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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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A 30 de Junho 2019: plástico, ambiente e solidariedade

por talesforlove, em 30.06.19

Frequentemente falamos sobre questões de preservação do ambiente, sem pensarmos que somos nós próprios altamente beneficiados pela sua preservação, pela preservação da nossa saúde. Isto significa que sem dúvida as espécies vegetais e animais protegidas beneficiam mas muitas vezes pensamos em preservar a natureza que conhecemos e sobretudo aquela que nos dá o maior benefício que conseguimos compreender.

 

Existe um projeto que consiste na recolha de tampinhas que são recicladas e cujo valor angariado é em grande medida utilizado para a compra de material ortopédico. Este blog tem participado na sua modesta possibilidade, sendo algo feito com muito gosto. Vale a pena conhecer um pouco mais sobre este projeto, por exemplo, em:

http://www.ambisousa.pt/pt/projetos/responsabilidade-social/projeto-tampinhas-embalagens/

Há uma beleza muito particular em projetos como este em que a solidariedade faz a diferença e é de estranhar quando se vê em algum local um aglomerado de tampas deitadas para o chão, não só poluindo mas também não sendo dada uma utilização nobre ao material ignorado e abandonado como se de nada mais servisse, após uma única utilização.

O plástico é um material resistente, que pode ter resina na sua constituição mas que, uma vez na natureza, pode contribuir durante muito tempo para a poluição do ambiente e prejudicar a saúde dos animais. Podemos saber um pouco mais sobre este produto em:

https://www.pp-t.com/pt/o-que-e-o-plastico.html

 

Também ligado à área da saúde, verifiquei a existência de um cartão solidário que tem como objectivo apoiar as pessoas que não têm dinheiro para pagar os seus medicamentos. Trata-se do cartão "Abem", sobre o qual podemos saber mais em:

https://abem.dignitude.org/como-funciona/

 

Note-se que este cartão promove a inclusão, uma preocupação que tem tudo a ver com desenvolvimento sustentável, e consequentemente com a poesia que busca a dignidade e preservação da natureza. 

 

Até breve.

A poucos dias do Dia de Santo António

por talesforlove, em 09.06.19

Baseado no romance "Romeu e Julieta" de William Shakespear e porque também estamos em plena Feira do Livro de Lisboa.

André Rieu - Love theme from Romeo and Juliet

Uma nova foto da Feira do Livro:

FeiraFoto2.jpg

Este ano a preservação do ambiente está, finalmente, no centro da Feira, tal como a adopção de sacos de papel o demonstra. Faz-nos lembrar que as árvores são necessárias para o habitat de tantas espécies selvagens, dir-se-ia que de todas, tal como é o exemplo do Lobo, que na A24, em Portugal, foi alvo de um cuidado adicional ao adicionarem-se vedações em ambos os lados da via, com passagens que só abrem no sentido em que os animais ficam seguros.

Sem dúvida, um longo caminho, mas gratificante, o da preservação da natureza.

Até breve.

 

13 de Março de 2019

por talesforlove, em 13.03.19

Caros Amigos e Autores,

 

Hoje pensamos um pouco sobre moda e ambiente, depois lemos um poema por Rui M. e finalmente, homenageamos Avicii (Tim Bergling), o DJ Sueco que partiu prematuramente a 20 de Abril de 2018.

 

O ambiente e a moda:

 

O conceito de “armário capsula”, já conhecido por tantas pessoas pode ser algo muito amigo do ambiente. Trata-se de ter um número limitado de peças de roupa que combinam perfeitamente umas com as outras e, portanto, significa ter menos roupa e utilizar mais a que temos.

Assim, se a nossa procura por roupa diminui a produção de roupa, eventualmente, também diminuirá, idealmente na mesma proporção, o que significa um estímulo a uma menor utilização dos recursos naturais.

Não defendo que a nossa vida se torne um suplício, no que diz respeito a vestir algo que gostamos, não o fazendo porque queremos ser mais “verdes”.

Fica apenas um “lembrete” relativamente a esta ideia, que até podemos tentar aplicar em parte. Porque não?

 

“Rosa Azul” por Rui M.

 

I

 

Doce é o vento do teu céu,

Que cai suavemente sobre os vales profundos

E os verdes que neles habitam,

Recobrindo os seus monstros, que neles vivem,

Quando liberto a minha imaginação, pura,

Sem a alegria da novidade, porque,

Tudo em ti me aprisiona com a tua força,

Feita de encantamento, como numa história

Das mil e uma noites e de uma esplanada

Na noite de faculdade.

