descolonização dos antigos territórios que Portugal detinha em África (que muitos afirmam ter tido início em Setembro de 1973, quando o PAIGC declarou unilateralmente a independência da Guiné-Bissau), o tema da presença portuguesa em África e o processo de descolonização continuam a ser assuntos quase tabu.

 

capa.jpg

 

No seu mais recente livro, O Último Ultramarino – na Saga da descolonização de Angola, o jornalista Xavier de Figueiredo pega neste tema para nos falar sobre uma das mais trágicas consequências da descolonização de Angola: a debandada de cerca de 500.000 pessoas, em estado de sofrimento e de perda, a que se seguiu o seu lento desaparecimento como últimos abencerragens um corpus, o dos ultramarinos, que ao longo de 600 anos marcou a História de Portugal.

Inserido no género “faction”, o livro mistura factos com ficção. A ficção cinge-se às personagens, às quais foi preciso dar nome, vida, pensamento e memória. Reais são os factos que foram por essas personagens vividos e presenciados ou que chegaram ao seu conhecimento.

 

XAVIER DE FIGUEIREDO  nasceu em 1947, na cidade do Huambo, Angola – à data chamada Nova Lisboa. A sua longa carreira de jornalista foi iniciada em 1971, ao serviço do jornal  A Província de Angola, principal diário de Luanda. Em Maio de 1975, recém radicado em Portugal, ingressou no Jornal Novo – publicação de que fora correspondente em Luanda, nos meses imediatamente anteriores. O ano de 1977 foi o primeiro de outros nove passados ao serviço da antiga ANOP, cinco dos quais como delegado da Agência em Bissau e em Maputo, sucessivamente. Foi mentor, fundador e director da primeira publicação de temática africana lançada em Portugal (Agosto de 1984), o quinzenário África Jornal. Em 1985, fundou a primeira de diversas newsletters de assuntos africanos, o África Confidencial. Seguiram-se, por ordem cronológica, África Focus, África Intelligence e, em 2005, África Monitor. Tem colaboração dispersa por vários jornais e revistas, em Portugal e em países africanos. Foi comentador de assuntos africanos de duas estações de televisão em Portugal. É autor de dois livros de História, Crónica da Fundação do Huambo/Nova Lisboa e Ceuta, primeira conquista de Portugal Além-Mar.

 

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De regresso ao verde, a música de Nicola Benedetti - The Lark Ascending, para podermos ver o verde das ervas e o azul revolto do mar, sempre ao lado das falésias.

 

O mar e o Verão convidam, por um lado, a uma viagem até à praia, para saborear o calor e ver aquela natureza feita de água, mas, por outro lado, também nos devem levar a beber mais água a bem da nossa saúde. Por estes motivos alertamos para os cuidados a ter quando vamos a banhos, pois é bom não esquecer que o perigo de afogamento é sempre uma realidade, e para a necessidade de ter em atenção que beber água de qualidade, ou seja, limpa e com as características químicas adequadas, é importante, é fundamental. Existem diversos estudos sobre as reações do nosso organismo quando exposto a águas contaminadas por compostos químicos prejudiciais, para que se possa resolver essa situação com o mínimo de efeitos nefastos para a nossa saúde. Existe também um conjunto de estudos sobre modelos toxico-cinéticos relativos a interações fisiológicas, ou seja, interações com o nosso organismo. De tal forma é óbvia a importância desta questão da contaminação das águas que podemos beber, que existem também estudos epidemiológicos para avaliar a propagação dos contaminantes aquíferos em determinada população, como se de uma doença se tratasse. O objetivo é também o de identificar a origem geográfica e química da contaminação.

 

Com a poluição a ameaçar o nosso bem estar, por exemplo, com os plásticos no mar e com a diluição de alguns compostos químicos perigosos, a verdade é que o melhor é colocar os olhos num futuro melhor, sem estes “produtos” a nadar ao nosso lado à beira mar e a tomar banhos de sol, ao lado das nossas toalhas…

Nunca nos devemos esquecer de recolher o nosso lixo quando vamos à praia, esse gesto de higiene é também muito útil para a natureza. Fica ainda a sugestão de evitar o automóvel durante um Domingo, ou seja, tentar fazer o nosso passeio de Verão nesse dia, ou nosso dia de folga, de tal forma a não poluir a atmosfera. Além de um belo exercício físico, poderá ser uma forma de redescobrir até onde podemos ir a pé e conhecer melhor certos locais, encantadores, bem perto de nós.

