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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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A nossa canção - O Jardim

por talesforlove, em 11.05.18

A canção de Portugal tem tudo a ver com natureza... Tudo a ver com este blogue.
Boa sorte para nós.

 

 

Março 2018 - Mês das flores

por talesforlove, em 04.03.18

Março é o mês das flores, no hemisfério norte, da força da natureza em sempre superar os desafios que o mundo mineral lhe apresenta. A força da beleza a inundar os campos, planícies ou montanhas, vales ou terras à beira mar. Mês do dia da mulher. Estamos todos de parabéns por poder ver estas cores a surgir no horizonte e este é um motivo de alegria para todos os que nascem neste mês, incluindo o autor deste blog. 
Observamos pois, atónitos, o colorido selvagem exposto no vídeo que se segue, da autoria de Thomas Blanchard, divulgado no Dia de São Valentim de 2018. 

 

"DANCE DANCE"

 

Do ponto de vista artístico, as flores são apresentadas em 4 estações do ano.

O fogo para o Outono, o gelo para o Inverno, rápidos brotares para a Primavera e diversas cores para o Verão.

 

Musica : Velvet coffee ( Leonardo Villiger and Christophe Dugne Esquevin)

soundcloud.com/velvetcoffee

facebook.com/velvetcoffeemusic/

 

Director : Thomas Blanchard

thomas-blanchard.com/

facebook.com/thomasblanchardgraphiste/

 

Plantar uma árvore entre cinza, por Rui M.

 

Plantar uma árvore, de fruto, para flores, seria já por si um evento mas, plantá-la entre cinzas é algo muito distinto na forma de sentir. Trata-se de subverter a ordem natural das “coisas” no sentido em que a morte, da cinza, não “rima” com a vida que se pretende brote ali mesmo... Sobretudo se for o agente da destruição o mesmo da “criação”: o homem. 
Esta é uma árvore no local certo. Uma amendoeira para dar à luz as flores sinais de esperança no futuro mais verde e mais seguro. 
O eucalipto não é uma árvore natural de Portugal, mas sim da Austrália e quando incluído, massivamente, num meio rural muito abandonado, potencia enormemente os fogos florestais. Sucede mesmo que em terrenos limpos, se os terrenos dos vizinhos estiverem cheios de mato, em caso de incêndio as árvores podem ser queimadas através de chamas levadas pelo vento ou simplesmente secas pelo calor extremo. 
O melhor é esquecer esta possibilidade e olharmos para esta árvore plantada entre a cor cinza da destruição, algures no Distrito de Coimbra (Portugal). 

 

arvoreamendoeira.gif

 

Poesia por Jefferson Henrique

Fotografia por Carol Damascena

 

"O diabo recolhe mentes"

 

Solo promíscuo de mãos que se escondem
De olhos sem direção a eira da estrada
Onde cada mente jogada se mostra terrena
Como raiz de pequeno e pueril desejo

De ser e tornar tudo tão igual quanto fazem
Essa cruz que desvenda a esquina mortífera
Onde paira o rio que forma quando chove
Uma contagem regressiva para a extinção

Lua clara de um céu triste e estrelado
Onde tua luz se esvai para longe da profanação das mãos
Fazendo o dia apontar a cruz dos turbilhões
Onde transeuntes são fantasmas dos aguaceiros

Perdem-se nas vias corpos alagados
Mentes enfeitiçadas por atos e gestos que sempre se repetem
E tudo se faz igual novamente
Contagem regressiva...

Celebrando a vida com morte
Entoam antiga canção que faz o mundo ninar
Por desejos e vontades do absurdo em tudo transbordar
Um a um como com as mãos formam o declínio e fim.

 

IMG-20180228-WA0039.jpg

 

JURUBATUBA, OU O RIO PINHEIROS (Brasil)

por Vitor M.

 

Jurubatuba significa "Terra dos Jerivás", Jerivá é uma das espécies de palmeiras abundante no entorno do rio Pinheiros em São Paulo, também conhecido como Rio Jurubatuba.

Jurubatuba, dos tempos dos índios, em tupi, lugar com muitas palmeiras Jerivás. Rio Pinheiros pelos jesuítas, em 1560. Catequização dos índios e rios. Araucárias, os Pinheiros do Brasil, cobriam a região. Caminho de Pinheiros, hoje rua da Consolação, era o principal acesso à aldeia.

Aos poucos, pontes e ocupação das margens. Na margem direita, Fernão Dias, o bandeirante, passou a possuir terras.

