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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor após Agosto. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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"A VIAGEM DO GRÃOZINHO DE AREIA" por Alberto A. (Itália - 2º Lugar - Antologia Natureza 2018-2019)

por talesforlove, em 01.08.20

A VIAGEM DO GRÃOZINHO DE AREIA

Antes do que o ar for criado, o céu era preto e a luz era dura, sem esfumaduras. Tudo era silêncio, as
árvores ficariam firmes... Na verdade, se querermos expressar toda a verdade, nem havia árvores ou
animais. Só uma paisagem fantasmagórica, feita de montanhas ásperas e vulcões. As rochas - que
pareciam cortadas com um machado - ressaltavam como silhuetas contra um céu sempre preto. Os rios
corriam impetuosos, negros como tinta, refletindo o céu. Um dia, do nada, uma pequena esfera
transparente começou a inchar, como uma bolha de sabão, tornou-se cada vez mais gigantesca, e em
seguida abriu-se e lançou o vento. Foi como um sopro de liberdade... O azul explodiu no céu e as águas
reverberavam-no com mil tonalidades. Finalmente, a vida das plantas e dos animais podia começar, as
árvores podiam roçar, alguém poderia ouvir o barulho do vento e das pedras caindo. O que tinha
acontecido? Um elfo, livre de herança e riqueza, implorou ao Criador para dar-lhe um sopro de vento,
algo que não custaria nada, apenas um sopro, e foi assim que houve o ar. Como todos sabem, a
respiração e a palavra não custam nada, mas são o mais que exista de vital. As cores se mexiam num
arco-íris iridescente com reflexões e transparências evanescentes, como as asas de uma libélula enorme.
O mesmo elfo que tinha aplicado para se tornar "mestre do vento", olhando no seu rosto reflexo em
uma poça de água, descobriu as próprias sombras e esfumaduras... Detalhes que faltavam até um
momento antes, quando seu rosto parecia uma meia-lua, meio claro e meio completamente preto.
Até aquele tempo, não havia pássaros nem outros seres voadores, até mesmo faltavam todos os
animais que respiram. Também faltavam as plantas, que precisam de ar para viver. Portanto, em toda a
Terra, apenas os elfos e os cristais foram testemunhas do evento maravilhoso. Os elfos contam isto em
suas tradições, que permanecem gravadas em uma veia de ouro puro, como em um livro secreto, na
parede mais escondida, na caverna mais profunda de todo o planeta. Esta página de sua história não
tem título "O nascimento do ar", mas começa com a frase: "No dia em que se viu o primeiro arco-íris".
Os elfos, de fato, não precisam de ar para respirar, mas ficaram tão impressionados com a grande
explosão das cores, como em uma bolha de sabão iridescente, ricas de tons e matizes, nunca vistas
antes, que marcaram a data, desde então e para sempre, como "tempo zero" de seu calendário.
A primeira rajada de vento levantou turbilhões. A coisa mais leve do mundo, na época, era um grãozinho
de areia, porque ainda não havia folhas ou penas. Esta é a história de um grãozinho que foi levantado,
nos desertos da Ásia Oriental, e começou a rodopiar com os redemoinhos de areia. Conheceu muitos
outros grãozinhos como ele, arranjou um monte de amigos e descobriu o mundo com gosto. Tanto
gosto que, a partir daquele momento, nunca mais voltou para o chão. Ele percorreu um caminho igual a
mil vezes em torno da Terra, mas - mesmo assim - não foi capaz de ver tudo. Nosso grãozinho ficou por