 

De sonho é esse vento que me abraça,

Que beija as tuas faces e as de todos,

Que vem e tudo preenche,

Tal como quando uma criança adormece,

Embalada com a correria da tarde e já

Não sente o corpo; e seja o prolongamento

Do ambiente que a envolve e lhe garante tudo:

O futuro e ela são, então, suportados pela natureza.

A mãe de todas as cores e também tua mãe,

Que és azul como nunca uma rosa foi.

 

II

 

Não fosse o ser humano parte da natureza,

e tu não serias natural…

Fosse o mar sempre verde esmeralda ou escuro,

e tu não serias da cor dos oceanos…

Fosse eu imensamente desatento,

e tu não me surpreenderias tanto…

Sou atento, já não me julgava capaz de sentir surpresa.

Não fosse este mundo às vezes tão injusto…

Não te seria eu tão grato, por existires.

Não há espinho em ti que não seja meu,

porque o sangue que foge dos meus dedos

é a liberdade de te acariciar tal como és,

quem ama, ama plenitude,

não há dor que suplante o amor.

Estou certo, não sei porquê,

que terias sempre de existir,

para que o universo fosse pleno

e o azul do cosmos que cintila,

nos anéis de gelo e pó de Saturno,

decidiu repousar, em ti,

Vénus século XXI, que o seduziste,

até um só serem.

Como o arco e a mão de criança,

que brinca, brinca, brinca.

 

rosaok3.gif

 

Por Avicii.

Este vídeo, além de ser muito apelativo, mostra-nos muito verde e inspira-nos a seguir sempre em frente.

Avicii - Wake Me Up (Official Video)

 

 

Podemos encontrar o vídeo e gostar em:

https://www.youtube.com/watch?v=IcrbM1l_BoI

 

Até breve.

Poemas Vencedores - Natureza 2018-2019

por talesforlove, em 28.02.19

Finalmente, anunciamos os vencedores da Categoria Poesia, para a Edição 2018-2019 do Concurso Natureza.

Poesia:
“Vida ao vento” Bárbara Rocha de Brasil - 1º Lugar
“Submarino” por Renato TouzPin de Brasil - 2º Lugar
“Chuva” por Maria Catarina Canas de Portugal - 3º Lugar
 
 
Menções honrosas:
 
“CHAYA” por Anna de Freitas de Portugal
“Preservação da vida” por Cristina Cacossi de Brasil
“O Cosmonauta e o Poeta” por Paulo Caldeira de Brasil
“Dança das Flores” por Silvia Ferrante de Brasil

 

Parabéns a todos os vencedores e vencedoras.

O Concurso Natureza tem feito um percurso de reconhecimento dos autores e autoras que acreditam nesta aventura literária e sobretudo acreditam num mundo diferente, em que o ambiente e a sua preservação, por ser central para o nosso bem estar, tem um papel central nas nossas vidas, enquanto comunidade global. 

Muitos trabalhos serão aqui divulgados, ainda que não premiados com primeiros lugares, assim os(asautores(as) assim o autorizem. 
Até breve e boa escrita.

 

Poema a Brumadinho por João Alberto Araújo

por talesforlove, em 05.02.19

Porque estamos perante uma tragédia ambiental e humana, fica o seguinte poema.

 

Um pouco de minhas lágrimas...

À BRUMADINHO.jpg

 

Novos livros e nova poesia em 2019

por talesforlove, em 15.01.19

Boa tarde Amigos Autores,

 

Nada melhor do que começar o ano com sol e alguma bela poesia!

É interessante verificar que a par da publicação em papel surge imediatamente a publicação em formato digital. É algo que parece ser bom para o ambiente pois existe menor consumo de papel e o gasto de energia dos equipamentos de leitura parece ser negligenciável. A estes factos acresce que o formato digital é menos oneroso que o formato em papel. Para muitas pessoas, o livro continua a ser algo privilegiado na leitura de poemas e outra literatura, sendo que, podemos alegar, ainda contém a magia das coisas sem tempo e eventualmente sem grande complexidade.

 

Assim, com grande alegria, convidamos à leitura do livro “FAZENDO AMOR COM O UNIVERSO EM VERSOS” (Outubro 2018) de Claudete Soares (Brasil – Bento Gonçalves - RS), Editores Valdir Ben e Vânia Bortoletti, o qual nos apresenta um conjunto de poemas de grande sensibilidade estética e humana, a par de uma composição gráfica belíssima. Entre esses trabalhos encontra-se o seguinte:

 

capa do livroOK.jpg

 

 

 

FELIZ

 

Violinos tocam em mim

quando acordo em ti.

O meu anjo doce

estende um tapete de luz

para revestir o meu dia.

E eu caminho nas rosas das horas

entre perfumes e espinhos.

Feliz.

