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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)

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A Antologia, Humbelina de Mattos e o Mar

por talesforlove, em 29.11.21

Porque a Antologia Natureza 2015/2021, em papel, contém um poema sobre o mar, aqui fica igualmente um vídeo sobre o filme Terra Nova, de 2021. O mar contém muita diversidade biológica e, por este motivo, deve ser igualmente o foco do estudo e antenção voltados para a preservação do ambiente. O mar dá-nos alimento mas também inspiração para a imaginação.

Mar, por Humbelina de Mattos, Brasil

Imprevisível em meu estado vivo
Sou o mar
Manso, leve e livre
Voraz, potente, exuberante
Guardo em minhas profundezas
Segredos , tesouros , lembranças
Objetos perdidos
Pra sempre, missing

[…]

 

Para obter um exemplar da Antologia, basta enviar-nos um e-mail.

Até breve.

A Aristides de Sousa Mendes

por talesforlove, em 24.10.21

Boa noite.

Hoje um poema a Aristides de Sousa Mendes (por Rui M.), uma homenagem aos poemas (por Marcelo Souza) e ainda o Programa de Júlio Machado Vaz, porque referindo-se hoje a um tópico familiar, tem algo a ver com o ato de salvação de pessoas que fogem da guerra, frequentemente em Família.

 

a Aristides de Sousa Mendes, por Rui M. (Portugal)

 

Em momentos sombrios de medo.

Tempos que se distendem, em sangue,

a adiar a dor, sofrimento, pranto (abafado):

o sonho do sol e o calor, do amor impossível de crer.

 

Hoje, em Portugal:

PAR https://www.refugiados.pt/

 

Poetizando, por Marcelo Souza (Brasil)

 

Poetizando o mundo
O poeta faz sonhar,
Poetizando o leitor
O poeta faz amar,
Poetizando o estudante
O poeta faz crescer,
Poetizando o idoso
O poeta faz rejuvenescer,
Poetizando a natureza
O poeta vai proteger,
Poetizando a vida
O poeta vai crescer,
Poetizando a família
O poeta vai unir...
Poetizando a poesia
O poeta vai se eternizar!

(Do blog: http://marceloescritor2.blogspot.com)

 

Finalmente, o poema "O Amor é" para esta semana:

https://www.rtp.pt/play/p266/e574688/o-amor-e-fim-de-semana

 

Até breve.

Beatriz Pessoa e Fogos 2017

por talesforlove, em 16.10.21

Hoje, por serem passados 4 anos desde os fogos florestais que em 2017 destruíram ou modificaram a vida de tantas pessoas em Portugal, fica uma música calma e feliz, de esperança redobrada, por Beatriz Pessoa. Até parece que é algo à medida dos gostos de Fernando Pessoa. Não sabemos. O vídeo também poderá ser inspirador.

 

 

 

Recentemente, em TSF.PT, surgiu uma breve notícia sobre o facto de Setembro de 2021 ter sido um dos mais quentes desde que existem registos em Portugal.

 

Sonhos em cinza, mas elevados às altitudes inalcançáveis.

 

NOTA: A Antologia/Coletânea “Natureza 2015/21” contém alguns dos melhores trabalhos desde 2015 a 2021 que surgiram no contexto do Concurso Internacional de Literatura Natureza. Por existir uma versão do Concurso em Português e outra em Inglês, neste livro existem traduções de vários destes poemas e contos. Este livro é ele mesmo um exemplo de objeto que se deseja ser um caso de aplicação real dos princípios da sustentabilidade, pelo que, nele também se encontram as razões pelas quais essa sustentabilidade é verdadeiramente efetiva neste caso. Listam-se ainda algumas sugestões amigas do ambiente e das pessoas. Em resumo, trata-se de um sonho literário, que ao longo de 120 páginas A5 vai mais além do que este breve texto explica.

Para obter um exemplar contacte através do e-mail no topo do blog. Obrigado.