muito tempo confuso em uma nuvem vermelha, que girava acima dos desertos da Mongólia. Não poderíamos dar-lhe um nome mais familiar? O chamaremos Paulinho, permitindo-nos um pouco de
familiaridade, apesar de sua idade. Então, o grãozinho Paulinho se embarcou para uma longa viagem,
velejando com alguns amigos para a costa do Oceano, e então viu pela primeira vez, abaixo dele, o
verde das árvores.
Paulinho sentiu o fardo da umidade, quando o vento forte do deserto se mudou com a brisa do mar. A
viagem tinha-lhe - por assim dizer - entrado para a corrente sanguínea, e não queria parar. Sob ele
estava voando uma criatura estranha, nunca antes vista, com duas grandes asas abertas, deslizando
suavemente, e conseguindo assim pegar cada mínimo sopro de ar, de maneira que nunca descia da
altitude. Com uma manobra inteligente, Paulinho entrou em uma pena da asa desse grande pássaro.
Agora, ele poderia aproveitar a viagem sem se preocupar com a umidade ou com o calmo de vento. Ele
tinha certeza de que seu carreiro iria levá-lo para qualquer lugar do mundo, sem sequer fazer-lhe pagar
o bilhete. Veio porém um dia em que o grãozinho percebeu que seu transportador não estava mais em
movimento. Paulinho já não sentia a sensação do ar e percebeu que seu hospedeiro não podia mais se
mexer. Uma comoção, muito barulho ao redor. Bicos enormes batendo de todos os lados, para comer a
carne da ave que o tinha guiado pelos céus do mundo. De repente, tudo em volta dele ficou escuro e
Paulinho encontrou-se em um mundo de enzimas quentes e úmidos, ricos em ácidos e outras
substâncias estranhas que ele não conhecia. Foi uma sorte que a sua compleição forte, de quartzo e
sílica, lhe permitiria evitar ser digerido, e nem sequer ser atacado por todos aqueles sucos. Ele ainda
podia sentir o movimento da viagem, mas por um tempo não sentiu mais o ar por cima de si.
Finalmente, a libertação. Paulinho viu novamente a luz e logo se encontrou rodando em um céu
flamejante, feito de fogo ardente. Não era um pôr do sol tropical, mas a erupção de um vulcão enorme.
Paulinho de areia se viu apanhado no vórtice de uma enorme nuvem de cinzas, que pairava sobre o
planeta. De lá, via os continentes, mares e rios. Uma paisagem verdadeiramente estupenda.
Uma partícula minúscula de pedra-pomes se agarrou a ele. Paulinho nunca tinha-se visto a si mesmo em
um espelho. Naquele dia, sua amiga disse-lhe que era uma maravilhosa peça de quartzo iridescente,
uma gota de vidro vulcânico, que refratava as mais belas cores do espectro... Uma pena verdadeira, que
ela não se pudesse admirar!
Por muitos séculos, a nuvem da erupção cobriu os céus do mundo. Foi a longa lua-de-mel com a
Pomicinha sempre ligada com ele. Abaixo deles, as cores se tornaram obscuros. Era a sombra de sua
nuvem, que cobria e resfriava o globo. Na altitude, no entanto, que maravilha de luz e cores! Os
grãozinhos rodavam, arrastados por cada sopro de vento, para compor todas as tonalidades do arco-íris,
todas as reflexões, todas as transparências que podem sair dos jogos entre os minerais nascidos no
ventre da Terra. Nessa altura a Terra, vista do espaço, deve ter parecido um grande globo luminoso, ou
pelo menos cercado por uma espécie de lenço brilhante.
Ao longo do tempo, a nuvem era destinada a assentar-se. Um dia, finalmente, Paulinho viu a superfície
da Terra: quanto tinha mudado! Tudo era verde, o mundo era povoado por animais de todos os tipos. A
corrente de vento que levava os grãozinhos foi assentando-se. Foi então que Paulinho e a sua parceira
