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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)

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Quase no Final da Feira do LIvro de Lisboa... 2017

por talesforlove, em 14.06.17

Uma frase de Fernando Pessoa:

 

"Descobri que a leitura é uma forma servil de sonhar. Se tenho de sonhar, porque não sonhar os meus próprios sonhos?"

 

Fernando Pessoa

Outro Fado em Esquina de Alfama, Lisboa

por talesforlove, em 29.05.17

 No “Esquina de Alfama” foi possível encontrar um conjunto de Fadistas que animam a noite com as suas vozes e guitarras, a tal ponto que nos sentimos confusos, entre o tradicional e o brilhar dos telemóveis que surgem nas mãos dos visitantes ansiosos por levar consigo um pouco da atmosfera do restaurante.
Sente-se uma paz que nos invade pela forma inesperada como o Fado toma conta de nós, ali no meio da Lisboa Antiga, cercada pela modernidade. Não muito longe, durante o dia, é possível avistar barcos enormes que vêem lotados de turistas de todo o mundo, aventureiros dos mares, de capacidade muito superior ao Titanic. A sua dimensão imensa rivaliza com a profundidade do que sentimos em locais tão pequenos em espaço habitável e preenchidos por música, mas tão grandes em história e qualidade.
Sabemos que frequentemente o público não compreende a letra, só que isso não interessa a ninguém. A música impõem-se sem mais delongas e todos nós ali comungamos de um estado de alma que nos preenche com sonhos, pedaços de passados que só existiram enquanto aproximação entre o que imaginamos e o que realmente foi...
Assim, embalados pela melodia e o famoso trinar das guitarras, lugar comum tantas vezes recordado, quase nos esquecemos de saborear a comida sobre as mesas, ali mesmo à nossa frente. Também ela de qualidade imensa, também ela recheada de sabores com histórias milenares... E no final, tanto palavreado que possamos apresentar nunca, mas nunca, poderá substituir uma visita em dia de encontro pacífico connosco e com os outros, num local tão único quanto cada ser humano pode ser, e é.

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