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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)

Contos das Estrelas

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No Dia da Língua Portuguesa

por talesforlove, em 05.05.21

Hoje, por António Gedeão

 

Quero adormecer na areia

loira da praia remota

enquanto no azul vagueia

a asa de uma gaivota

 

Até breve.

Refeição poética

por talesforlove, em 28.11.20

Hoje ficam dois poemas. Um primeiro, o original escrito por Joan B. e sua tradução aproximada, um segundo, por Rui M. Ambos revelam uma pequeníssima parte da Natureza, tanto na sua dimensão de força como de ternura criadora. Uma verdadeira refeição poética,  para estes tempos.

 

A MORNING SUNRISE (US) por Joan B.

 

Slowly at the first hint of morning

The sun begins its journey

With a radiance of red and gold colors

Beautifully stretched over the sky --

magnifying the beauty of that golden globe.

The sun is brilliant and is a mighty guardian

Of our fragile planet.

When the sun has fully risen,

Our eyes behold the beauty

And majesty of a sun that gives us

Healing, warmth and nourishment

For our fragile nature.

 

 

O Amanhecer por Joan B. (EUA)

 

Lentamente ao primeiro despontar da manhã

O sol inicia a sua caminhada

Irradiando cores avermelhadas e de ouro

Lindamente espraiadas através do céu -

ampliando a beleza do mundo dourado.

O sol é radiante e é um poderoso guardião

Do nosso frágil planeta.

Quando o sol atinge a sua plenitude,

Os nossos olhos contemplam a beleza

E majestade de uma estrela que nos dá

Cura, calor e nutrientes

Para a nossa débil natureza.

 

Mãe Natureza por Rui M. (Portugal)

 

Mãe Natureza reconforta-nos.

Que nos emprestes a Tua esperança de fogo

E uma vez mais permitas este caminhar

Sobre gelo, pedras quebradiças,

Frio até ao centro dos ossos, nestes pés,

Moldados pelo teu Amor.

 

Mãe, Tu que és a nossa Vida reconduz-nos

Àquele sonho de normalidade esquecida,

Dias de paz e murais de cores tranquilas.

O menino corria na rua, a senhora olhava,

Pela sua janela com moldura de flores,

E eu, ao passar, devolvia a bola que vinha

Até mim e sorria de novo, Maradona de mim mesmo.

 

Que venha esse novo dia em que me acordes:

Da forma que Tu inventas-te, pena a elevar-se… suave…

E eu possa de novo esticar os braços, abrir as mãos, devagar, e esticar os dedos, e esticar, e…

até tocar esse Teu Novo Dia de Liberdade quente…

 

Até breve.

 

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