decidiram não parar nunca mais na superfície do globo. Era demasiado agradável viajar, levados pelo
vento, e ver o mundo mudando, com todas as cores e todos os seus perigos. Quantas vezes arriscaram de ser queimados pela erupção de um vulcão! Um par de vezes as correntes do ar, nas montanhas, os
levaram até os limites da atmosfera. Nessas altitudes, Paulinho viu novamente o céu negro acima dele,
como no início de sua existência.
As coisas ao seu redor mudavam. Os sopros de ar os arrastavam de cima a baixo, por todos os
continentes e sobre os mares, e faziam sentir vivo o Paulinho, com a sua parceira Pomicinha. Os dois, no
entanto, não mudavam, ficando sempre os mesmos que no primeiro momento da sua existência. Eles
nunca foram alterados, não respiravam, não cresciam, não estavam vivos. Durante a longa viagem,
suspensos no ar do planeta, tinham visto muitos seres vivos nascendo, crescendo, envelhecendo e
morrendo. Os dois, no entanto, como todos os grãozinhos de areia, mantiveram-se sempre iguais, como
no primeiro dia da sua existência. O ar era importante, essencial para o movimento contínuo, mas
podiam também existir sem ele. Até viam com maravilha que os seres vivos do mundo animal e do
mundo vegetal, nesse globo rico de cores, ao qual eles também pertenciam, não poderiam existir sem
aquela camada de ar, que não só dava-lhes as cores, as sombras, mas também o movimento e mesmo a
vida.
Um dia apareceu um longo cilindro branco, flamejante, subindo rapidamente, disparado a partir do solo.
Eles queriam experimentar a emoção de apanhar esse objeto: eles tinham ouvido dizer que era a mais
recente descoberta, em termos de viagens, e que poderia levantar-se muito mais alto, até onde
ninguém tinha ido antes. O longo tubo de metal branco foi rapidamente para o céu azul, mas alguns
instantes depois, o céu tornou-se negro, completamente preto e cheio de estrelas, como no primeiro dia
do mundo. Em princípio, Paulinho e Pomicinha não percebiam a sensação de viajar com uma velocidade
assustadora. Então eles viram debaixo deles o globo azul, que se tornava visivelmente mais pequeno, e
eles sabiam que aquele era o mundo em que sempre tinham sido, desde o primeiro de seus dias. Por um
momento, sentiram uma sensação nunca experimentada, um tipo de medo ou ansiedade, algo que um
grãozinho de areia nunca deveria sentir. O ar não estava mais lá, mas voavam, com uma velocidade
impressionante, no espaço profundo, sem ruídos, sem toques, porque não havia mais o fluxo de ar
sobre eles.
A expedição espacial terminou com um pouso na superfície da Lua. Com o impacto, os dois grãozinhos
de areia foram lançados a partir da casca do navio e caíram sobre uma pilha de poeira lunar. A viagem
de Paulinho e Pomicinna tinha parado. Nos céus negros desprivados da atmosfera, nunca mais poderiam
encontrar nem um sopro de ar para os levantar. Só podiam observar desconsolados - para sempre -
aquele grande globo azul, alto no céu da Lua, em que podiam ver ventos e tempestades a mover
continuamente enormes nuvens brancas, rodando em forma de espirales. Em Paulinho e na sua
companheira surgia, a partir de profundo, uma espécie de saudade.
O mundo do movimento contínuo tinha-se mudado para eles no mar da Paz Eterna, onde nada muda e
onde o céu é sempre preto. O reino da quietude eterna. Próximo a eles, plantado no solo da Lua, um
mastro com uma bandeira que nunca poderia bater no vento.