Emboaçava, lugar por onde se passa, por onde passavam índios, já não passavam mais em 1590. Um Forte protegia a Villa de São Paulo de Piratininga dos ataques indígenas. "200.000 arcos" no dizer de Teodoro Sampaio. Entre os atacantes, principalmente, os belicosos Carijós, que ocupavam o território que ia de Cananéia-SP até a Lagoa dos Patos-RS. "O melhor gentio da costa" segundo os primeiros povoadores portugueses. Ser "melhor gentio" não os salvaram de serem escravizados por colonos europeus de São Vicente.

Século XX, italianos e japoneses chegavam se instalando às margens do antigo Jurubatuba. Transformação.

1926, os clubes esportivos resistiam nas margens. Provas. Travessias a nado e regatas.

Industrialização do estado. Estações elevatórias. Energia barata em abundância.

Vão retificar o Pinheiros! 1928, início da obra terminada em 1950. Objetivo um: acabar com as inundações que um dia salvaram tribos, de acordo com Zagni (2004):

"Para os índios estabelecidos nessa região, antes da chegada do colonizador europeu, o fenômeno das cheias regulares do rio, conformando regiões extensas de várzeas ao longo de seu curso, fazia com que um número grande de peixes encalhasse nas regiões que haviam sido inundadas quando as águas voltavam ao seu nível normal, morrendo e secando ao sol. A importância desse fenômeno natural para a sobrevivência das tribos, ao qual se seguia a atividade de coleta desses mesmos peixes, fez com que a designação dada pelos índios ao território fosse ‘Piratininga’, que do tupi traduz- se como ‘peixe seco’ e demonstra o quanto a sobrevivência dessas tribos estava ligada à ocorrência de suas várzeas."

 

Objetivo 2: canalização. Águas direcionadas para Represa Billings. Usina Elevatória de Traição inverte o sentido do rio. Usina Hidrelétrica Henry Borden, em Cubatão, recebe água do Tietê através do Pinheiros e da Billings. Energia Elétrica!

 

Estrada de Ferro Sorocabana, atual Linha Esmeralda da CPTM, é inaugurada em 1957. Em 1970, as margens são desmarginalizadas. Inauguração da Marginal Pinheiros. Tráfego. Isolamento. Solitário vive o Rio Pinheiros, o Jurubatuba dos índios, já não convive mais com a população.

 

Consequência das transformações: o rio perdeu as matas ciliares. Extinção da vegetação natural.

 

Na pequena faixa de terra que restou: linhas de transmissão de energia, interceptores e emissários de esgotos, oleoduto, cabos de telecomunicações, galerias de águas pluviais e também estradas de serviço para as operações de desassoreamento.

 

O Jurubatuba está esgotado! Cansado! Esgoto doméstico e resíduos são jogados nele. O rio Pinheiros e sua bacia são alvo de 290 indústrias e dejetos de 400 mil famílias. Comprometimento da qualidade de suas águas e da sobrevivência da fauna local.

 

Como diria Selton Mello em O Cheiro do Ralo de Lorenzo Mutarelli: "esse cheiro que você tá sentindo é do ralo". "Quem usa esse banheiro?" retruca um dos personagens. A poluição do rio afeta a vida diária das pessoas. Gás Sulfídrico. Mau Odor. Fedor! Risco à saúde. Culex Quinquefasciatus.

 

1992: Protejam a represa! Proibição do bombeamento para a Billings.

 

1998: iniciados os trabalhos de recuperação do rio.

 

2001: Geraldo Alckmin anuncia projeto de despoluição do rio, orçado em 100 milhões de dólares. Flotação. Volta do bombeamento de água pra Represa Billings, que é usada - para lembrar o leitor - pra abastecimento de água. O secretário do Meio Ambiente, Ricardo Tripoli, argumenta a favor da técnica de flotação: seria o mais eficiente, rápido e de menor custo.

 

10 anos depois. 160 milhões de reais gastos. O governo desiste do plano de limpeza do rio Pinheiros pela técnica de flotaçao.

 

Antes disso, em 2010, é inaugurada a Ciclovia Rio Pinheiros no governo José Serra.

 

Em 2016, Vitor Miranda, esse quem vos escreve, ao passar pela ponte da Cidade Universitária, enxerga a beleza desaparecida: o sol já posto no horizonte fluvial de uma natureza morta. O clic!

