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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)

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Ambiente e Natal

por talesforlove, em 23.12.20

Esta partilha não é a última do ano, mas a que se impõe dadas as circunstâncias. Quais? As do Natal e as da matança de animais num terreno em Portugal. Não há muitas palavras, apenas uma pergunta: como foi possível?! Fica uma notícia que felizmente revela que em Portugal tanto o poder político como as pessoas em geral estão muito sensibilizadas para a questão da preservação do ambiente:

Ministro manda revogar licença de caça após morte de 540 animais na Azambuja - JN

https://www.jn.pt/local/noticias/lisboa/azambuja/ministro-quer-licenca-de-caca-revogada-apos-morte-de-540-animais-na-azambuja-13163908.html

Neste domínio estamos TODOS de parabéns!

 

Fica ainda uma canção que bem pode ser de Natal de "A Bela e o Monstro"

Céline Dion - How Does A Moment Last Forever (from Beauty and the Beast) (Official Video)

https://www.youtube.com/watch?v=YsKKuCUYUMU

Tradução Livre por Rui M.:

Como um momento perdura para sempre?
Como pode uma história nunca terminar?
É junto do amor que nos devemos sempre manter
Nunca é fácil mas nós tentamos
Por vezes a nossa felicidade é detida
De alguma forma um tempo e um lugar fica na memória
O amor vive nos nossos corações
E sempre viverá
Os minutos tornam-se horas
Dias em anos e então se findam
Mas quando tudo o resto tenha sido esquecido
Ainda assim a nossa canção sobrevive
Talvez alguns momentos não tenham sido assim tão perfeitos
Talvez algumas memórias não sejam assim tão agradáveis
Mas nós temos de viver alguns maus momentos
Ou as nossas vidas são incompletas
Então quando as penumbras tomam conta de nós
E nós sentimos que a nossa esperança desapareceu
Ouviremos a nossa canção e saberemos uma vez mais
Que o nosso amor perdura

Aaaa aaa A

Como um momento perdura para sempre?
Como perdura a nossa felicidade?
Através da escuridão dos nossos problemas
O amor é beleza, o amor é puro
O amor não quer saber de desolação
Protege, continua e persevera
E faz-nos um todo
Os minutos transformam-se em horas
Em anos e depois desaparecem
Mas quando tudo tiver sido esquecido
Ainda assim a nossa canção sobrevive

Como é que um momento sobrevive para sempre?
Quando a nossa canção
Sobrevive

 

Original em Inglês:

How does a moment last forever?
How can a story never die?
It is love we must hold on to
Never easy but we try
Sometimes our happiness is captured
Somehow a time and place stand still
Love lives on inside our hearts
And always will
Minutes turn to hours
Days to years then gone
Bur when all else has been forgotten
Still our song lives on
Maybe some moments weren’t so perfect
Maybe some memories not so sweet
But we have to know some bad times
Or our lives are incomplete
Then when the shadows overtake us
Just when we feel our hope is gone
We’ll hear our song and know once more
Our love lives one

Aaaa aaa A

How does a moment last forever?
How does our happiness endure?
Through the darkest of our troubles
Love is beauty, love is pure
Love pays no mind to desolation
It flows like a river through the soul
Protects, proceeds and perseveres
And makes us whole
Minutes turn to hours
Days to years then gone
But when all else has been forgotten
Still our song lives on


How does a moment last forever?
When our song
Lives on

 

Fica também este poema:

Poesia da Antologia 2018-2019

 

“Iluminar o infinito” António Ramalho de Portugal

 

Iluminar o infinito

A liberdade

que existe na dúvida,

respira no conforto

que podemos conhecer,

que não parece julgar

os erros,

que havia na natureza,

como ficção,

onde permanece

a verdadeira realidade,

que atende a matéria,

na virtude que forma a razão,

ao acertar

na paixão do contrário,

ao que permite chegar

a alma que dirige

a forma como sentido,

na imaginação que entende

o que pode mostrar

a verdade,

na conexão de ter

o que chama a razão

 

que pode explicar

algumas palavras

na sua perfeição,

a desfrutar

do momento para dizer

o que pode acontecer

no anseio da natureza

que compreende

o contraponto do saber,

no próprio corpo que é,

a necessidade

que o homem é,

na objetividade de ser

o crescimento que se torna

a realidade no seu significado,

a considerar a natureza,

de ser a existência,

que se afirma no papel,

de ser a criação que chama

o que descreve o espírito,

na linguagem da essência,

a conseguir ser

o invisível que diz o coração,

na forma de sentir o tempo,

como reconciliação da busca,

na imaginação como guia.