 

 

Até breve.

 

Parte II – O testemunho “de fogo” do autor do blogue

por talesforlove, em 15.10.19

Este não é o testemunho de alguém que tenha estado cercado pelo fogo de 15 de Outubro de 2017, mas sim alguém que não esteve lá por mero acaso. Não foi possível uma deslocação para uma das áreas afetadas naquele fim de semana e início de semana e assim, nunca surgiu a hipótese de ir tentar salvar algumas cerejeiras, com 10 metros de altura, que embora estivessem em terreno limpo haveriam de morrer secas com o calor devido ao facto de tudo em seu redor ser mato e floresta de eucalipto. Ali mesmo ao lado, noutra aldeia, dois irmãos morreram no seu apiário, a tentar socorrer as suas abelhas… Ainda que muitos de nós sintam um instinto profundo para ajudar e estar em comunhão com a natureza, é certo que a agricultura é vista como uma atividade ingrata e até suja, como que indigna. Todavia, é ela que nos garante a alimentação e mesmo a experiência de plantar uma árvore e poder acompanhar o seu crescimento. É algo insubstituível, mesmo em termos tecnológicos; um caminho seguro para conhecer o que realmente está em causa quando se fala em proteção ambiental.

Voltando àquele 15 de Outubro, durante a noite as comunicações, fornecimento de eletricidade, haveriam de falhar. Contaram-me, no local, que foram gastos milhares e milhares, de litros de água, por habitação, naquela madrugada, desesperadamente, salvando apenas algumas casas, algumas hortas, algumas árvores. Após a água se esgotar, as poucas pessoas que se recusaram a abandonar as povoações, utilizaram a água de tanques agrícolas para apagar o fogo ali mesmo junto de casa. Os bombeiros ficavam já parados junto das habitações, sem água e sem poder respirar, a aguardar o fogo passar ou a ajudarem como podiam. Era um mar de chamas e de fumo, visível a partir de qualquer ponto alto.

Eu não estava lá, mas sabia o que era estar cercado por outro fogo e quando cheguei ao local, a 1 de Novembro de 2017, vi as diferenças na destruição provocada e percebi que a força era outra. As cerejeiras estavam de pé, com o tronco aparentemente ainda vivo e as folhas secas todas penduradas, nenhuma havia sido queimada. Naquele Outono e Inverno não haveria de chover e morreriam desidratadas, afinal, deveria tê-las regado, em pleno Inverno…

Muitas oliveiras, algumas centenárias, foram queimadas até à raiz, ficando apenas o molde na terra: um buraco com cores cinza, verde oliva, amarelo e vermelhos.

Muitos animais fugiram ou morreram mas, insetos como as formigas haviam sobrevivido. Num caminho algumas movimentavam-se nervosas, como que desorientadas sobre as cinzas. Talvez durante milhares de metros em redor não havia nada. Deixei cair uma uva e dirigiram-se a ela, num ápice: estavam sôfregas, desesperadas.

Recordo também a ida ao centro de donativos onde vi uma pessoa pedir uma tigela, havia perdido quase tudo: casa, árvores, roupa… Exceto o mais valioso, ou seja, a vida e a esperança. Os seus olhos eram vazios e na sua expressão uma urgência com calma imposta pelas circunstâncias em que não havia escolha. No armazém havia um registo de entrada, quem dava e o quê, e depois, eram montes, até ao teto, um pé alto de cerca de 10 metros… Camiões de roupa acumulam-se em algumas aldeias mas, não havia como a escoar: todas as casas tinham ardido e não havia como guardar essa roupa.

Passaram-se meses, fios elétricos e dos telefones ainda nas bermas das estradas, o negro sem ser suplantado pelo verde e sem melhorias na prevenção ou replantações. A seca e o fogo ganhavam.

Em 2019, prevalece o desanimo no que diz respeito a replantações, frequentemente raras e o eucalipto cresce muitas vezes controlo. Sente-se que é necessária substituição de eucalipto por outras espécies…

Este fogo gigantesco de 15 de Outubro, criou uma mancha continua ardida desde a Figueira da Foz até Pedrógão, dizimado pelo de 17 de Junho de 2017. O Pinhal de Leiria foi uma das áreas destruídas junto ao mar. Recentemente, fiquei a saber que a replantação estava a fracassar em parte ou com grandes dificuldades em vingar. Pergunto, se me permitem: não seria melhor semear as árvores do que plantar, pois o crescimento gradual iria permitir uma “gestão” da água mais eficaz pela planta? Ou seja, a raiz estaria sempre desenvolvida o suficiente para, em circunstâncias normais, suportar aquele ser vivo. Acredito que D. Diniz tenha utilizado esta técnica, afinal promove uma utilização mais eficiente de recursos materiais e humanos…

Não podemos esquecer as lições a retirar destas situações, as árvores salvas, o suor. Não podemos esquecer as vidas perdidas.

Donativos para árvores

por talesforlove, em 17.04.19

Com o objectivo de plantar árvores e cuidar de outras já a crescer, estamos a promover uma divulgação de pinturas/desenhos que estão disponíveis com um pequeno donativo.

Quem estiver interessado(a) pode pedir mais informações através do e-mail do blog.

Ficam dois exemplos:

lincehiberico1.jpeg

eletrico.jpeg

Divulguem, por favor.

Próxima atualização do blog no dia 1 de Maio 2019.

Até breve.

Um Ano depois do Fogo de Pedrógão

por talesforlove, em 18.06.18

Em memória da 50ª vítima do fogo de 15 de Outubro de 2017 e de todas as outras vítimas dos fogos de 2017. Um ano após o fogo de Pedrógão.

 

okgataecria2018.jpg

 

Até breve.