 

 

Até breve.

Antologia, Poesia, Setembro

por talesforlove, em 01.09.21

Caros Amigos.

Hoje partilhamos as duas Feiras do Livro do momento, em Portugal:

https://feiradolivro.porto.pt/

https://feiradolivrodelisboa.pt/

 

Igualmente, informa-se que quem desejar um exemplar da Antologia Natureza deve enviar um e-mail para o endereço no topo deste blog. Tanto valor como design estão a ser definidos durante os próximos meses.

A versão digital está disponível conforme descrito no regulamento do Concurso.

Fica uma imagem inspiradora, para quem desejar enviar um poema.

flores rosa pt.jpg

 

Até breve.

17 Junho e Crítica Literária

por talesforlove, em 16.06.21

Fica aqui, hoje, uma fotografia pelas vítimas dos incêndios de 2017 em Portugal.

Um pequeno nada.

17junho2021.JPG

 

Apresenta-se igualmente a Tentativa de Crítica Literária

“Anzóis do Tempo . Poemas minimalistas .” por Claudete Soares

 

O Livro “Anzóis do Tempo . Poemas minimalistas .” de Claudete Soares é mais uma agradável surpresa da Autora.

Anzóis são objetos metálicos, consistência sólida, ponta encurvada e afiada, com formato próprio para conter uma isca que servirá de chamariz para um peixe.

Um peixe é um ser vivo aquático que além de ser considerado um alimento humano, por vezes é decorativo e outras vezes é ainda um símbolo. Todavia, está ausente do título, no qual surge, a palavra “tempo”. Como se refere “do” e não “de” assumimos que o tempo é o utilizador dos anzóis. Ele é o pescador! Mas quem é este Tempo? São momentos, instantes, em que surgem impactos em nós, os quais são sentimentos, pelo menos é o que parece transparecer em grande parte do vasto conjunto de belos poemas.

O adjetivo “minimalista”, que igualmente surge no título, só pode dizer respeito à dimensão dos poemas, quando medidos por número de palavras ou versos, i.e., uma única frase em composição poética, sendo que, neste caso concreto, são três. A sua mera inclusão na primeira porta de entrada da Obra, poderá ser visto como algo depreciativo, à luz determinados olhares e, nesse caso, é injusto pois a cada um dos conjuntos de três versos corresponde a procura a posteriori corresponde à tarefa hercúlea de retratar o que se sente, a fazer lembrar os poemas Japoneses do estilo Haiku.

Partindo do título para depois olharmos para os versos, parece surgir um enigma: “Porquê este Tempo?!” Este parece querer pescar-nos através de pequenos acontecimentos, também eles apenas pequenos ou minimalistas, só se olharmos para os segundos que tomam nas nossas vidas. Acredito que vem à superfície emocional de quem lê este Livro que somos o que sentimos, o que este Tempo nos fez sentir e que tantas vezes não controlamos e portanto, não somos assim tanto o que comemos, como por vezes parece ser lugar comum assumir; afinal, estes anzóis não dizem respeito à comida que queremos ver no nosso prato.

Aliás, até podemos pensar que somos devorados por este tempo, que somos nós as vítimas ou sortudos(as) destes anzóis predatórios que não são metálicos mas de matéria do dia-à-dia. Claro, estimada(o) leitor(a), que qualquer Livro nos pode fazer pensar sobre o Tempo, sucede, porém, que este contém poesia do Tempo, a qual pode ser vista como o resultado de uma pescaria do Sr. Tempo. E este resultado poético, surge às mãos de Claudete Soares: uma pessoa que investe o seu Tempo e recursos para partilhar o que vê ou julga ver, tal qual lhe é humanamente possível. E tudo se desenrola, eventualmente, como se o peixe escrevesse sobre a sua experiência aquando do processo de ser pescado…

