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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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Medidas de Poupança de Água

por talesforlove, em 02.11.17


a) Regar ao final do dia (pois a evaporação será menor que durante o dia);
b) Lavar o automóvel com menos água, ao final do dia;
c) Guardar a água fria enquanto se aguarda a água quente enquanto se puxa para a banheira, para tomar banho;
d) Usar água de lavar vegetais na cozinha para regar plantas em vasos;
e) Elaborar alimentos com utilização de tomate, que não necessitam de adição de água, podendo, no Verão, ser em cru [Ideia facultada por chefe André M.].

 

Nota Sobre Concurso Literário “Natureza 2017-2018”:


Terá início a 1 deDezembro.
Serão aceites poemas e contos com o tema “Natureza” (“proteção do ambiente”, “amor e ambiente”, “natureza humana”, “natureza do mar”, entre outras variantes).

Pelos fogos florestais de Pampilhosa da Serra e Arganil

por talesforlove, em 11.10.17

Porque o fogo deve ser também sinónimo de guerra e porque o bom senso de não destruir a natureza, a nossa casa, é também a causa deste blog, fica hoje um poema de Guerra Junqueiro (15 Setembro 1850 - 7 Julho 1923).

 

Canção da Batalha

Que durmam, muito embora, os pálidos amantes,
Que andaram contemplando a Lua branca e fria...
Levantai-vos, heróis, e despertai, gigantes!
Já canta pelo azul sereno a cotovia
E já rasga o arado as terras fumegantes...

Entra-nos pelo peito em borbotões joviais
Este sangue de luz que a madrugada entorna!
Poetas, que somos nós? Ferreiros d'arsenais;
E bater, é bater com alma na bigorna
As estrofes de bronze, as lanças e os punhais.

Acendei a fornalha enorme — a Inspiração.
Dai-lhe lenha — A Verdade, a Justiça, o Direito —
E harmonia e pureza, e febre, e indignação;
E p'ra que a labareda irrompa, abri o peito
E atirai ao braseiro, ardendo, o coração!

Há-de-nos devorar, talvez, o incêndio; embora!
O poeta é como o Sol: o fogo que ele encerra
É quem espalha a luz nessa amplidão sonora...
Queimemo-nos a nós, iluminando a Terra!
Somos lava, e a lava é quem produz a aurora!

Guerra Junqueiro, in 'Poesias Dispersas'

"Oração da Árvore" por Veiga Simões em 1914 - Ontem 3 meses após Pedrógão

por talesforlove, em 18.09.17

Oracao da arvore.JPG

 Nota: Fica o convite para subscrever este blog, incluindo o seu endereço de e-mail na caixa no topo desta página e clicando "subscrever". Obrigado.

Sobre "Luna Lina" por Júlio Carlos Alves

por talesforlove, em 07.08.17

Podem ver detalhes em:

https://www.youtube.com/watch?v=9UN74vwFSWo

 

Até breve.

Poema - Minha Natureza

por talesforlove, em 23.07.17

Minha Natureza

Sou todo teu. Ossos, carne, pó.
E basta estar ao teu lado, nu
Para me não sentir jamais só.
Somos assim: pedaço do mundo cru.

E quando um dia morrer...
Aceitar-me-ás de novo; teus braços.
Feliz estarei por sermos de novo um crer.
Renascerei em flor, árvore, em cor, de sóis baços.

Sou teu, é este o meu eterno verde dever.
Folha, sol, mar, sal, amanhecer: ser.

 

por Rui M.

