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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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Fogos na Grécia e no Norte da Europa

por talesforlove, em 24.07.18

Uma nova tragédia ambiental.

 

Mais informação aqui:

https://observador.pt/videos/atualidade/fogos-na-grecia-as-chamas-ja-nos-queimavam-as-costas-quando-mergulhamos-no-mar/

e

https://www.dn.pt/mundo/interior/fogos-na-grecia-causam-pelo-menos-24-mortos-e-mais-de-100-feridos---novo-balanco-9628835.html

 

Um novo poema para esta situação, faz sentido.

Quem o desejar escrever pode enviar para: ruiprcar@gmail.com

 

Um abraço.

1 de Julho 2018

por talesforlove, em 01.07.18

Julho começa com chuva e alguns raios de sol. Junho foi o mês do 1º aniversário da tragédia de Pedrógão, das Festas dos Santos Populares, do final da Feira do Livro 2018 e de tantas outras situações que vão além da capacidade deste blog para transmitir.

Neste blog, Julho começa também com poesia, com balanço ecológico, com divulgação de livros de qualidade, com belas fotos, em resumo: também com o impacto de um Verão tímido.

 

Um ano após os fogos que vitimaram tantas pessoas e abalaram tantas vidas, faz sentido olhar para a floresta hoje. Parte dela, da que ardeu e que hoje se veste novamente de verde… Muitas vezes do verde do eucalyptus globulus mas também de outras plantas que tentam colorir de verde a paisagem.

 

heucaliptos1.jpg

 

  

A par dos fogos florestais, outra tragédia de várias zonas do interior do país é a vespa asiática, a destruir a abelha de mel. Todavia, com uma armadilha simples (mel, açúcar até obter alguma espuma, água morna, 1 colher de sopa de vinagre por cada litro de água) é possível vencer esta batalha. Veja-se a fotografia que se segue e que não deixa margem para dúvidas.

 

vespaasiatica.jpg

 

 

 

Felizmente, este blog pretende ser uma luz no firmamento, no sentido positivo e “coletivo”, dai que é tempo de voltar-mos à poesia positiva. Fica o convite a ler a poesia de Juanita E., primeiro em Inglês e depois a sua tradução. Que sejamos iluminados por estas palavras… com a sua mensagem simples, forte e cativante.

 

LIGHTING UP THE WORLD, by Juanita E. (EUA)

 

THE INFUSION OF LIGHT BEAMS

CAN BE FOUND ALL OVER THE WORLD.

THESE BEAMS CARRY WITH THEM

THE SEEDS OF KINDNESS, TOLERANCE

AND LOVE.

THEY LIGHT UP A CONFUSED AND

DARKENED WORLD.

WHEN THOSE BEAMS OF LIGHT CAUSE

OUR PLANET TO BECOME THAT SHINING STAR

IN OUR UNIVERSE,

THERE WILL BE PEACE, LOVE AND JOY AMONG

ALL PEOPLE.

 

 

 

ILUMINANDO O MUNDO, por Juanita E.


A INFUSÃO DOS FEIXES DE LUZ
PODE SER ENCONTRADA EM TODO O MUNDO.
ESTES RAIOS DE SOL CARREGAM COM ELES
AS SEMENTES DA BONDADE, TOLERÂNCIA
E AMOR.
ELES ILUMINAM UM MUNDO CONFUSO E
ESCURO.
E QUANDO ESSES FEIXES DE LUZ TORNAREM
O NOSSO PLANETA UMA ESTRELA BRILHANTE
NO NOSSO UNIVERSO,
HAVERÁ PAZ, AMOR E ALEGRIA PARA
TODAS AS PESSOAS.

 

 

Foi Junho o mês de saltar a fogueira,

De cantar ao luar, e dos Santos,

Mostrar aqui as festas da cidade brejeira,

A preencher todos os nossos cantos.

 

Fica assim aqui também o convite a verem estas fotos de Lisboa em festa, como se este convite fosse também um verso de manjerico vendido numa banca da cidade. Não é dos melhores mas rima e alegra 😊 Que saudade de Junho e também do cheiro a Tília e doce das flores, entre os livros da Feira do Livro de Lisboa de 2018…

 

festa1.jpg

  

O cair do pano na Feira do Livro de Lisboa de 2018, a deixar uma promessa de regresso e a deixar a certeza que mais do que ler é preciso fazer.

 

finaldafeiradolivro2018.jpg

   

E ainda neste caminho dos livros em Lisboa, fica aqui exposto o livro “O Último Ultramarino” por Xavier Figueiredo, que aqui divulgamos a convite da Editora ULISSEIA – BABEL.

