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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via blogsnat@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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1 de Agosto - Homenagem a Celeste Rodrigues - Homenagem ao Fado

por talesforlove, em 01.08.18

Agosto chegou com o seu calor. Talvez um pico de calor devido ao aquecimento global ou apenas, tão só, um capricho da natureza.
Mas hoje, despediu-se de nós uma força da natureza: Celeste Rodrigues, aos 95 anos, pelo que o melhor será reconhecer que após este facto, nada mais há que se possa dizer.

Fiquemos pois com dois vídeos em sua homenagem, e muita saudade.

 

 

 

 

Até breve.

Boas leituras, bom descanso e um abraço. 

Dia de 1 de Junho 2018

por talesforlove, em 01.06.18

Junho começa com o Dia da Criança. Símbolo também da esperança, futuro, sonho e presente.

Em Portugal, neste Junho, pela primeira vez, recorda-se o um ano após as mortes nos fogos florestais de 2017; sobretudo a tragédia de Pedrógão. Todos nós sabemos o que isso significa e significou; não é necessário, portanto, esclarecer o que esclarecido está. Queremos um novo horizonte mas, ainda neste mês de Maio esse evento, muito atual, se fez de novo nos seus tons próprios. Faleceu uma pessoa anónima, de seu nome João, a cortar erva/mato quando caiu de uma barreira com cerca de 2 metros de altura. Fim breve e com a simplicidade que fora a sua vida. Convém homenagear o anónimo, pois quem o faz?! O herói simples do dia comum que ninguém menciona por não se julgar merecer o gasto de tempo na escrita de um breve texto. Aquele que mesmo que fosse esquecido, ninguém repararia nesse facto e para quem ninguém tem necessidade de fazer a derradeira vénia publica. A homenagem aos mais notáveis faria quase um sentimento de dignidade a quem a faria mas, neste caso, esse sentimento é-nos mais pessoal, um exemplo, vindo de uma parte do mundo mais remota.

Entretanto, voltando a página, redescobrimos ou recordamos a combinação ardente de 2017: fogos florestais e a Feira do Livro de Lisboa. Em 2018, a pena mecânica criou mais um exército de livros comercialmente dispostos e apresentados (quase sempre), no Parque Eduardo VII. O tempo mais fresco brindou o país com a sua presença “salpicada”, um ou outro dia, com subtil chuva, pelo menos até ao dia de hoje. Mas será Junho assim tão morno?

À parte de perguntas como esta, “difusas”, dizem as “más línguas” que uma imagem pode erradicar a necessidade de 1000 palavras; motivo pelo qual vos oferecemos estas fotos:

 

 

1feira2018.jpg

 

2Feira2018.jpg

3Feira2018.jpg

 

 

Queremos acreditar que este ano a Feira terá ainda mais visitantes; nota-se uma enchente de famílias, de leitores, de turistas, de simples “olharapos”, que parece antever tal hipótese. Sem esquecer a nostalgia de feiras passadas… Afinal, onde está o telescópio que nos permite ver, lá longe, a lua cheia, redonda e perfeita como gostaríamos que fossem as nossas vidas?!
As poesias impõem-se pois novamente.

Por Joan B. (EUA – Califórnia)

 

WHY ME?

 

There are so many times in one’s life

When we quietly murmur “Why Me?

Complications, frustrations and worry

Seem to take over our lives and

Depression sets in.

We must remember that we are not alone

In how we feel.

The world today is full of negative images and writing.

How much more do we need to take hold of our own

Self in a determination to bring thoughts that are positive.

We are thankful for the gifts we have been given

And take in the beauty that surrounds us in nature.

Healing does not take place overnight but as we

Take one day at a time and look at a beautiful sunset or

Perhaps an aura of a rainbow stretching across the sky,

We look to our future with strength of mind and the knowledge

That there will be brighter days ahead.

 

Tradução para Português, por Rui M.

 

Porquê eu?

Quantas vezes na vida de alguém
Quando silenciosamente murmuramos “Porquê eu?”
As complicações, frustrações e a preocupação
Parecem dominar a nossa vida e
A depressão se instala.
Temos de nos recordar que não estamos sós
Na nossa forma de sentir.
O mundo dos nossos dias está repleto de imagens e literatura negativa.
Tornando tão maior a necessidade de nos apropriarmos da nossa própria literatura
Com a determinação para materializar pensamentos positivos.
Nós estamos gratos pelos presentes que nos têm sido dados
E tomamos para nós a beleza que nos rodeia através da natureza.
A cura não acontece durante a noite mas na forma como nós
Encaramos cada dia de cada vez e vemos um maravilhoso pôr-do-sol ou
Talvez a aura de um arco-íris que se espraia pelo céu.
Nós olhamos para o futuro com confiança e o conhecimento
De que haverão dias mais cintilantes à nossa frente.

 

Nota: Dedicamos este poema a todos quantos sabem o que é a depressão e a todos quantos respeitam esta doença; em especial aos bons, os verdadeiros, profissionais de saúde que se preocupam com a dignidade da pessoa. Aqueles e aquelas que abraçaram a sua profissão por vocação e não como resultado de um mero exercício contabilístico.