Texto de quase Crítica literária - "No topo das árvores" por Kiara Brinkman

por talesforlove, em 02.07.17

No topo das árvores, Kiara Brinkman
Editorial Estampa (2009), Lisboa, pp. 295

A escritora Kiara Brinkman nasceu em 1979 no Omaha, Nebraska (EUA) e é autora da obra “No topo das árvores” a qual foi muito bem acolhida pela crítica e leitores. Também escreveu pequenos contos, de qualidade assinalável. Viu alguns dos seus contos justificarem o reconhecimento do The Best American Short Stories 2006 (Melhores Contos Americanos de 2006).
O livro é o relato, na 1ª pessoa, feito por um rapaz, sensível e poético, portador de Síndrome de Asperger, autismo. Muito cedo, a sua voz começa por descrever-nos, de forma cristalina e tranquila, o mundo que o rodeia, bem como as experiências que este lhe proporciona. No entanto, a partir do momento em que a sua mãe morre inesperadamente, sucedem-se acontecimentos que o forçam a olhar o mundo de renovadamente, sem que tal abale a paz que a sua narrativa nos transmite.
A prosa deste romance é leve, lê-se facilmente, sem sobressaltos, mas ensina-nos a ver com os olhos de alguém que pode ser classificável de “diferente”, deixando para trás a suspeita de essa adjectivação poder ser fútil, pois, afinal, todos somos “diferentes”, sem que tal seja taxativamente negativo.
Adicionalmente, eventualmente quase subliminarmente, surge a ligação à natureza, que vem à tona, em referências tais como "jardim“, “flores”, “vegetais comestíveis” ou as “copas das árvores”, logo no título. Não é inocente. É como se o protagonista fosse como as árvores: o resultado de uma força mais forte, invisível, dominadora, que “está lá” sem pedir permissão, sem sequer ser digna de questionamento, por ser tão óbvia a inevitabilidade da sua presença. Foi a nossa mãe natureza que criou as árvores e a todos nós. Tem a força do “que é”, sem que possamos duvidar desse facto.
Quando morre a mãe do protagonista, todo o rumo da história muda, levando-nos a pensar o que seria se fosse a mãe natureza que apresentasse sintomas de morte. Todavia, a tragédia é retratada com uma proximidade fria e quente, simultaneamente. Quente porque a morte é sentida profundamente no desenrolar dos eventos e fria porque o rapaz continua a sua vida, sofredor, mas inesperadamente vitorioso, quando os sentimentos poderiam ditar desfecho oposto.
A prosa deste romance transmite a simplicidade da nossa ligação naturalística, tão evidente quanto o amanhecer, fresco, a cada novo dia. Uma renovada mensagem ecologista e humanista, talvez “eco-humanista”.

Antologia "Natureza 2016" Já Disponível

por talesforlove, em 16.05.17

Bom dia!

 

Já se encontra disponível a Antologia "Natureza 2016" a qual pode adequirir com a contrapartida de um pequeno donativo!

Contacto: ruiprcar@gmail.com

Um grande abraço!

Viva a literatura!

Um livro de Sophia de Mello Breyner Andresen - A Floresta

por talesforlove, em 01.05.17

A escritora Sophia de Mello Breyner Andresen também escreveu sobre o tema "natureza" pelo que se recomenda um olhar atento ao livro "A Floresta"

É interessante verificar que existe um enquadramento emocional interligado com a temática natural. Ambos resultam em algo singular que possui um apelo muito próprio.

Por exemplo, a recomendação do Rei dos Anões «Confia nas crianças, nos sábios e nos artistas.» é algo profunda e não parece, à primeira vista, algo ligado à natureza entendida enquanto plantas e animais. Ela vai mais além.

 

Boas leituras!

 

 

Principais Resultados da Categoria Poema - Natureza 2016

por talesforlove, em 15.03.17

Bom dia.

É com grande satisfação que finalmente apresentamos os resultados para a categoria poema. Note-se que ainda falta divulgar os poemas que vão fazer parte da Antologia, além dos 5 primeiros classificados. Estes, serão divulgados muito em breve.

 

1.º - Jardim
       Brasil
 
       Poema "Prometeu" - "vejo pássaros em revoada"
 
 
2.º - Eduardo Soares
       Brasil
   
       Poema "Vento"
 
 
3.º - Alberto Arecchi
       Itália
 
       Poema "Noite de Primavera"
 
 
4.º - Ana Maria Prande Pereira
       Brasil
 
       Poema "Minha árvore de flores amarelas"
 
 
5.º -  Joana Vicente
       Portugal
 
       Poema "Mar"
 
 
Parabéns!
Até breve.
 
A Equipa.

 

Menções Honrosas - Categoria "Conto"

por talesforlove, em 22.02.17

 

"In Carcere" por Vítor de Lerbo, Brasil

"Camiranga" por Thásio Ferreira, Brasil

"As Tribos" por Luis Amorim, Portugal

"Da Natureza Humana" por Jober Rocha, Brasil

"Os sorrisos verdadeiros vinham em momentos especiais" por Eduardo Ferrari, Brasil

"Lição de vida" por Edweine Loureiro, Japão

"Barco Solitário" por Evandro Gaffuri, Brasil

"Sementes Invisíveis" por Louise Ribeiro, Brasil

"Derrame-se a natureza" por Nilton Silveira, Brasil

"A cor da noite" por Eduardo Soares, Brasil

"Uma prosa inusitada (a fábula contemporânea)" por Ricardo Lavaca, Brasil

"Moradores do alto" por Arai Santos, Brasil

"Mestres em Gaya" por Iná de Siqueira, Brasil

"O chorão" por Aparecida Gianello, Brasil

"Destino de Flor" por Cavaleiro de Cervantes, Brasil

 

Parabéns.


Alguns contos extras serão incluídos na Antologia final e tal será conhecido aquando da disponibilização do livro digital.


Entretanto, está prevista a divulgação do resultado da categoria "Poesia" em inícios de Março. Pedimos desculpa pela demora mas a qualidade dos trabalhos recebidos obriga a uma leitura muito cuidada dos mesmos.
 
Até breve.
A Equipa

 

 

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