Aqui o olhar poético sobrepõe-se ao olhar mais pragmático, sobrepondo à morte a vida, revisitada em cada instante, em cada página voltada, como se fosse um passo no decorrer dessa vida dominante, a qual é vista a partir de três pontos distintos em capítulos separados: … das horas; … da vida; e, … natureza. E aqui o papel do Tempo parece ser inferiorizado pela Autora, ao referir “Pescando instantes”. Não há dúvida que se não fosse o seu (o nosso) olhar atento, para o labor do Tempo, nada retiraria mas, como diria Isabel Allende: “en las historias radica el secreto de la vida y del mundo”, ou seja, ela, enquanto observadora e ladra de histórias da vida poderia sobreviver enquanto escritora. Não seria mais que isso.

Neste Livro, nesta Obra esmerada, delicada e bela, esteticamente e literariamente, Claudete Soares é também ela alguém que tenta capturar para si o mundo e utiliza o seu dom poético natural para poder retratar e nos fazer sentir, aquilo que é o Sr. Tempo que dita. Importa ser…

 

A própria nos transmite um rebuliço de Tempo na página 83:

Os olhos da noite

Pranteiam saudade.

Nem a lua dorme

 

E, “imediatamente” antes, na página 22, paradoxal, transmitindo imensidão temporal, surge:

Beijos de anjos

acendem lanternas

do tempo

 

Sonhamos a cada momento, com esta união de grafismo e literatura, sendo que o primeiro apelo estético, só mesmo com o livro nas nossas mãos se poderá realmente sentir e compreender.

Que bela leitura e que belo tempo passado a contemplar estas paisagens literárias talhadas pelo tempo.

 

Obrigado pela vossa atenção.

 

Este Livro pode ser encontrado em:

www.travassoseditora.com

travassos@travassoseditora.com

 

imagem do livro.jpg

 

 

Até breve.

2o Poema de Junho

por talesforlove, em 06.06.21

Aqui se partilha o Poema 2º Classificado do Concurso Literário. 

 

Lágrimas de sereia, por Regina Gouveia (Portugal)

 

 

As sereias leves dos cabelos roxos,

róseos, azuis ou de brancura alvar,

dançavam, lascivas, nas águas do mar.

Lembravam medusas.

Inspiravam poetas.

 

Dos seus olhos vagos e ausentes

se, porventura, lágrimas corriam,

com as águas do mar se confundiam.

Sereias, quais musas,

inspiravam poetas.

 

Talvez seus olhos verdes, de videntes,

previssem desgraças que rondavam o mar-

“Mermaid tears”, que nunca iriam chorar.

Lágrimas rudes, obtusas,

que não inspiram poetas.

 

“Plasticus marítimus”, espécie invasora.

Quando incautos humanos a criaram,

provavelmente não imaginaram

sequelas escusas,

que não inspiram poetas.

 

Pérfidas, “falsas medusas” infestam o mar,

ostentando as cores mais diversas.

Tartarugas ingénuas, pelo mar dispersas,

ingerem-nas, confusas.

Choram os poetas.

 

Plâncton “Errante”, alimentas seres marinhos,

de protozoários “insignificantes”

a raias, golfinhos e baleias gigantes.

A nenhum te recusas.

Cantam-te os poetas.

 

Pródigo, a maior fonte de oxigénio do planeta,

tu, minúsculo plâncton, tão generoso,

infiltrado por um inimigo poderoso.

“Esférulas intrusas”!

Choram os poetas.

 

Em que mares nadarão hoje as sereias

que enlouqueciam os marinheiros com seu canto?

Em que mares lembrarão medusas,

com seus cabelos longos e olhares de quebranto?

Em que mares recordarão tempos de glória?

Quiçá em mares de lágrimas, do seu sentido pranto.

 

Até breve.

Concurso Natureza 2020-2021 - Primeiros Resultados

por talesforlove, em 09.05.21

Bom dia!

Divulgam-se os primeiros resultados do Concurso Literário Natureza 2020-2021!