 

E também se impõe a alegria de perceber que o livro que originou este blog, “Tales For The Ones in Love” já chegou ao Brasil. Ei-lo forte e intemporal, nas mãos da talentosa Escritora Brasileira Maria Coquemala.

 

LivroM2018.jpg

 

 

Para terminar, fiquemos com a força das ideias, feitas música.

Que as entenda quem tiver olhos para as sentir.

 

2 Cellos – Theme from Schindlers’ List

 

 

 

Até breve.

Andrea Bocelli e as estrelas

por talesforlove, em 09.12.17

Andrea Bocelli: "Dell'amore non si sa" nesta música transmite-nos a intemporalidade do tema que aborda. Apenas um grande músico e um excelente vídeo nos podem transmitir esta força. E estrelas têm tudo a ver com este blog.

 

 

Que bom existir um intérprete excelente e sensível como Andrea Bocelli

 

Uma tradução possível em:

https://www.vagalume.com.br/andrea-bocelli/dellamore-non-si-sa-traducao.html

 

De 10 a 14 de Dezembro aguardamos os vossos contributos.

Obrigado.

Até breve.

 

Partida do Zé Pedro dos Xutos & Pontapés

por talesforlove, em 30.11.17

Hoje partiu o nosso Amigo Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, e em homenagem ao seu sorriso há que sorrir. Lembro-me dos dois concertos dos Xutos a que assisti, mas sobretudo daquele... em que cheguei a casa coberto de terra mais ou menos até ao peito! Reparei quando cheguei a casa e fui obrigado a deixar os sapatos à porta. Foi provavelmente o dia mais feliz da minha vida! 
Os Xutos são uma força invencível e hoje o sorriso dele é nosso. Obrigado Zé Pedro! 
Sorrimos por ti. 

Ficam aqui as tuas músicas no Rock in Rio Lisboa.

 

Xutos & Pontapés - "Não Sou O único"

Rock In Rio 2010 Lisboa - 27/05/10

 

 

 Letra

 

Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ver os sonhos partirem
À espera que algo aconteça
A despejar a minha raiva
A viver as emoções
A desejar o que não tive
Agarrado ás tentações
E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ouvir os conselhos dos outros
E sempre a cair nos buracos
A desejar o que não tive
Agarrado ao que não tenho
Não, não sou o único
Não sou o único a olhar o céu E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará

 

Xutos e Pontapés - Não sou o Único
por Zé Pedro

 

Xutos e Pontapés - "A minha casinha" ( Rock In Rio 2010 Lisboa ) 27/05/10

 

Xutos e Pontapés - "Contentores" ( Rock In Rio 2010 Lisboa ) 27/05/10

 

 

Xutos e Pontapés - "Maria" ( Rock In Rio 2010 Lisboa ) 27/05/10

 

Xutos & Pontapés - "Homem do Leme" (Estádio do Restelo)

 

 

Notícias sobre o Zé Pedro: 

 

http://sicnoticias.sapo.pt/cultura/2017-11-30-Morreu-Ze-Pedro-dos-Xutos--Pontapes

 

http://visao.sapo.pt/actualidade/cultura/2017-11-30-Ze-Pedro-tao-forte-como-a-guitarra-era-o-sorriso

 

https://www.noticiasaominuto.com/cultura/909565/covoes-recorda-o-senhor-sorriso-o-espectador-numero-um-em-portugal

 

Um abraço e Alegria para todos.

 

 

mw-860.jpg

 

 Xutos & Pontapés - "Remar, Remar" - Restelo 2009

 

 

Xutos & Pontapés - "Chuva Dissolvente"

 

 

 

Xutos & Pontapés - "Circo de Feras"

 

 

Até breve :-)

 

Flor que Renasce (Em Pedrógão) / Poema

por talesforlove, em 01.09.17

Flor que Renasce (Em Pedrógão)

Teimosa; como só uma mulher sabe ser.
Sabedora; como só uma Deusa sabe ser.
Feminina e bela entre o negro de morte,
renasce, viva, dependente de força e não da sorte.

Bela é a sua força que dá cor à Manhã.
Ágape do nascer do sol que renova a Esperança.
E o vento embala-a, envolta em pó cinza,
que tudo em seu redor contempla a sua Dança.

É ela, a Flor, que se ergue no monte,
de novo, a provar que tinha razão quem a semeou...
a provar que uma Deusa nos olha de fronte:
sem medo, pese embora as que o vento levou.

Lentamente renasce a obra humana em seu redor,
mas ágil ao ritmo da verde Graça,
ela se ergue mais rápida que todos,
e nítida enquadra o futuro: Pintura baça.

Deusa da Manhã, vestida de Esperança,
Dança em Graça; balouça no ar sua Trança.

Notas
Um poema espiritual e feminista em homenagem a Janine Canan

http://www.janinecanan.com/

Hoje o poema em

http://synchchaos.com/

 

 

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