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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)

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Fado, Verão e Esquecimento

por talesforlove, em 26.07.21

Por estes dias sente-se o Verão, sente-se aquela vontade de férias, que mais parece programada que livre. Felizmente, hoje o dia foi já mais veraneante, o sol apareceu e banhou-nos com a sua alegria radiante. Não vale a pena ler tanto como antes :-) A não ser que se estenda a toalha e depois se leia, um pouco, por palavras e depois se leia o horizonte. 

Confuso?! Talvez! Realmente, às vezes mais vale esquecer parte da realidade que nos rodeia e estarmos abraçados apenas àquela que nos faz mais felizes.

Sim, talvez seja tempo de nos convertermos ao Verão, pelo menos ao seu lado bom.

"A Conversão" um poema de Ana Luísa Amaral:

https://www.rtp.pt/play/p1109/e554110/a-vida-breve

Sem dúvida, um belo poema cheio de amor, natureza e calor.

Ainda para nos mantermos nestes passos mais tranquílos e alegres, um belo Fado por Teresinha Landeiro "Amanhã", com um cheiro a mar e boa disposição:

E entretanto, fica o nosso adeus aos Santos Populares de 2021, que parece terem ficado em casa e abandonado todos os outros que por eles esperavam, os malandros. O Fado de Teresinha Landeiro "Santo António Traiçoeiro (Fado Fininho)":

 

Fica também a nota que algures num futuro próximo, este blog irá fazer a experiência de publicar um conto novo, passo a passo, semana, mês, tempo após tempo.

 

Até breve.

Sobre o 2º Poema Vencedor e Fado

por talesforlove, em 22.06.21

Prepara-se a partilha do Poema em 3º Lugar na corrente edição do Concurso Natureza 2020-2021 mas, antes ficam aqui umas merecidas palavras sobre o Poema que ficou em 2º Lugar, já partilhado.

Com efeito, trata-se de uma alegoria do mar, das sereias, enfim dos sonhos. Aqueles que se confundem com as águas e que nos fazem emergir e submergir quando o Fado do Tempo nos permitir. Transborda cor imaginada e um acreditar em algo quase metafísico, quase não perceptível. É bom ler o poema que cheira a mar e a paixão.

Assim, deixa-se aqui o fado "Mapa do Coração" por Ana Moura. Sobretudo, para quem sente saudade de um passeio plenamente livre pelas ruas de Lisboa.

Até breve.

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