No próximo dia 13 de Maio, esperamos divulgar os restantes trabalhos que serão também incluídos na Antologia. Só depois serão partilhados os poemas a Marco Paulo!

 

POESIA:

1º lugar: “O Gaio” por Teresa Barranha (Portugal)
2º lugar: “Lágrimas de Sereia” por Regina Gouveia (Portugal)
3º lugar: (empate técnico)
“Cores de Novembro” por Catarina Canas (Portugal)
e
“Flores Urbanas” por Marcelo Souza (Brasil)


CONTO:

1º lugar: “O Amigo” por Sónia Rodrigues (Brasil)
2º lugar: “Projecto Urano” por Alberto Arecchi (Itália)
3º lugar: “Conhecendo a Natureza” por Vitor Gonçalves (Brasil)

 

Muitos parabéns!

Muito obrigado aos Membros do Júri pelo trabalho atento de ler todos os poemas e contos recebidos.

Entretanto, como hoje chove em Portugal, partilha-se a canção "Chuva" pela Fadista Mariza.

 

Até breve.

 

 

 

"Os dias de Hoje"

por talesforlove, em 13.03.21

“Os dias de Hoje” é um projeto que é um ato de coragem porque desejar ser apenas uma partilha de sentimentos. Fica sujeito às críticas e, todavia, os Autores podiam estar a utilizar o seu tempo para fazer algo que egoisticamente os ajudasse apenas a eles.

É algo único, pela forma e pelo contexto que lhe dá origem, surge como uma demonstração de se existir… nos dias de Hoje.

Vale a pena ouvir e partilhar!!

Sobretudo a partir de hoje, dia em que se inicia a Edição 2020-2021 do Concurso Literário Internacional Natureza! Vejam umas partilhas atrás!

 

https://www.youtube.com/watch?v=r4izd335bXg

 

 

Estes dias, muitas vezes podem surgir como algo sempre muito igual, sem qualquer nexo, só que são já uma vitória por serem um ato de resistência. Nunca se esqueçam disto mesmo.
O filme “A Melodia do Adeus” é bem uma fonte de inspiração, para quem a desejar contemplar e utilizar. Fica o convite a visualizar uma parcela do filme que nos mostra exatamente um adeus: de uma filha a um pai com cancro mas também nos revela a esperança que sempre existe.

https://www.youtube.com/watch?v=CIR5DicoxU0

 

 

Partilhamos ainda uma poesia por Viviane P., vinda do Brasil, um país tão flagelado pela pandemia por estes dias. Deseja-se que tudo volte à normalidade o mais rápido possível.


Façamos nós o bem!

Põe o bem onde não tem,
Divida com alguém ,
E põe o bem onde tem,
Aumentando o meu também.
Muita gente está sem!
Coloca um beijo, um amém,
Quem tem nem sempre vem,
Mas, se vem, faz tu também.
Não te esqueças de ninguém,
Quem ama o bem não se abstém,
Fazer o bem é o que convém.
Põe o bem aqui e além!


Hoje, para terminar partilha-se uma Anedota para animar:

Está uma pessoa estendida debaixo de uma figueira de barriga para o ar e de boca aberta.
Cai-lhe um figo na boca e ele fica na mesma posição.
- Porque é que não comes o figo? – pergunta o amigo.
- Estou à espera que caia outro, para me empurrar este para baixo…

Obrigado pela vossa visita.
Até breve.

Poesia de Marcelo O.S. e o Filme "A Melodia do Adeus" (2010)

por talesforlove, em 28.02.21

Hoje, um Poema e uma Tradução.

