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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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A Antologia Natureza 2018-2019

por talesforlove, em 11.08.19

Caros Amigos e Autores,

É com enorme prazer que informamos estar “concluída” a produção da Antologia Natureza 2018-2019.

A conclusão deste trabalho poderia nunca ser dada como real, dada a tamanha beleza dos trabalhos recebidos e selecionados e a inspiração por ela suscitada.

Este ano, a Antologia divide-se em Caderno 1 e Caderno 2, em quase 300 páginas de sucesso crescente.

 

Fica um abraço suave e incondicional, como o de uma árvore, tal qual a árvore e o amor na música seguinte:

“Ombra Mai Fu” (“Sombra nunca foi” ou “A árvore nunca foi sombra”) por Franco Fagioli.

 

 

E como estamos em Agosto, tempo de regresso a Portugal de imensos Emigrantes Portugueses, fica uma música de homenagem, com um vídeo realizado durante uma dessas viagens de regresso, por exemplo, a partir de França.

 

“Meu querido mês de Agosto” por Dino Meira.

 

https://www.youtube.com/watch?v=KmIQws6geFY

 

Um enorme Muito Obrigado a todos e Até Breve.

 

De Sophia de Mello Breyner Andresen, certamente Musa Poética

por talesforlove, em 24.06.19
PORQUE OS OUTROS SE MASCARAM MAS TU NÃO

 

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude 
Para comprar o que não tem perdão. 
Porque os outros têm medo mas tu não. 
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não. 

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos. 
Porque os outros calculam mas tu não.

 

Esperamos ter a Antologia preparada em finais de Julho.

Até breve.

Poema "Incêndio" por N. Lopes - Recordando os Fogos de Pedrógão

por talesforlove, em 17.07.18

 

Incêndio
 
Esta sombra encarnada de sangue
agarrada aos passos desta gente
é agora sofrimento bumerangue
um vai e vem da dor que se sente
 
É sofrimento do tamanho do céu
caído nas cinzas que se respiram
cobrindo as almas com um véu
dos corpos que daqui partiram
 
E é de lavaredas este interior terra
acesas no peito dos que a sentem
gritos ouvidos dos vales até à serra
na suplica a Deus que os afugentem
 
Aí fogo queimado para sempre aceso
aí chuva semente de sangue corrente
trás tu a liberdade a este povo preso
ao trauma do corpo e de alma doente

 

E que de ti se construa nova esperança
levantando a sombra que lhe dá o corpo 
renascida natureza que o sentir alcança
sol e terra semente de vida pelo morto 
 
E que dessa dor de incêndio profundo
se salvem as grandes pedras brancas
como pombas de esperança no mundo
fechando as portas da dor com trancas

 

Boas leituras e até breve.

 

 

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