 

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INFORMAÇÃO PARA A IMPRENSA

O ÚLTIMO ULTRAMARINO – na saga da descolonização de Angola

 

 

Em 2018, quarenta e cinco anos depois de iniciado o processo de descolonização dos antigos territórios que Portugal detinha em África (que muitos afirmam ter tido início em Setembro de 1973, quando o PAIGC declarou unilateralmente a independência da Guiné-Bissau), o tema da presença portuguesa em África e o processo de descolonização continuam a ser assuntos quase tabu.

 

capa.jpg

 

No seu mais recente livro, O Último Ultramarino – na Saga da descolonização de Angola, o jornalista Xavier de Figueiredo pega neste tema para nos falar sobre uma das mais trágicas consequências da descolonização de Angola: a debandada de cerca de 500.000 pessoas, em estado de sofrimento e de perda, a que se seguiu o seu lento desaparecimento como últimos abencerragens um corpus, o dos ultramarinos, que ao longo de 600 anos marcou a História de Portugal.

Inserido no género “faction”, o livro mistura factos com ficção. A ficção cinge-se às personagens, às quais foi preciso dar nome, vida, pensamento e memória. Reais são os factos que foram por essas personagens vividos e presenciados ou que chegaram ao seu conhecimento.

 

XAVIER DE FIGUEIREDO  nasceu em 1947, na cidade do Huambo, Angola – à data chamada Nova Lisboa. A sua longa carreira de jornalista foi iniciada em 1971, ao serviço do jornal  A Província de Angola, principal diário de Luanda. Em Maio de 1975, recém radicado em Portugal, ingressou no Jornal Novo – publicação de que fora correspondente em Luanda, nos meses imediatamente anteriores. O ano de 1977 foi o primeiro de outros nove passados ao serviço da antiga ANOP, cinco dos quais como delegado da Agência em Bissau e em Maputo, sucessivamente. Foi mentor, fundador e director da primeira publicação de temática africana lançada em Portugal (Agosto de 1984), o quinzenário África Jornal. Em 1985, fundou a primeira de diversas newsletters de assuntos africanos, o África Confidencial. Seguiram-se, por ordem cronológica, África Focus, África Intelligence e, em 2005, África Monitor. Tem colaboração dispersa por vários jornais e revistas, em Portugal e em países africanos. Foi comentador de assuntos africanos de duas estações de televisão em Portugal. É autor de dois livros de História, Crónica da Fundação do Huambo/Nova Lisboa e Ceuta, primeira conquista de Portugal Além-Mar.

 

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De regresso ao verde, a música de Nicola Benedetti - The Lark Ascending, para podermos ver o verde das ervas e o azul revolto do mar, sempre ao lado das falésias.

 

O mar e o Verão convidam, por um lado, a uma viagem até à praia, para saborear o calor e ver aquela natureza feita de água, mas, por outro lado, também nos devem levar a beber mais água a bem da nossa saúde. Por estes motivos alertamos para os cuidados a ter quando vamos a banhos, pois é bom não esquecer que o perigo de afogamento é sempre uma realidade, e para a necessidade de ter em atenção que beber água de qualidade, ou seja, limpa e com as características químicas adequadas, é importante, é fundamental. Existem diversos estudos sobre as reações do nosso organismo quando exposto a águas contaminadas por compostos químicos prejudiciais, para que se possa resolver essa situação com o mínimo de efeitos nefastos para a nossa saúde. Existe também um conjunto de estudos sobre modelos toxico-cinéticos relativos a interações fisiológicas, ou seja, interações com o nosso organismo. De tal forma é óbvia a importância desta questão da contaminação das águas que podemos beber, que existem também estudos epidemiológicos para avaliar a propagação dos contaminantes aquíferos em determinada população, como se de uma doença se tratasse. O objetivo é também o de identificar a origem geográfica e química da contaminação.

 

Com a poluição a ameaçar o nosso bem estar, por exemplo, com os plásticos no mar e com a diluição de alguns compostos químicos perigosos, a verdade é que o melhor é colocar os olhos num futuro melhor, sem estes “produtos” a nadar ao nosso lado à beira mar e a tomar banhos de sol, ao lado das nossas toalhas…

Nunca nos devemos esquecer de recolher o nosso lixo quando vamos à praia, esse gesto de higiene é também muito útil para a natureza. Fica ainda a sugestão de evitar o automóvel durante um Domingo, ou seja, tentar fazer o nosso passeio de Verão nesse dia, ou nosso dia de folga, de tal forma a não poluir a atmosfera. Além de um belo exercício físico, poderá ser uma forma de redescobrir até onde podemos ir a pé e conhecer melhor certos locais, encantadores, bem perto de nós.

