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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor após Agosto. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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A Poesia da pintura e do tempo

por talesforlove, em 11.01.20

Hoje é dia de poesia.

 

O tempo, por Viviane P.

 

Olhe para o seu rosto no espelho,

Comece a avaliar as mudanças

Quantas rugas e manchas

Estão aí comprovando que suas células

Cederam ao tempo o poder de lhe matar?

E, implacável, não hesita em deixar claro

Quem é que está no comando de tudo.....

E você que cuida tanto de seu corpo ainda jovem,

Se assusta ao ver o velho pelas ruas tão disforme!

Ele é você em outro tempo!

Já foi belo nu em pleno dia!

Hoje você se assusta até com o vento

Que muda seus cabelos de lugar

Que pensar, então, sobre o tempo

Que está aqui na esquina a lhe esperar?

Cuide, sim, do importante,

Pensamentos, gestos, sentimentos,

Eles são invulneráveis, o vento não poderá levar!

 

Soneto 138 de William Shakespeare, tradução por Ana Luísa Amaral

Sempre que minha amada me jura ser sincera,
Eu acredito nela, mesmo sendo mentira;
Deixá-la imaginar-me um jovem inocente,
Pouco entendido em falsas subtilezas do mundo.
Pensando, pois, em vão, que ela jovem me julga,
Embora bem sabendo que tive melhores dias,
Na sua língua falsa eu finjo acreditar,
E assim, de ambos os lados, a verdade é escondida.
Mas porque não diz ela que não é sincera?
Porque não digo eu a minha vera idade?
O hábito do amor é parecer confiar,
E o amor na idade gosta de a não contar.
Com ela me deleito, mentindo, e ela comigo,
E, a mentir nossas faltas, em deleite existimos.

 

A capa de um livro a não perder:

Karina Capa.jpg

 

Até breve.

"A Paixão de Van Gogh" Um filme com poesia...

por talesforlove, em 18.10.17

 

Como foi feito:

 

Estreia amanhã em Portugal.

Um filme pintado.

Flor que Renasce (Em Pedrógão) / Poema

por talesforlove, em 01.09.17

Flor que Renasce (Em Pedrógão)

Teimosa; como só uma mulher sabe ser.
Sabedora; como só uma Deusa sabe ser.
Feminina e bela entre o negro de morte,
renasce, viva, dependente de força e não da sorte.

Bela é a sua força que dá cor à Manhã.
Ágape do nascer do sol que renova a Esperança.
E o vento embala-a, envolta em pó cinza,
que tudo em seu redor contempla a sua Dança.

É ela, a Flor, que se ergue no monte,
de novo, a provar que tinha razão quem a semeou...
a provar que uma Deusa nos olha de fronte:
sem medo, pese embora as que o vento levou.

Lentamente renasce a obra humana em seu redor,
mas ágil ao ritmo da verde Graça,
ela se ergue mais rápida que todos,
e nítida enquadra o futuro: Pintura baça.

Deusa da Manhã, vestida de Esperança,
Dança em Graça; balouça no ar sua Trança.

Notas
Um poema espiritual e feminista em homenagem a Janine Canan

http://www.janinecanan.com/

Hoje o poema em

http://synchchaos.com/

 

 

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