Fotografias de Lisboa em Dezembro de 2017

por talesforlove, em 02.01.18

Feliz Ano Novo

 

bolha.gif

camoes.gif

chiado1.gif

rossio.gif

 Por favor, vejam abaixo o regulamento do Concurso Literário "Natureza 2017-2018"

Podem enviar a vossa reportagem sobre natureza, entre dias 4 e 24 de cada mês.

Pode, por favor, subscrever este blog colocando o seu e-mail na caixa no topo da página e seguindo instruções.

6 meses depois dos incêndios de Pedrógão (Junho 2017 - Portugal)

por talesforlove, em 17.12.17

Fica um vídeo a recordar a natureza; a importância das árvores.

Por favor subscrevam o blog colocando o vosso e-mail na caixa no topo e seguindo os passos.

Obrigado.

 

 

Música por:

Mattia Cupelli "Touch"
https://www.youtube.com/watch?v=_JYHk_D5A44

 

Concurso Literário Internacional "Natureza 2017-2018"

por talesforlove, em 15.11.17

É com grande alegria que anunciamos o início do Concurso Literário Internacional “Natureza 2017-2018” o qual este ano decorre entre 1 de Dezembro de 2017 e termina a 1 de Fevereiro de 2018. A 19 de Fevereiro são anunciados os pré-finalistas e a 28 de Fevereiro os principais vencedores.

Referimos alegria neste anúncio porque este é o reencontro de todos nós nesta aventura literária que tem por um dos seus grandes objetivos sensibilizar para a proteção da natureza. Um reencontro entre amigos. Este ano, pelo menos em Portugal, as alterações climáticas são mais evidentes: os grandes fogos florestais de 17 de Junho e de 15 de Outubro, parecem provar essa realidade. O sofrimento das pessoas foi enorme e notar a substituição de um manto verde pela cor da cinza, é triste. No mundo, o facto de as concentrações de CO2 na atmosfera estarem em níveis muito elevados, só nos pode deixar também atentos.

É tempo de agir, pelo que fica aqui também o convite à vossa participação neste concurso e de seguida as condições de participação e outros detalhes.

 

Nesta edição, procuramos novamente HOMENAGEAR também a comunidade emigrante Portuguesa, através da homenagem a Shawn Mendes!

“Nunca Estarás Só (Escrito à mão)”

https://www.youtube.com/watch?v=N7VCLNBNJQs

 Sem, é claro, esquecer os que ficam em Portugal!

 

 

 

O vídeo de “Nunca Estarás Só (Escrito à mão)” tem uma proximidade com a natureza e uma imagem de uma floresta conservada e verde que só nos pode inspirar e a letra é muito apelativa. Com efeito, é importante que não estejamos sós neste trabalho em prol da natureza.

 

Fica a nossa tradução desta letra para Português:

Nunca Estarás Só (Escrito à mão)

 

Eu prometo que um dia eu estarei do teu lado

Eu te manterei sã e salva

Neste momento tudo é uma loucura

E eu não sei como parar ou ir mais devagar

 

Ei

Eu percebo que há muito para falar entre nós

E eu não posso ficar

Deixa-me apenas abraçar-te um pouco mais agora

 

Toma um pedaço do meu coração

E faz com que seja todo uma parte de ti

Assim, quando estivermos separados

Nunca estarás só

Nunca estarás só

 

Tu nunca estarás só

Quando sentires a minha falta, fecha os olhos

Eu Posso estar longe, mas não ausente

Quando adormeceres hoje à noite

Lembra-te que nos deitamos sob as mesmas estrelas

 

E, ei

Eu percebo que há muito para falar entre nós

E eu não posso ficar

Deixa-me apenas abraçar-te um pouco mais agora

 

Toma um pedaço do meu coração

E faz com que seja todo uma parte de ti

Assim, quando estivermos separados

Nunca estarás só

Nunca estarás só

 

Tu nunca estarás só

Tu nunca estarás só

Tu nunca estarás só

Tu nunca estarás só

 

E toma

Um pedaço do meu coração

E faz dele um pouco de ti

Assim, quando estivermos separados

Nunca estarás só

Nunca estarás só

 

 

Detalhes de Regulamento 2017:

  1. A participação neste concurso é gratuita.
  2. Qualquer pessoa de qualquer país pode participar desde que submeta trabalho redigido em português.
  3. Cada participante pode submeter um poema, sem limite de palavras, e um conto, com um máximo de 3000 palavras.
  4. Os trabalhos devem ser enviados por e-mail para Rui M. (ruiprcar@gmail.com) juntamente com nome, país, contacto electrónico. O assunto do e-mail deve ser “Concurso Literário Internacional ‘Natureza – 2017-2018’”.
  5. Os autores premiados finalistas têm direito a certificado em formato digital.
  1. Todos os poemas seleccionados serão publicados em antologia, a qual estará disponível em formato PDF (possibilidade de vir a existir em Windows), com um custo de 2,5 € (pagamento de donativo por PayPal). Após descontados os custos do concurso, o valor restante será utilizado na compra de árvores e sementes. Os autores premiados têm direito a uma versão gratuita.
  2. Data limite de participação: 1 de Fevereiro de 2018.
  3. Pré-finalistas anunciados a 19 de Fevereiro.
  4. Os resultados finais serão anunciados a 28 de Fevereiro em  http://contosdasestrelas.blogs.sapo.pt/.
  5. O primeiro classificado de cada categoria terá direito a prémio no valor de 10 Euros.

 

Tema principal: "Proteção à natureza"

Tema de apoio: "A canção de Shawn Mendes"

 

 

Organizador do concurso:

Rui M.

 

Responsável do Júri:

Edweine Loureiro

Poeta e escritor Brasileiro radicado no Japão.

Premiado internacionalmente.

 

Principal patrocinador:

Rui M. Publishing

 

==================================

Parceiros iniciais 2017 (lista não definitiva):

  

1) Jornal Bom Dia - Luxemburgo

http://bomdia.eu 

 

2) Blog do Lucabe - Brasil

http://www.lucabe.com.br/

 

Este ano a App LinbonTourism em associação (sem custo; basta seguir botão lado esquerdo):

https://www.microsoft.com/store/apps/9nblggh3335s

 

Para nos seguir:

http://contosdasestrelas.blogs.sapo.pt/data/rss

ou, no início do blog, submeter o e-mail e seguir os passos indicados.

 

Pinturas disponíveis:

folhas1withletters.jpg

flor1comletras.jpg

 

Professor Marcelo Rebelo de Sousa - Momento de Amor - Incêncios de Portugal

por talesforlove, em 22.10.17

marcelo.jpg

 

Vamos todos ajudar.

 

Save

Feliz Dia da Floresta - Resultados da Categoria Poesia/Poema "Natureza 2016"

por talesforlove, em 21.03.17

Muitos parabéns!

E até breve a todos os autores, pois todos, serão contactados.

 

Grandes Vencedores "Natureza 2016"

