Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)
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Hoje publica-se um poema dedicado a Cristiano Ronaldo e a toda a Seleção Portuguesa de Futebol.
Afinal “mente sã, em corpo são e natureza sã” faz todo o sentido, pois o desporto tem também como propósito tornar o nosso corpo são, para que possamos viver com qualidade.
A Cristiano Ronaldo, por Rui M. (Portugal)
Às das Andorinhas
Voas no Clube dos Sonhos,
Sonhador por todos nós,
Símbolo de Trabalho e
Estelar dedicação de relva verde.
Que vás rolando a bola!
Que estás no nosso coração,
Redondo como o azul do mundo,
Com as cores vivas da nossa emoção.
As palavras, por Viviane P. (Brasil)
As palavras abandonaram-me.
As belas , as delicadas, as de carinho.....
Parece-me que brigaram com a vida e se foram.
E as palavras feias, em uma espécie de vingança, assolaram o planeta, Desde então!
Um desajuste aqui, uma intriga do lado de lá.....
E eu me perco totalmente no silêncio de quem quer bem ao mundo!
Para onde foram?
Imagino que foram para onde agora se encontram as flores....
Encontram-se em uma terra onde não há humanos!
Hoje faz-se referência a dois filmes, sem que as ligações estejam todas ativas.
Com esta opção limita-se o consumo de energia produzido por esta página.
Em primeiro lugar, o filme de ficção “Crónicas de Vesper”.
Além de uma história interessante também apresenta imagens estéticamente apelativas.
CRÓNICAS DE VESPER - (Trailer legendado Portugal)
https://www.youtube.com/watch?v=eNhoC7tiqNg
Como a realidade supera a ficção apresenta-se diretamente na página o filme promocional do documentário do Produtor cinematográfico Leonardo Dicaprio “O Sopro do Diabo”, sobre os fogos de 2017 em Portugal e sobre a má gestão dos ecossistemas. E como as árvores podem ajudar na luta contra as alterações climáticas, capturando o dióxido de carbono da atmosfera.
From Devil’s Breath | Official Trailer
Também para quem desejar assistir copiar ligação e ver posteriormente.
https://www.youtube.com/watch?v=oTHkOMTG55M
Novamente se convidam autoras e autores a participar no Concurso Literário Natureza.
A Feira do Livro de Lisboa continua a decorrer no Parque Eduardo VII, um antepassado da Rainha Isabel II que hoje nos deixou inesperadamente. Nestes tempos o inesperado, quase sempre mau, parece ser a regra. Que Deus acolha a Rainha.
Um livro que esta edição da Feira nos dá a conhecer, a quem tiver a felicidade de o encontrar, é o livro “A vida secreta das árvores” (Editora Pergaminho), nele, o autor Peter Wohlleben, apresenta o que sabe sobre a vida das árvores e que a maioria de nós ignora. Algo que mais impressiona nesta leitura é mesmo a referência a sentimentos que estes seres vivos supostamente possuem. Esta realidade será clara nas relações entre árvores que se ajudam mutuamente a sobreviver, porque em grupo produzem um ecossistema que as ajuda a sobreviver, evitando os efeitos nocivos do sol em excesso e mantendo uma certa frescura e humidade do ar.
Alguns de nós podem perguntar: mas em qualquer circunstância? Nem por isso. Estas relações são sobretudo visíveis, segundo o autor, em florestas naturais. As árvores ajudam-se também através das raízes e sobretudo as “amigas”. Amigas? Sim, a palavra utilizada pelo autor. E esta relação é secreta como o título do livro? Podem também perguntar. Não se soubermos ler a proximidade física entre elas e sobretudo entre as copas. E assim se ajudam mesmo os indivíduos com mais anos de vida, porque todos são importantes.
No dia de hoje, nestes tempos, esta forma de ver o mundo está muito presente em muitos de nós.
A poesia mostra parte desta necessidade de comunicarmos entre nós, de forma mais próxima e empática.
Por este facto, fica aqui também um poema por Drummond, no livro de Valéria Lopes com o título “Saborosa Língua”, disponível no espaço da Rede Sem Fronteiras, na Feira do Livro de Lisboa.
José
Se você gritasse
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!
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