 

mangericos.jpg

 

Bons sonhos e boas leituras.

Até breve.

Uma boa notícia para os mares...

por talesforlove, em 24.04.18

Partilha-se uma notícia de ciência.

Pode fazer a diferença...

 

https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/cientistas-portugueses-e-australianos-criaram-esponja-que-limpa-petroleo-dos-oceanos

Partida do Zé Pedro dos Xutos & Pontapés

por talesforlove, em 30.11.17

Hoje partiu o nosso Amigo Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, e em homenagem ao seu sorriso há que sorrir. Lembro-me dos dois concertos dos Xutos a que assisti, mas sobretudo daquele... em que cheguei a casa coberto de terra mais ou menos até ao peito! Reparei quando cheguei a casa e fui obrigado a deixar os sapatos à porta. Foi provavelmente o dia mais feliz da minha vida! 
Os Xutos são uma força invencível e hoje o sorriso dele é nosso. Obrigado Zé Pedro! 
Sorrimos por ti. 

Ficam aqui as tuas músicas no Rock in Rio Lisboa.

 

Xutos & Pontapés - "Não Sou O único"

Rock In Rio 2010 Lisboa - 27/05/10

 

 

 Letra

 

Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ver os sonhos partirem
À espera que algo aconteça
A despejar a minha raiva
A viver as emoções
A desejar o que não tive
Agarrado ás tentações
E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ouvir os conselhos dos outros
E sempre a cair nos buracos
A desejar o que não tive
Agarrado ao que não tenho
Não, não sou o único
Não sou o único a olhar o céu E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará

 

Xutos e Pontapés - Não sou o Único
por Zé Pedro

 

Xutos e Pontapés - "A minha casinha" ( Rock In Rio 2010 Lisboa ) 27/05/10

 

Xutos e Pontapés - "Contentores" ( Rock In Rio 2010 Lisboa ) 27/05/10

 

 

Xutos e Pontapés - "Maria" ( Rock In Rio 2010 Lisboa ) 27/05/10

 

Xutos & Pontapés - "Homem do Leme" (Estádio do Restelo)

 

 

Notícias sobre o Zé Pedro: 

 

http://sicnoticias.sapo.pt/cultura/2017-11-30-Morreu-Ze-Pedro-dos-Xutos--Pontapes

 

http://visao.sapo.pt/actualidade/cultura/2017-11-30-Ze-Pedro-tao-forte-como-a-guitarra-era-o-sorriso

 

https://www.noticiasaominuto.com/cultura/909565/covoes-recorda-o-senhor-sorriso-o-espectador-numero-um-em-portugal

 

Um abraço e Alegria para todos.

 

 

mw-860.jpg

 

 Xutos & Pontapés - "Remar, Remar" - Restelo 2009

 

 

Xutos & Pontapés - "Chuva Dissolvente"

 

 

 

Xutos & Pontapés - "Circo de Feras"

 

 

Até breve :-)

 

Medidas de Poupança de Água

por talesforlove, em 02.11.17


a) Regar ao final do dia (pois a evaporação será menor que durante o dia);
b) Lavar o automóvel com menos água, ao final do dia;
c) Guardar a água fria enquanto se aguarda a água quente enquanto se puxa para a banheira, para tomar banho;
d) Usar água de lavar vegetais na cozinha para regar plantas em vasos;
e) Elaborar alimentos com utilização de tomate, que não necessitam de adição de água, podendo, no Verão, ser em cru [Ideia facultada por chefe André M.].

 

Nota Sobre Concurso Literário “Natureza 2017-2018”:


Terá início a 1 deDezembro.
Serão aceites poemas e contos com o tema “Natureza” (“proteção do ambiente”, “amor e ambiente”, “natureza humana”, “natureza do mar”, entre outras variantes).

Poema - "Novo Dia"

por talesforlove, em 20.08.17

mararcoiris.gif

 

Novo Dia


Que vens do sol, luz, que lhe escapa

Ninguém jamais te poderá deter...

Jamais és cativo de um livro na sua capa.

A tua força extravasa tudo; não te posso ter.


Não és de ninguém, viril e fero!

As distâncias tens de ganhar!

O sol tornar cativo do arco-íris!

E tornas a estrela sol um arco, vencido.


Tu és o que há de novo, destroços de inverno,

Vences raízes amaldiçoadas, canções escuras,

E és, em mim, um devir, alto do tamanho do oceano.