 

 

Este ano os CTT - Correios de Portugal fazem 500 Anos.

Não se esqueçam de enviar um e-mail, sms ou um postal, sobretudo a quem vos contactou durante o ano de 2020 ou não. Pensem nisso.

 

Feliz Natal!

Até breve, ainda este ano.

Até 15 de Janeiro - Versão Inglesa do Concurso Natureza

por talesforlove, em 09.01.19

Caros autores.

Podem encontrar aqui o regulamento para o concurso em Inglês:

https://talesforlove.blogs.sapo.pt/

 

Obrigado.

Até breve.

 

1 de Julho 2018

por talesforlove, em 01.07.18

Julho começa com chuva e alguns raios de sol. Junho foi o mês do 1º aniversário da tragédia de Pedrógão, das Festas dos Santos Populares, do final da Feira do Livro 2018 e de tantas outras situações que vão além da capacidade deste blog para transmitir.

Neste blog, Julho começa também com poesia, com balanço ecológico, com divulgação de livros de qualidade, com belas fotos, em resumo: também com o impacto de um Verão tímido.

 

Um ano após os fogos que vitimaram tantas pessoas e abalaram tantas vidas, faz sentido olhar para a floresta hoje. Parte dela, da que ardeu e que hoje se veste novamente de verde… Muitas vezes do verde do eucalyptus globulus mas também de outras plantas que tentam colorir de verde a paisagem.

 

heucaliptos1.jpg

 

  

A par dos fogos florestais, outra tragédia de várias zonas do interior do país é a vespa asiática, a destruir a abelha de mel. Todavia, com uma armadilha simples (mel, açúcar até obter alguma espuma, água morna, 1 colher de sopa de vinagre por cada litro de água) é possível vencer esta batalha. Veja-se a fotografia que se segue e que não deixa margem para dúvidas.

 

vespaasiatica.jpg

 

 

 

Felizmente, este blog pretende ser uma luz no firmamento, no sentido positivo e “coletivo”, dai que é tempo de voltar-mos à poesia positiva. Fica o convite a ler a poesia de Juanita E., primeiro em Inglês e depois a sua tradução. Que sejamos iluminados por estas palavras… com a sua mensagem simples, forte e cativante.

 

LIGHTING UP THE WORLD, by Juanita E. (EUA)

 

THE INFUSION OF LIGHT BEAMS

CAN BE FOUND ALL OVER THE WORLD.

THESE BEAMS CARRY WITH THEM

THE SEEDS OF KINDNESS, TOLERANCE

AND LOVE.

THEY LIGHT UP A CONFUSED AND

DARKENED WORLD.

WHEN THOSE BEAMS OF LIGHT CAUSE

OUR PLANET TO BECOME THAT SHINING STAR

IN OUR UNIVERSE,

THERE WILL BE PEACE, LOVE AND JOY AMONG

ALL PEOPLE.

 

 

 

ILUMINANDO O MUNDO, por Juanita E.


A INFUSÃO DOS FEIXES DE LUZ
PODE SER ENCONTRADA EM TODO O MUNDO.
ESTES RAIOS DE SOL CARREGAM COM ELES
AS SEMENTES DA BONDADE, TOLERÂNCIA
E AMOR.
ELES ILUMINAM UM MUNDO CONFUSO E
ESCURO.
E QUANDO ESSES FEIXES DE LUZ TORNAREM
O NOSSO PLANETA UMA ESTRELA BRILHANTE
NO NOSSO UNIVERSO,
HAVERÁ PAZ, AMOR E ALEGRIA PARA
TODAS AS PESSOAS.

 

 

Foi Junho o mês de saltar a fogueira,

De cantar ao luar, e dos Santos,

Mostrar aqui as festas da cidade brejeira,

A preencher todos os nossos cantos.

 

Fica assim aqui também o convite a verem estas fotos de Lisboa em festa, como se este convite fosse também um verso de manjerico vendido numa banca da cidade. Não é dos melhores mas rima e alegra 😊 Que saudade de Junho e também do cheiro a Tília e doce das flores, entre os livros da Feira do Livro de Lisboa de 2018…

 

festa1.jpg

  

O cair do pano na Feira do Livro de Lisboa de 2018, a deixar uma promessa de regresso e a deixar a certeza que mais do que ler é preciso fazer.