 

Rio Pinheiros (Jurubatuba) - Copy.jpg

 

"Incêndios sem fim!" (Joinville, Santa Catarina, Brasil)

por João A.

 

Não obstante os fatores climáticos, a ganância, a certeza da impunidade,
a indiferença e a inconsequência humana tem provocado destruição e tristeza ao redor do mundo.
Os desmatamentos descontrolados, o uso irresponsável do solo, a poluição do ar e das águas são alguns
dos muitos exemplos cometidos pela insânia dos indivíduos. Só em Santa Catarina, Brasil, no ano de 2017,
foram registrados mais de 1000 focos de incêndio, alguns de grandes proporções causados pela ação do Homem,
os quais trouxeram imenso prejuízo ao ecossistema, além de muitas perdas materiais. A Mãe Natureza, ao agir
na promoção dos eventos telúricos, tem sempre um papel reequilibrante e transformador. O homem, ao contrário,
atua movido por seus interesses egoísticos e escusos causando irreparáveis danos à humanidade e ao planeta.
Até quando tal desatino haverá de persistir?

 

INCÊNDIOS EM SC.jpg

Um abraço.

Boas leituras e até breve.

 

 

 

 

 

Fotografias de Lisboa em Dezembro de 2017

por talesforlove, em 02.01.18

Feliz Ano Novo

 

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 Por favor, vejam abaixo o regulamento do Concurso Literário "Natureza 2017-2018"

Podem enviar a vossa reportagem sobre natureza, entre dias 4 e 24 de cada mês.

Pode, por favor, subscrever este blog colocando o seu e-mail na caixa no topo da página e seguindo instruções.

Pinturas disponíveis

por talesforlove, em 28.11.17

Em caso de interesse contactar ruiprcar@gmail.com

 

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Sem as letras.

Tinta da China + Pastel + Pastel Seco

Uma música a ver com este blog

por talesforlove, em 07.11.17

Pelo facto de referir estrelas, flores e pessoas, esta música de Ivete Sangalo - "Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim" tem tudo a ver com este blog. Um blog que tem também como objetivo criar oportunidades para novos escritores e escritoras.

 

Fica o convite a ver e ler.

 

Aqui é possível encontrar a letra:

https://www.vagalume.com.br/ivete-sangalo/se-eu-nao-te-amasse-tanto-assim.html

 

Até breve e boas leituras.

 

 

Antologia "Natureza 2016" Já Disponível

por talesforlove, em 16.05.17

Bom dia!

 

Já se encontra disponível a Antologia "Natureza 2016" a qual pode adequirir com a contrapartida de um pequeno donativo!

Contacto: ruiprcar@gmail.com

Um grande abraço!

Viva a literatura!

Feliz Dia da Floresta - Resultados da Categoria Poesia/Poema "Natureza 2016"

por talesforlove, em 21.03.17

Muitos parabéns!

E até breve a todos os autores, pois todos, serão contactados.

 

Grandes Vencedores "Natureza 2016"

