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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor após Agosto. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas: Poema Traduzido

por talesforlove, em 10.06.20

 

La vie est brève
un peu d’amour
un peu de rêve
et puis bonjour.
La vie est brève
un peu d’espoir
un peu de rêve
et puis bonsoir.

Leon Louis Moreau Constant Corneille van Montenaeken, Nascido na Bélgica em 1859.

Tradução:

A vida é curta
um pouco de amor
um pequeno sonho
e depois um bom dia.
A vida é curta
um pouco de esperança
um pequeno sonho
e depois uma boa noite.

 

Até breve.

 

Dia Mundial da Língua Portuguesa: Simplesmente

por talesforlove, em 05.05.20

Hoje é o nosso dia, daqueles que usam esta língua com fundações milenares, ferramenta do amor em Português, na palavra “amo-te”, “amo-te”, amo-te, fonte de louvor aos mares.
E sendo a nossa língua mãe a língua Portuguesa, não tenho dúvidas: ela é também a nossa mãe. É nos seus braços que desabafamos, foi ela que nos deu este respirar. Inspirar… Expirar… Transpirar.
Além do céu, está a esperança que supera a má lembrança, o espinho de cada dia, na promessa de uma nova banca com capas coloridas, ou não, eventualmente, com palavras em fundo soturno, mas lá bem no final, eu sei, está sempre, mas sempre, um novo dia feito de alegria.
E pouco importa se o mar é revolto, se os ventos violentos levam com eles os últimos frutos de uma Primavera única e insuportável, se, antes de tudo, eu vi, nós vimos e eles e elas viram, as flores que nos enchem as vistas e o coração da mais inigualável emoção.
Este Verão eu só quero mergulhar nas águas da vida e renascer ao ouvir a melodia desta língua que me acaricia desde que pela primeira vez vi este mundo, feito de amor, injustiça, justiça, música, pétalas como livros, grãos de pólen como pessoas, caminhos, tantos quantos veredas, abraços e gestos de adeus, amigos, tantos quantas as diferentes formas de escutar o horizonte.

Minha Língua

Língua mãe da obra sempre atual de Camões,
Mãe de Fernando Pessoa e seus poemas,
e das folhas verdes de Cesário, e tantos outros e outras,
permite que me despeça de ti neste dia,
tão especial quanto feito de sol, luar e frio.

Um dia destes voltarei a ver os teus olhos e tu os meus,
quem sabe ao voltar da esquina.
Voltaremos a pedalar por estradas entre arvoredos,
e quem sabe ao som da esquecida concertina.

Não te esquecerei, não me esquecerás.
Só que o Verão está à porta,
E o corpo pede descanso num jardim,
Num rio, num mar… luar… amar.

Quem sabe música……………….. dó… ré… fá!!!

Se Camões falou de mares e de inveja,
Pessoa de melancolia,
Nós todos de esperança.
E eu? Falo de algo sim, mas,
do que falo só a ti te conto,
fica entre nós!

Porque, por muito que alguém que se sirva de ti escreva,
as melhores palavras são sempre para o nosso amor.

P.S. Amo-te.

Até breve.

Nota: pedimos desculpa por algum erro ortográfico que poderá surgir neste texto, o qual foi escrito em tempo bastante curto. Caso encontre algum erro ortográfico, por favor, entre em contacto. Todos erramos. Obrigado.

Dia de Portugal, de Camões, e das Comunidades Portuguesas

por talesforlove, em 10.06.19

Um soneto de Luís Vaz de Camões

 

Alegres campos, verdes arvoredos,
claras e frescas águas de cristal,
que em vós os debuxais ao natural
discorrendo da altura dos rochedos;

silvestres montes, ásperos penedos,
compostos em concerto desigual,
sabei que, sem licença de meu mal,
já não podeis fazer meus olhos ledos.

E pois me já não vedes como vistes,
não me alegrem verduras deleitosas
nem águas que correndo alegres vêm.

Semearei em vós lembranças tristes,
regando-vos com lágrimas saudosas,
e nascerão saudades de meu bem.
 
Uma fotografia de mangerico em plena Feira do Livro de Lisboa:
 

mangericofeira2019.jpg

Até breve.

Homenagem a Bombeiros e Militares no Fogo de Pedrógão e Góis

por talesforlove, em 20.06.17

Descalça vai para a fonte

 

“Descalça vai para a fonte

Leonor pela verdura;

Vai formosa e não segura.

 

Leva na cabeça o pote,

O texto nas mãos de prata,

Cinta de fina escarlata.

Sainho de chamalote;

Traz a vasquinha de cote.

Mais branca que a neve pura;

Vai formosa e não segura.

 

Descobre a touca a garganta,

Cabelos de ouro o trançado,

Fita de cõr de encarnado,

Tão linda que o mundo espanta;

Chove nela graça tanta

Que dá graça a formesura;

Vai formosa e não segura.”

 

Luís de Camões

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