 

finaldafeiradolivro2018.jpg

   

E ainda neste caminho dos livros em Lisboa, fica aqui exposto o livro “O Último Ultramarino” por Xavier Figueiredo, que aqui divulgamos a convite da Editora ULISSEIA – BABEL.

 

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INFORMAÇÃO PARA A IMPRENSA

O ÚLTIMO ULTRAMARINO – na saga da descolonização de Angola

 

 

Em 2018, quarenta e cinco anos depois de iniciado o processo de descolonização dos antigos territórios que Portugal detinha em África (que muitos afirmam ter tido início em Setembro de 1973, quando o PAIGC declarou unilateralmente a independência da Guiné-Bissau), o tema da presença portuguesa em África e o processo de descolonização continuam a ser assuntos quase tabu.

 

capa.jpg

 

No seu mais recente livro, O Último Ultramarino – na Saga da descolonização de Angola, o jornalista Xavier de Figueiredo pega neste tema para nos falar sobre uma das mais trágicas consequências da descolonização de Angola: a debandada de cerca de 500.000 pessoas, em estado de sofrimento e de perda, a que se seguiu o seu lento desaparecimento como últimos abencerragens um corpus, o dos ultramarinos, que ao longo de 600 anos marcou a História de Portugal.

Inserido no género “faction”, o livro mistura factos com ficção. A ficção cinge-se às personagens, às quais foi preciso dar nome, vida, pensamento e memória. Reais são os factos que foram por essas personagens vividos e presenciados ou que chegaram ao seu conhecimento.

 

XAVIER DE FIGUEIREDO  nasceu em 1947, na cidade do Huambo, Angola – à data chamada Nova Lisboa. A sua longa carreira de jornalista foi iniciada em 1971, ao serviço do jornal  A Província de Angola, principal diário de Luanda. Em Maio de 1975, recém radicado em Portugal, ingressou no Jornal Novo – publicação de que fora correspondente em Luanda, nos meses imediatamente anteriores. O ano de 1977 foi o primeiro de outros nove passados ao serviço da antiga ANOP, cinco dos quais como delegado da Agência em Bissau e em Maputo, sucessivamente. Foi mentor, fundador e director da primeira publicação de temática africana lançada em Portugal (Agosto de 1984), o quinzenário África Jornal. Em 1985, fundou a primeira de diversas newsletters de assuntos africanos, o África Confidencial. Seguiram-se, por ordem cronológica, África Focus, África Intelligence e, em 2005, África Monitor. Tem colaboração dispersa por vários jornais e revistas, em Portugal e em países africanos. Foi comentador de assuntos africanos de duas estações de televisão em Portugal. É autor de dois livros de História, Crónica da Fundação do Huambo/Nova Lisboa e Ceuta, primeira conquista de Portugal Além-Mar.

 

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De regresso ao verde, a música de Nicola Benedetti - The Lark Ascending, para podermos ver o verde das ervas e o azul revolto do mar, sempre ao lado das falésias.

 

O mar e o Verão convidam, por um lado, a uma viagem até à praia, para saborear o calor e ver aquela natureza feita de água, mas, por outro lado, também nos devem levar a beber mais água a bem da nossa saúde. Por estes motivos alertamos para os cuidados a ter quando vamos a banhos, pois é bom não esquecer que o perigo de afogamento é sempre uma realidade, e para a necessidade de ter em atenção que beber água de qualidade, ou seja, limpa e com as características químicas adequadas, é importante, é fundamental. Existem diversos estudos sobre as reações do nosso organismo quando exposto a águas contaminadas por compostos químicos prejudiciais, para que se possa resolver essa situação com o mínimo de efeitos nefastos para a nossa saúde. Existe também um conjunto de estudos sobre modelos toxico-cinéticos relativos a interações fisiológicas, ou seja, interações com o nosso organismo. De tal forma é óbvia a importância desta questão da contaminação das águas que podemos beber, que existem também estudos epidemiológicos para avaliar a propagação dos contaminantes aquíferos em determinada população, como se de uma doença se tratasse. O objetivo é também o de identificar a origem geográfica e química da contaminação.