 

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Bons sonhos e boas leituras.

Até breve.

Dia de 1 de Junho 2018

por talesforlove, em 01.06.18

Junho começa com o Dia da Criança. Símbolo também da esperança, futuro, sonho e presente.

Em Portugal, neste Junho, pela primeira vez, recorda-se o um ano após as mortes nos fogos florestais de 2017; sobretudo a tragédia de Pedrógão. Todos nós sabemos o que isso significa e significou; não é necessário, portanto, esclarecer o que esclarecido está. Queremos um novo horizonte mas, ainda neste mês de Maio esse evento, muito atual, se fez de novo nos seus tons próprios. Faleceu uma pessoa anónima, de seu nome João, a cortar erva/mato quando caiu de uma barreira com cerca de 2 metros de altura. Fim breve e com a simplicidade que fora a sua vida. Convém homenagear o anónimo, pois quem o faz?! O herói simples do dia comum que ninguém menciona por não se julgar merecer o gasto de tempo na escrita de um breve texto. Aquele que mesmo que fosse esquecido, ninguém repararia nesse facto e para quem ninguém tem necessidade de fazer a derradeira vénia publica. A homenagem aos mais notáveis faria quase um sentimento de dignidade a quem a faria mas, neste caso, esse sentimento é-nos mais pessoal, um exemplo, vindo de uma parte do mundo mais remota.

Entretanto, voltando a página, redescobrimos ou recordamos a combinação ardente de 2017: fogos florestais e a Feira do Livro de Lisboa. Em 2018, a pena mecânica criou mais um exército de livros comercialmente dispostos e apresentados (quase sempre), no Parque Eduardo VII. O tempo mais fresco brindou o país com a sua presença “salpicada”, um ou outro dia, com subtil chuva, pelo menos até ao dia de hoje. Mas será Junho assim tão morno?

À parte de perguntas como esta, “difusas”, dizem as “más línguas” que uma imagem pode erradicar a necessidade de 1000 palavras; motivo pelo qual vos oferecemos estas fotos:

 

 

1feira2018.jpg

 

2Feira2018.jpg

3Feira2018.jpg

 

 

Queremos acreditar que este ano a Feira terá ainda mais visitantes; nota-se uma enchente de famílias, de leitores, de turistas, de simples “olharapos”, que parece antever tal hipótese. Sem esquecer a nostalgia de feiras passadas… Afinal, onde está o telescópio que nos permite ver, lá longe, a lua cheia, redonda e perfeita como gostaríamos que fossem as nossas vidas?!
As poesias impõem-se pois novamente.

Por Joan B. (EUA – Califórnia)

 

WHY ME?

 

There are so many times in one’s life

When we quietly murmur “Why Me?

Complications, frustrations and worry

Seem to take over our lives and

Depression sets in.

We must remember that we are not alone

In how we feel.

The world today is full of negative images and writing.

How much more do we need to take hold of our own

Self in a determination to bring thoughts that are positive.

We are thankful for the gifts we have been given

And take in the beauty that surrounds us in nature.

Healing does not take place overnight but as we

Take one day at a time and look at a beautiful sunset or

Perhaps an aura of a rainbow stretching across the sky,

We look to our future with strength of mind and the knowledge

That there will be brighter days ahead.

 

Tradução para Português, por Rui M.

 

Porquê eu?