1.º - "Prometeu" - "vejo pássaros em revoada", Jardim, Brasil

2.º - "Vento", Eduardo Soares, Brasil

3.º - "Noite de Primavera", Alberto Arecchi, Itália

4.º - "Minha árvore de flores amarelas", Ana Maria Prande Pereira, Brasil

5.º - "Mar", Joana Vicente, Portugal


“Tributo às sete quedas”, Aparecida dos Santos, Brasil

“Garça”, Alberto Arecchi, Itàlia

"À Gaia", Cavaleiro de Cervantes, Brasil

“Seremos árvores?”, Vanessa Borboni, Brasil

“Mata atlântica”, Edilson de Souza, Brasil

“Natureza”, Guilherme Martinez, Brasil

"Rosa (flor) de Janeiro", Diógenes da Silva, Brasil

"Tragédia em Marte", Jonatha Brito, Brasil

"Alma verde", Fernanda Silva, Brasil

“Uma estrela”, Cristiano Rufino, Brasil

“Um lugar”, Cristiano Rufino, Brasil

“MANTRA”, Joana Vicente, Portugal

“Terranova”, Gisela Musik, Brasil

"Flor enigmática", Fábio Kawati, Brasil

“Flor de calçada”, Sabrina Dalbelo, Brasil

"Na possibilidade do se", Caliel Alves, Brasil

"Da chuva vem o leite", Gregório Camilo, Brasil

"Poeta", Maria Coquemala, Brasil

“Dente-de-leão”, Kelly Mousinho, Brasil

"És fogo", Paulo Oliveira, Portugal

“Leve sopro de Deus”, Everson Lira, Brasil

"Útero-espírito", Priscila Luana, Brasil

“Vitória-régia”, Davi Alvarenga, Brasil

“Mandrágora e orvalho”, Ricardo Vergueiro, Brasil

“Sob um olhar inocente”, Renata Dake, Japão

“Onde está a natureza?”, Diogo Prado, Brasil

“Devastação”, Marlin Bremm, Brasil

“Eu sou a poesia”, Sténio Afénix, Angola

“As árvores são como os peixes”, Josafá de Lima, Brasil

“Fragmentos de uma tarde”, Jessyca Santiago, Brasil

“A planta”, Jardel Ferreira, Brasil

“Enxergar tão perto o mar”, Juliano Rolim, Brasil

“Caminho das águas”, Brunno de Andrade, Brasil

“Alucinações II”, Marcos Oliveira Jr, Brasil

“Essensibilidade”, Marcos Oliveira Jr, Brasil

“As Flores de Midlands”, Ricardo Lacava, Brasil

“A odisséia da motosserra sem alma”, Gerson Gastaldi, Brasil

“O amanhecer cativo”, Gerson Gastaldi, Brasil

“Vida desnaturada”, Amanda Tintori, Brasil

“O eterno retorno da Primavera”, Jhenyfer Vicente, Brasil

“Desfolhando”, Jhenyfer Vicente, Brasil

“Sustentabilidade”, Léo Ottesen, Brasil

“No meio do concreto nasceu uma flor”, Léo Ottesen, Brasil

“Festa na floresta”, Edweine Loureiro, Japão

“Canto e choro com o grito da terra”, Nadia Junqueira, Brasil

“Metamorfose”, Fátima Esteves, Portugal

“Sobre as Cinzas dos Mangueirais”, Francisco Gabriel, Brasil

“Aquela corrente d’água”, Lenilson Silva, Brasil

“AMIGO ‘CÃOPANHEIRO’”, Gui Ortolan, Brasil

“Triste Fado”, João Araújo, Brasil

“canção ao grande guerreiro tibicurana,da tribo tupi”, Josue Teixeira, Brasil

“Ambos”, Adilson Gonçalves, Brasil

“litoral literal”, Adilson Gonçalves, Brasil

“As águas precisam das árvores – Um clamor aqui do Brasil”, Olidnéri Bello,Brasil

“Natureza-Morta”, Thiago Luz, Brasil

“A natureza é linda”, Inês Caretas,Portugal

“Minha árvore de flores amarelas”, Brasil, Ana Pereira

“Poesia 1”, Pedro Panhoca, Brasil

“Poesia 2”, Pedro Panhoca, Brasil

“PERDÃO”, Gilberto da Costa, Brasil

“Diálogo Com a Amora da Amoreira dos Dias Contados”, Fábio da Silva, Brasil

“Tendi piedade seu moço!”, Igor Natiulio, Brasil

“Sal”, Sara Timóteo, Portugal

“SOMOS POEIRA DAS ESTRELAS: NOSSA PÁTRIA É O UNIVERSO!”, Rodrigo Petit, Brasil

“FESTA NA FLORESTA”, Edweine Loureiro, Japão

“Natureza que um dia foste!”, Gabriela Gonçalves Estevão, Portugal

“Exaltação ao rio Amazonas”, Valdir das Chagas, Brasil

“Cardiografia:” por Karina Issa, Brasil

Principais Resultados da Categoria Poema - Natureza 2016

por talesforlove, em 15.03.17

Bom dia.

É com grande satisfação que finalmente apresentamos os resultados para a categoria poema. Note-se que ainda falta divulgar os poemas que vão fazer parte da Antologia, além dos 5 primeiros classificados. Estes, serão divulgados muito em breve.

 

1.º - Jardim
       Brasil
 
       Poema "Prometeu" - "vejo pássaros em revoada"
 
 
2.º - Eduardo Soares
       Brasil
   
       Poema "Vento"
 
 
3.º - Alberto Arecchi
       Itália
 
       Poema "Noite de Primavera"
 
 
4.º - Ana Maria Prande Pereira
       Brasil
 
       Poema "Minha árvore de flores amarelas"
 
 
5.º -  Joana Vicente
       Portugal
 
       Poema "Mar"
 
 
Parabéns!
Até breve.
 
A Equipa.

 

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