 

Com a poluição a ameaçar o nosso bem estar, por exemplo, com os plásticos no mar e com a diluição de alguns compostos químicos perigosos, a verdade é que o melhor é colocar os olhos num futuro melhor, sem estes “produtos” a nadar ao nosso lado à beira mar e a tomar banhos de sol, ao lado das nossas toalhas…

Nunca nos devemos esquecer de recolher o nosso lixo quando vamos à praia, esse gesto de higiene é também muito útil para a natureza. Fica ainda a sugestão de evitar o automóvel durante um Domingo, ou seja, tentar fazer o nosso passeio de Verão nesse dia, ou nosso dia de folga, de tal forma a não poluir a atmosfera. Além de um belo exercício físico, poderá ser uma forma de redescobrir até onde podemos ir a pé e conhecer melhor certos locais, encantadores, bem perto de nós.

 

mangericos.jpg

 

Bons sonhos e boas leituras.

Até breve.

"Nella Fantasia" por Summer Watson

por talesforlove, em 13.03.18

 

 

[Em Italiano]

 

Nella Fantasia

Nella fantasia io vedo un mondo giusto

Li tutti vivono in pace e in onestà

Io sogno d'anime che sono sempre libere

Come le nuvole che volano

Pien' d'umanità in fondo all'anima


Nella fantasia io vedo un mondo chiaro

Li anche la notte è meno oscura

Io sogno d'anime che sono sempre libere

Come le nuvole che volano


Nella fantasia esiste un vento caldo

Che soffia sulle città, come amico

Io sogno d'anime che sono sempre libere

Come le nuvole che volano

Pien' d'umanità in fondo all'anima

 

[Em Inglês]

 

In My Fantasy


In my imagination I see a fair world,
Everyone lives in peace and in honesty there.
I dream of souls that are always free,
Like the clouds that fly,
Full of humanity in the depths of the soul.

In my imagination I see a bright world,
Even the night is less dark there.
I dream of souls that are always free,
Like clouds that fly.

In my imagination there exists a warm wind,
That breathes on the cities, like a friend.
I dream of souls that are always free,
Like clouds that fly,
Full of humanity in the depths of the soul.

 

Fonte: http://lyricstranslate.com/en/nella-fantasia-my-fantasy.html

 

[Em Português]

 

Na minha fantasia 

Na minha imaginação eu vejo um mundo justo, 
E lá todos vivem em paz e honestidade. 
Eu sonho com almas que são sempre livres, 
Tal como as nuvens que voam, 
Cheias de humanidade até às profundidades do seu ser. 

Na minha imaginação eu vejo um mundo luminoso 
Onde mesmo a noite é menos sombria 
Eu sonho que lá as almas são sempre livres, 
Como nuvens a voar 

Na minha imaginação existe um vento quente 
Que sopra sobre a cidade, como um amigo 
Eu sonho com almas sempre livres, 
Como nuvens que voam, 
Cheias de humanidade até ao mais recôndito lugar do seu ser.

 

Nota: Tradução para Português por Rui M.

 

 

 

Louças e Donativos

por talesforlove, em 09.12.17

Os donativos em louça para as vítimas dos incêndios têm sido uma realidade! 
Muito obrigado a todos.

 

donativo1.jpg

 

 Exemplo de louça típica Portuguesa, nova pronta a usar:

 

tipica1.jpg

 

Serviços deste blog para angaria fundos para plantar árvores:

tradução de poema para Italiano - 5 Euros (por página A4);

tradução de poema para Inglês - 5 Euros (por página A4);

tradução de poema para Françês - 5 Euros (por página A4);

 

Crítica de poema - 5 Euros;

Crítica de conto - 5 Euros;

 

Relembramos:

Pode subscrever o blog utilizando o e-mail, logo no início da página.

 

Até breve.

MINHA ILHA por Shmavon Azatyan - Arménia

por talesforlove, em 04.04.16

MINHA ILHA

 

Tu és a minha ilha celestial

para a qual eu nado

para me aportar

longe da maledicência de todo o mundo.

 

O mar é frio,

o dia é sombrio,

eu estou dormente –

os meus sentimentos tornam-se frígidos.

Todavia tu

tens o poder no meu coração.

 

Eu esforço-me até ti:

o dia de outono encurta

além das águas altas –

a vida esvanece-se,

e o salto do

brilho da venda dos olhos

desperta a minha antecipação.

 

E então a predisposição

que eu divinizo

nos teus gestos

perde a sua superioridade.

 

Quando chega o tempo

em que nós finalmente podemos falar

a ilha já desapareceu.

 

Entre tu e eu

o mar espraia-se sobrecarregado com céus sombrios;

apenas a topografia anónima

que nós ambos nos preocupámos em observar

é o que nos pode levar

para junto um do outro.

 

Nota: poema vencedor do concurso "Nature 2015", original em Inglês "MY ISLAND"

 

 

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