1.º - "Prometeu" - "vejo pássaros em revoada", Jardim, Brasil

2.º - "Vento", Eduardo Soares, Brasil

3.º - "Noite de Primavera", Alberto Arecchi, Itália

4.º - "Minha árvore de flores amarelas", Ana Maria Prande Pereira, Brasil

5.º - "Mar", Joana Vicente, Portugal


“Tributo às sete quedas”, Aparecida dos Santos, Brasil

“Garça”, Alberto Arecchi, Itàlia

"À Gaia", Cavaleiro de Cervantes, Brasil

“Seremos árvores?”, Vanessa Borboni, Brasil

“Mata atlântica”, Edilson de Souza, Brasil

“Natureza”, Guilherme Martinez, Brasil

"Rosa (flor) de Janeiro", Diógenes da Silva, Brasil

"Tragédia em Marte", Jonatha Brito, Brasil

"Alma verde", Fernanda Silva, Brasil

“Uma estrela”, Cristiano Rufino, Brasil

“Um lugar”, Cristiano Rufino, Brasil

“MANTRA”, Joana Vicente, Portugal

“Terranova”, Gisela Musik, Brasil

"Flor enigmática", Fábio Kawati, Brasil

“Flor de calçada”, Sabrina Dalbelo, Brasil

"Na possibilidade do se", Caliel Alves, Brasil

"Da chuva vem o leite", Gregório Camilo, Brasil

"Poeta", Maria Coquemala, Brasil

“Dente-de-leão”, Kelly Mousinho, Brasil

"És fogo", Paulo Oliveira, Portugal

“Leve sopro de Deus”, Everson Lira, Brasil

"Útero-espírito", Priscila Luana, Brasil

“Vitória-régia”, Davi Alvarenga, Brasil

“Mandrágora e orvalho”, Ricardo Vergueiro, Brasil

“Sob um olhar inocente”, Renata Dake, Japão

“Onde está a natureza?”, Diogo Prado, Brasil

“Devastação”, Marlin Bremm, Brasil

“Eu sou a poesia”, Sténio Afénix, Angola

“As árvores são como os peixes”, Josafá de Lima, Brasil

“Fragmentos de uma tarde”, Jessyca Santiago, Brasil

“A planta”, Jardel Ferreira, Brasil

“Enxergar tão perto o mar”, Juliano Rolim, Brasil

“Caminho das águas”, Brunno de Andrade, Brasil

“Alucinações II”, Marcos Oliveira Jr, Brasil

“Essensibilidade”, Marcos Oliveira Jr, Brasil

“As Flores de Midlands”, Ricardo Lacava, Brasil

“A odisséia da motosserra sem alma”, Gerson Gastaldi, Brasil

“O amanhecer cativo”, Gerson Gastaldi, Brasil

“Vida desnaturada”, Amanda Tintori, Brasil

“O eterno retorno da Primavera”, Jhenyfer Vicente, Brasil

“Desfolhando”, Jhenyfer Vicente, Brasil

“Sustentabilidade”, Léo Ottesen, Brasil

“No meio do concreto nasceu uma flor”, Léo Ottesen, Brasil

“Festa na floresta”, Edweine Loureiro, Japão

“Canto e choro com o grito da terra”, Nadia Junqueira, Brasil

“Metamorfose”, Fátima Esteves, Portugal

“Sobre as Cinzas dos Mangueirais”, Francisco Gabriel, Brasil

“Aquela corrente d’água”, Lenilson Silva, Brasil

“AMIGO ‘CÃOPANHEIRO’”, Gui Ortolan, Brasil

“Triste Fado”, João Araújo, Brasil

“canção ao grande guerreiro tibicurana,da tribo tupi”, Josue Teixeira, Brasil

“Ambos”, Adilson Gonçalves, Brasil

“litoral literal”, Adilson Gonçalves, Brasil

“As águas precisam das árvores – Um clamor aqui do Brasil”, Olidnéri Bello,Brasil

“Natureza-Morta”, Thiago Luz, Brasil

“A natureza é linda”, Inês Caretas,Portugal

“Minha árvore de flores amarelas”, Brasil, Ana Pereira

“Poesia 1”, Pedro Panhoca, Brasil

“Poesia 2”, Pedro Panhoca, Brasil

“PERDÃO”, Gilberto da Costa, Brasil

“Diálogo Com a Amora da Amoreira dos Dias Contados”, Fábio da Silva, Brasil

“Tendi piedade seu moço!”, Igor Natiulio, Brasil

“Sal”, Sara Timóteo, Portugal

“SOMOS POEIRA DAS ESTRELAS: NOSSA PÁTRIA É O UNIVERSO!”, Rodrigo Petit, Brasil

“FESTA NA FLORESTA”, Edweine Loureiro, Japão

“Natureza que um dia foste!”, Gabriela Gonçalves Estevão, Portugal

“Exaltação ao rio Amazonas”, Valdir das Chagas, Brasil

“Cardiografia:” por Karina Issa, Brasil

O Rádio, o Cinema, a Natureza, o Sr. Manoel de Oliveira, e os Concursos Literários

por talesforlove, em 10.10.15

Finalmente, um programa de rádio que nos mostra realidades muito interessantes e relacionadas com os dois concursos literários que já foram organizados: o primeiro, em Homenagem ao Sr. Manoel de Oliveira, o nosso cineasta, e o segundo, em Homenagem à Natureza Mãe.

 

http://cdn-ondemand.rtp.pt/nas2.share/wavrss/at1/1504/786970_179424-1504161848.mp3

 

Um abraço e obrigado pela atenção.

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