Os teus arautos são de fogo; Tu, tudo curas!

 

 

NOTA:

Hoje ficou-se a saber que regressam os Guardas Florestais, o que é uma excelente notícia, até porque será um investimento que se paga a si próprio.

Infelizmente, faleceu um piloto de helicóptero, durante o combate a um fogo. Teria sido evitável se o helicóptero fosse equipado com um sensor para detecção de cabos de alta tensão. Algo simples que deve ser tomado como lição em contextos em que mesmo de dia, devido ao fumo, não é possível avistar objectos de grande volume em serras sinuosas.

 

lixonapraia1.gif

 

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Poema - Minha Natureza

por talesforlove, em 23.07.17

Minha Natureza

Sou todo teu. Ossos, carne, pó.
E basta estar ao teu lado, nu
Para me não sentir jamais só.
Somos assim: pedaço do mundo cru.

E quando um dia morrer...
Aceitar-me-ás de novo; teus braços.
Feliz estarei por sermos de novo um crer.
Renascerei em flor, árvore, em cor, de sóis baços.

Sou teu, é este o meu eterno verde dever.
Folha, sol, mar, sal, amanhecer: ser.

 

por Rui M.

Uma música e letra muito de Verão

por talesforlove, em 22.07.17

 

Letra em Françês:

On ira écouter Harlem au coin de Manhattan
On ira rougir le thé dans les souks à Amman
On ira nager dans le lit du fleuve Sénégal
Et on verra brûler Bombay sous un feu de Bengale
On ira gratter le ciel en dessous de Kyoto
On ira sentir Rio battre au cœur de Janeiro
On lèvera nos yeux sur le plafond de la chapelle Sixtine
Et on lèvera nos verres dans le café Pouchkine
Oh qu'elle est belle notre chance
Aux milles couleurs de l'être humain
Mélangées de nos différences
A la croisée des destins
Vous êtes les étoiles nous somme l'univers
Vous êtes un grain de sable nous sommes le désert
Vous êtes mille pages et moi je suis la plume
Oh oh oh oh oh oh oh
Vous êtes l'horizon et nous sommes la mer
Vous êtes les saisons et nous sommes la terre
Vous êtes
 
Em Português:
Vamos ouvir a área de Harlem de Manhattan
Vamos corar chá nos bazares em Amman
Vamos nadar no leito do rio Senegal
E vamos queimar em Mumbai sob fogo de Bengala
Vamos raspar o céu abaixo de Kyoto
Vamos sentir a batida do Rio no coração de Janeiro
Vamos levantar os olhos para o teto da Capela Sistina
E vamos levantar os nossos copos no café Pushkin
Oh quão bonita ela é a nossa oportunidade
Mil cores do ser humano
Misturando as nossas diferenças
Na encruzilhada do destino
Vocês são as estrelas Nós somos o mundo
Tu és um grão de areia nós somos o deserto
Tu és de mil páginas e eu sou a caneta
Oh oh oh oh oh oh oh
Voçês estão no horizonte e nós somos o mar
Vocês são as estações do ano e nós somos a terra
Vocês são ...

 

Finalmente...

por talesforlove, em 02.05.17

Composição Musical por JV e Rui M.

Letra: "vejo pássaros em revoada" poeta Jardim

 

Poema 1º Lugar da Categoria Poesia "Natureza 2016":

 

vejo pássaros em revoada

buscando o azul de outra estação.

seus pequenos corpos voando em bando

revogam a sentença do tempo

e comunicam sua decisão

a quem como eu

está maravilhado

contemplando o imenso mar.

 

mais parecem flutuar

no fluxo de alguma corrente

real ou inexistente.

em sua busca convicta

há também uma sentença

que decreta a liberdade

e a crença no fluir da vida,

acima dos barcos, nesta manhã

no hemisfério sul.

 

diante do imenso mar

tenho a alma acorrentada

e uma imensa vontade de voar.

 

 

 

Feliz Dia da Floresta - Resultados da Categoria Poesia/Poema "Natureza 2016"

por talesforlove, em 21.03.17

Muitos parabéns!

E até breve a todos os autores, pois todos, serão contactados.