 

 

 

E ainda, este humaníssimo:

 

DOR DE MENINA

 

A menina chorava...

De feições doces, mas tão sofridas!

Quem saberá das suas feridas?

 

Quem saberá das dores

que lhe escurecem a alma?

Nem as flores, cujos perfumes

lambem a sua face,

conseguem serenar o coração aflito.

 

Ele que quer ganhar o infinito,

fugir desse lugar cruel

que lhe tira o mel da vida

e o cobre com véu os sonhos,

lhe roubando a seiva pueril.

 

Que olhos bondosos poderão vê-la,

e agasalha-la em seu colo,

salvando-a da aflição?

 

 

Para adquirir esta obra, com quase 150 poemas, e também disponível em versão digital/e-book, recomendamos os seguintes contactos: claudete@msrg.com.br e bendesign@bendesign.com.br

  

Ainda outro livro de poesia, que vale a pena conhecer, é “Azul Instantâneo” (2018) por Pedro Vale (Portugal – Madeira). A poesia visual é muito importante neste livro e sem dúvida oferece uma diversidade na interpretação do que se pretende transmitir. Assim, não é de estranhar que o design gráfico da obra, nomeadamente na capa, apresente linhas tão simples, não ofuscando, de forma alguma, o conteúdo poético já de si tão gráfico.

 

IMG_6281azul2OK.jpg

 

Um poema, sem nome, a ler será:

 

Talvez um dia recordes

num qualquer espelho torto

quão simples fora a tua salva

e te lembres daquela vez

em que ceáramos apenas meia

laranja e nada de pão naquela casa cega

com o telhado a verter lágrimas

de fel.

 

E ainda este:

cresceaespuma.jpg

 

Para contactar o autor, recomenda-se o seguinte contacto: valedepedro@gmail.com

 

Finalmente, convida-se à leitura de um poema naturalista por Marcelo de Oliveira Souza, IwA (Brasil):

 

Venezuela!

 

Veneza pequena, está ela

Grande emblema, singela!

Motriz da América,

Via da janela.

Braço forte,

Com clientela

Petróleo bruto

Na cancela,

Estado ativo

Virando favela.

 

O Fruto Maduro

Sofre no duro

Distorce o futuro,

Nesse grande enduro,

Não tem futuro...

Sem cair do pé.

Ninguém acode

Nem perde a fé,

O povo grita,

O sofrimento irrita

Até um dia o fruto Maduro

Que apodrece a árvore

Cair na maré!

  

Venezuela!

 

Venecia pequeña, está ella

¡Gran insignia, sencilla!

Motriz de América,

Vía de la ventana.

Brazo fuerte,

Con clientela

Petróleo bruto

En la cancela,

Estado activo

Que se transforma en barrio de lata.

 

El Fruto Maduro

Sufre mucho

Distorsiona el futuro,

En ese gran testarudez,

No tiene futuro ...

Sin caer del pie.

Nadie ayuda

No pierde la fe,

El pueblo grita,

El sufrimiento irrita

Hasta un día el fruto Maduro

Que se pudre en el árbol

¡Caer en la marea!

 

Até breve.

Abraço.

Até 15 de Janeiro - Versão Inglesa do Concurso Natureza

por talesforlove, em 09.01.19

Caros autores.

Podem encontrar aqui o regulamento para o concurso em Inglês:

https://talesforlove.blogs.sapo.pt/

 

Obrigado.

Até breve.

 

A Bernardo Bertolucci...

por talesforlove, em 10.12.18

Para o realizador de "O Último Tango em Paris"

"Summer in Paris (Hommage à Satie)" - Luke Faulkner

Tradução "Verão em Paris" por Luke Faulkner

 

Até 15 de Dezembro, pode participar no nosso "Concurso Literário Natureza 2018-2019". Condições em publicação de Setembro 2018.

Até breve.

Pelas vítimas da derrocada em Borba

por talesforlove, em 21.11.18

Como não há palavras, fica-nos a música:

"River Flows in You (Yiruma)" - Piano: Luke Faulkner

Tradução: "Um rio flui em ti"

 

Até breve.

 

Em dia de esperança.

por talesforlove, em 22.10.18

Em dia em que se sabe que mais alguns refugiados morrem no Mar Mediterrâneo, recorda-se, por um lado, o Concurso Literário "Natureza 2018-2019" que se iniciou a 15 de Outubro, e por outro, o nosso papel essencial na proteção do meio ambiente. Quem sabe se ter uma pequena planta no parapeito da janela não poderá fazer a diferença? E aquele pedaço de plástico que não vamos atirar para o chão? Quem sabe se essa pequena ação não evitará no futuro que sejamos nós refugiados ambientais? 

Ninguém sabe.
Até breve.

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