Quantas vezes na vida de alguém
Quando silenciosamente murmuramos “Porquê eu?”
As complicações, frustrações e a preocupação
Parecem dominar a nossa vida e
A depressão se instala.
Temos de nos recordar que não estamos sós
Na nossa forma de sentir.
O mundo dos nossos dias está repleto de imagens e literatura negativa.
Tornando tão maior a necessidade de nos apropriarmos da nossa própria literatura
Com a determinação para materializar pensamentos positivos.
Nós estamos gratos pelos presentes que nos têm sido dados
E tomamos para nós a beleza que nos rodeia através da natureza.
A cura não acontece durante a noite mas na forma como nós
Encaramos cada dia de cada vez e vemos um maravilhoso pôr-do-sol ou
Talvez a aura de um arco-íris que se espraia pelo céu.
Nós olhamos para o futuro com confiança e o conhecimento
De que haverão dias mais cintilantes à nossa frente.

 

Nota: Dedicamos este poema a todos quantos sabem o que é a depressão e a todos quantos respeitam esta doença; em especial aos bons, os verdadeiros, profissionais de saúde que se preocupam com a dignidade da pessoa. Aqueles e aquelas que abraçaram a sua profissão por vocação e não como resultado de um mero exercício contabilístico.

 

E também se impõe a alegria de perceber que o livro que originou este blog, “Tales For The Ones in Love” já chegou ao Brasil. Ei-lo forte e intemporal, nas mãos da talentosa Escritora Brasileira Maria Coquemala.

 

LivroM2018.jpg

 

 

Para terminar, fiquemos com a força das ideias, feitas música.

Que as entenda quem tiver olhos para as sentir.

 

2 Cellos – Theme from Schindlers’ List

 

 

 

Até breve.

"Nella Fantasia" por Summer Watson

por talesforlove, em 13.03.18

 

 

[Em Italiano]

 

Nella Fantasia

Nella fantasia io vedo un mondo giusto

Li tutti vivono in pace e in onestà

Io sogno d'anime che sono sempre libere

Come le nuvole che volano

Pien' d'umanità in fondo all'anima


Nella fantasia io vedo un mondo chiaro

Li anche la notte è meno oscura

Io sogno d'anime che sono sempre libere

Come le nuvole che volano


Nella fantasia esiste un vento caldo

Che soffia sulle città, come amico

Io sogno d'anime che sono sempre libere

Come le nuvole che volano

Pien' d'umanità in fondo all'anima

 

[Em Inglês]

 

In My Fantasy


In my imagination I see a fair world,
Everyone lives in peace and in honesty there.
I dream of souls that are always free,
Like the clouds that fly,
Full of humanity in the depths of the soul.

In my imagination I see a bright world,
Even the night is less dark there.
I dream of souls that are always free,
Like clouds that fly.

In my imagination there exists a warm wind,
That breathes on the cities, like a friend.
I dream of souls that are always free,
Like clouds that fly,
Full of humanity in the depths of the soul.

 

Fonte: http://lyricstranslate.com/en/nella-fantasia-my-fantasy.html

 

[Em Português]

 

Na minha fantasia 

Na minha imaginação eu vejo um mundo justo, 
E lá todos vivem em paz e honestidade. 
Eu sonho com almas que são sempre livres, 
Tal como as nuvens que voam, 
Cheias de humanidade até às profundidades do seu ser. 

Na minha imaginação eu vejo um mundo luminoso 
Onde mesmo a noite é menos sombria 
Eu sonho que lá as almas são sempre livres, 
Como nuvens a voar 

Na minha imaginação existe um vento quente 
Que sopra sobre a cidade, como um amigo 
Eu sonho com almas sempre livres, 
Como nuvens que voam, 
Cheias de humanidade até ao mais recôndito lugar do seu ser.

 

Nota: Tradução para Português por Rui M.

 

 

 

Louças e Donativos

por talesforlove, em 09.12.17

Os donativos em louça para as vítimas dos incêndios têm sido uma realidade! 
Muito obrigado a todos.

 

donativo1.jpg

 

 Exemplo de louça típica Portuguesa, nova pronta a usar:

 

tipica1.jpg

 

Serviços deste blog para angaria fundos para plantar árvores:

tradução de poema para Italiano - 5 Euros (por página A4);

tradução de poema para Inglês - 5 Euros (por página A4);

tradução de poema para Françês - 5 Euros (por página A4);

 

Crítica de poema - 5 Euros;

Crítica de conto - 5 Euros;

 

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Pode subscrever o blog utilizando o e-mail, logo no início da página.

 

Até breve.

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