 

Grandes Vencedores "Natureza 2016"

1.º - "Prometeu" - "vejo pássaros em revoada", Jardim, Brasil

2.º - "Vento", Eduardo Soares, Brasil

3.º - "Noite de Primavera", Alberto Arecchi, Itália

4.º - "Minha árvore de flores amarelas", Ana Maria Prande Pereira, Brasil

5.º - "Mar", Joana Vicente, Portugal


“Tributo às sete quedas”, Aparecida dos Santos, Brasil

“Garça”, Alberto Arecchi, Itàlia

"À Gaia", Cavaleiro de Cervantes, Brasil

“Seremos árvores?”, Vanessa Borboni, Brasil

“Mata atlântica”, Edilson de Souza, Brasil

“Natureza”, Guilherme Martinez, Brasil

"Rosa (flor) de Janeiro", Diógenes da Silva, Brasil

"Tragédia em Marte", Jonatha Brito, Brasil

"Alma verde", Fernanda Silva, Brasil

“Uma estrela”, Cristiano Rufino, Brasil

“Um lugar”, Cristiano Rufino, Brasil

“MANTRA”, Joana Vicente, Portugal

“Terranova”, Gisela Musik, Brasil

"Flor enigmática", Fábio Kawati, Brasil

“Flor de calçada”, Sabrina Dalbelo, Brasil

"Na possibilidade do se", Caliel Alves, Brasil

"Da chuva vem o leite", Gregório Camilo, Brasil

"Poeta", Maria Coquemala, Brasil

“Dente-de-leão”, Kelly Mousinho, Brasil

"És fogo", Paulo Oliveira, Portugal

“Leve sopro de Deus”, Everson Lira, Brasil

"Útero-espírito", Priscila Luana, Brasil

“Vitória-régia”, Davi Alvarenga, Brasil

“Mandrágora e orvalho”, Ricardo Vergueiro, Brasil

“Sob um olhar inocente”, Renata Dake, Japão

“Onde está a natureza?”, Diogo Prado, Brasil

“Devastação”, Marlin Bremm, Brasil

“Eu sou a poesia”, Sténio Afénix, Angola

“As árvores são como os peixes”, Josafá de Lima, Brasil

“Fragmentos de uma tarde”, Jessyca Santiago, Brasil

“A planta”, Jardel Ferreira, Brasil

“Enxergar tão perto o mar”, Juliano Rolim, Brasil

“Caminho das águas”, Brunno de Andrade, Brasil

“Alucinações II”, Marcos Oliveira Jr, Brasil

“Essensibilidade”, Marcos Oliveira Jr, Brasil

“As Flores de Midlands”, Ricardo Lacava, Brasil

“A odisséia da motosserra sem alma”, Gerson Gastaldi, Brasil

“O amanhecer cativo”, Gerson Gastaldi, Brasil

“Vida desnaturada”, Amanda Tintori, Brasil

“O eterno retorno da Primavera”, Jhenyfer Vicente, Brasil

“Desfolhando”, Jhenyfer Vicente, Brasil

“Sustentabilidade”, Léo Ottesen, Brasil

“No meio do concreto nasceu uma flor”, Léo Ottesen, Brasil

“Festa na floresta”, Edweine Loureiro, Japão

“Canto e choro com o grito da terra”, Nadia Junqueira, Brasil

“Metamorfose”, Fátima Esteves, Portugal

“Sobre as Cinzas dos Mangueirais”, Francisco Gabriel, Brasil

“Aquela corrente d’água”, Lenilson Silva, Brasil

“AMIGO ‘CÃOPANHEIRO’”, Gui Ortolan, Brasil

“Triste Fado”, João Araújo, Brasil

“canção ao grande guerreiro tibicurana,da tribo tupi”, Josue Teixeira, Brasil

“Ambos”, Adilson Gonçalves, Brasil

“litoral literal”, Adilson Gonçalves, Brasil

“As águas precisam das árvores – Um clamor aqui do Brasil”, Olidnéri Bello,Brasil

“Natureza-Morta”, Thiago Luz, Brasil

“A natureza é linda”, Inês Caretas,Portugal

“Minha árvore de flores amarelas”, Brasil, Ana Pereira

“Poesia 1”, Pedro Panhoca, Brasil

“Poesia 2”, Pedro Panhoca, Brasil

“PERDÃO”, Gilberto da Costa, Brasil

“Diálogo Com a Amora da Amoreira dos Dias Contados”, Fábio da Silva, Brasil

“Tendi piedade seu moço!”, Igor Natiulio, Brasil

“Sal”, Sara Timóteo, Portugal

“SOMOS POEIRA DAS ESTRELAS: NOSSA PÁTRIA É O UNIVERSO!”, Rodrigo Petit, Brasil

“FESTA NA FLORESTA”, Edweine Loureiro, Japão

“Natureza que um dia foste!”, Gabriela Gonçalves Estevão, Portugal

“Exaltação ao rio Amazonas”, Valdir das Chagas, Brasil

“Cardiografia:” por Karina Issa, Brasil

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