Flores Urbanas” (Fevereiro 2021), por Marcelo O. S., IWA, Brasil

Numa terra ocupada 
O ser humano é o maior culpado 
A flor não respira... 
Ela piora com a poluição, 
Folhas sujas de fumaça 
Um cinza que sufoca. 
As flores urbanas sofrem. 
As pessoas sofrem... 
A natureza reluta... 
O povo luta. 
Mais prédios aparecem, 
No amanhecer ninguém conhece. 
Ninguém merece... 
A floresta empedrou 
A pedra dominou, 
As flores raras se escondem 
As flores de plástico aparecem 
E no mundo artificial 
A ruína é total 
Pobre desse animal 
Num desenvolvimento total 
Vai sucumbindo, definhando 
Até voltar para a natureza.

 

Para saber mais sobre o Autor:

https://marceloescritor2.blogspot.com/

 

Tradução, por Rui M., da Letra da Canção "When I Look at You" por Miley Cyrus

Do Filme de 2010 "A Melodia do Adeus", desse Ano dos Recomeços Sem Pandemias.

 

Quando Eu Olho Para Ti

 

Todos nós precisamos de inspiração

Todos nós necessitamos ter uma canção

Uma linda melodia

Quando a noite é tão longa porque não existe garantia

Que esta vida seja fácil, Sim, quando o meu mundo se desmorona

Quando não existe qualquer luz para quebrar a escuridão

É então que Eu, Eu

Olho para ti quando as ondas

Inundam a costa e Eu não posso

Encontrar de novo o meu caminho para casa

É então que Eu, Eu

Olho para ti

 

Quando Eu olho para ti, Eu vejo perdão

Eu vejo a verdade

Tu amas-me por aquilo que Eu sou

Tal qual as estrelas amparam a lua

Mesmo ali onde elas pertencem

E Eu sei que não estou na solidão, Sim, quando o meu mundo se desfaz em pedaços

Quando não existe qualquer luz que disperce a escuridão

É então que Eu, Eu

Eu olho para ti quando as ondas

Tomam conta da costa e Eu não posso

Encontrar o meu caminho de novo até casa

É então que Eu, Eu

Eu olho para ti

 

Quando Eu olho para ti, Eu vejo perdão

Eu vejo a verdade

Tu amas-me por aquilo que Eu sou

Tal qual as estrelas amparam a lua

Mesmo ali onde elas pertencem

E Eu seu que não estou sózinho, Sim, quando o meu mundo se desfaz em pedaços

Quando não existe qualquer luz que disperce a escuridão

É então que Eu, Eu

Eu olho para ti

Tu surges tal qual um sonho para mim

Tal qual as cores de um caleidoscópio que me envolvem

E a tudo o que eu preciso

Será que não sabes que és pura beleza?

Quando as ondas tomam conta da costa

E Eu não posso

Encontrar o meu caminho de novo até casa

É então que Eu, Eu

Eu olho para ti

 

Fonte da letra original:

https://www.metrolyrics.com/when-i-look-at-you-lyrics-miley-cyrus.html

Parcela acrescentada a partir ouvindo o vídeo do filme:

"Tu surges tal qual um sonho para mim

Tal qual as cores de um caleidoscópio que me envolvem

E a tudo o que eu preciso

Será que não sabes que és pura beleza?"

 

Aqui mais sobre o Filme:

https://www.youtube.com/watch?v=k5JpztqeSAM

 

 

Um abraço.

Até breve. Eventualmente Dia 13 de Março.

Perspetivas em Flor

por talesforlove, em 21.02.21

"Perspetivas em Flor", por Rui M.  

 

Num campo profundo um ponto branco.

Pétalas num mar verde…

Improvável sobrevivente: como se a vida ganhasse forma,

quando ela está no palco da natureza.

 

Se:

A flor morre sozinha, ela é uma ruína.

Fragmentação de branco após branco.

 

Se:

A flor é colhida e oferecida,

É herança, dos significados embutidos em comportamentos.

 

Se a flor habita verdadeiramente o vale verde,

então o possível é tudo.

 

Nota: pesar pelo falecimento de Carmen Dolores (Atriz e Escritora)

Até breve

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