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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo :-)

Contos das Estrelas

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Uma Foto e Informação Útil

por talesforlove, em 31.03.20

No contexto da luta contra o Covid-19 fica aqui o link para um grupo que está a criar uma App com informação para todos:

https://github.com/WorldHealthOrganization/app

 

E

O nr de apoio para contribuir para construção de hospital no Campo Pequeno em Lisboa:

761 107 107

20200329_165408.jpg

Até breve.

Hoje pelo Planeta Terra

por talesforlove, em 28.03.20

Hoje das 8 e meia às 9 horas da noite, devemos diminuir o consumo de eletricidade.

 

Por todos nós.

Até breve.

Uma Foto Um Conselho

por talesforlove, em 27.03.20

Vivemos uma situação muito estranha e fica aqui um conselho aos amigos e amigas leitores(as) que estão em casa.

Uma forma comprovada de suportar situações de isolamento é, por exemplo, ter um caderno em que cada folha é um dia, em que se indicam tarefas a realizar, eventualmente para determinadas horas.

Caso não tenha um caderno mas uma folha de papel, pode-se reservar uma ou duas linhas, para cada dia, para o mesmo objetivo.

Por fim, verificar que se conseguiu algo, pese embora as dificuldades, significa que valeu a pena. 

Nós valemos a pena.

20200326_141201 (1).jpg

 

Até breve.

Poesia e Esperança e Fado

por talesforlove, em 23.03.20

É assim

 

É à luz dos teus poemas

Que deslindo mil teoremas

Primeiro o do amor, depois o da dor

e por fim o desse sideral calor.

 

É pela luz da tua poesia

Que nessa tristeza dolente

Sinto a paradoxal alegria

De quem sofre e está contente.

 

E é assim que da ombreira desejo,

Feitas a lápis de cor, as cores deste meu amor,

Rendido ao poético tremor deste ardor.

 

Sou finalmente o além aquém,

Sem nexo, sem mais nada só

Sinopse do frio azul com a luz distante.

 

(Final de 2016)

 

È così



È alla luce delle tue poesie
Che scopro mille teoremi
Prima dell'amore, poi del dolore
e infine il caldo di quel sidereo.

È alla luce della tua poesia
Che  in questa dolente tristezza
Sento la paradossale allegria
Di chi soffre ed è contento.

Ed è così che dalla soglia del desiderio,
Fatte in matita colorata, i colori di questo mio amore,
Arreso al poetico tremore di questo ardore.

Sono finalmente lontano,
Senza un collegamento, senza nient'altro solo
Sintesi del freddo blu con la luce lontana.

(Fine del 2016)

 

Joana Amendoeira: Todas as horas sao breves (2010)

Até breve.

 

Uma Poesia e Um Conselho de Prevenção

por talesforlove, em 22.03.20

A sós

 

Sós, somos o profundo abismo,

P'las estradas pedaços de nada

O monólogo sem interlocutor e

A solitária floresta encantada...

 

Recentemente têm surgido várias informações na televisão, relativamente à utilização de álcool para desinfetar superfícies. Um dessas informações refere que o álcool deve ser a 70 % para que possa ser verdadeiramente útil para matar o covid-19.

Sucede, que muitas pessoas, inclusive eu próprio, compraram álcool a 95 ou 96 % e portanto, menos eficaz. Portanto, o desafio é transformar álcool a 96 % em álcool com uma concentração entre 61 % a cerca de 70 %. O facto de comprarmos um frasco com álcool a 96 % significa que este tem uma porção de 4 % de água e o restante é o álcool puro misturado. Sabendo isto é uma questão de fazer uma conta simples. Posto isto sugiro misturar, por exemplo, 36 partes de álcool (a 95 ou 96 %) com 14 partes de água ou um número diferente de partes mas que mantenha a mesma proporção. A ideia é evitar que o álcool se evapore demasiado depressa, antes mesmo de matar o vírus. A água atrasa o processo de evaporação do álcool.

Esta informação não dispensa a consulta da DGS mas está correta, foi confirmada.

Até breve.

 

Chegou a Primavera - Dia da Poesia

por talesforlove, em 21.03.20

30 flor 1 pt.jpg

30 flor 2 pt.jpg

Até breve.

Poesia, Música: Portugal mais forte que o Covid-19

por talesforlove, em 19.03.20

Imaginária

 

Tu, és a minha Ausente.

Quando desfolhas as tuas palavras,

Te sinto perto, à minha porta.

És o fogo, e dentro de mim lavras.

 

Talvez a candura que nelas repousa

Seja a razão para o que sinto.

Ou o sibilo o melancólico daquela que ousa.

O presságio trágico do amor que sinto.

 

Mas, tu nem sempre comigo vens.

Também és longínquos aléns!

Rio revolto... solto!

 

Palavras, que recordo, passam-me pelas mãos.

Têm amarras, anzóis e agulhões!

Mas, o vento vela-as para o sideral longe...

 

A Missão - "O Oboé de Gabriel"

The Mission - "Gabriel's Oboe" (cover by Bevani flute)

 

bandeira-de-portugal.jpg

Até breve.

 

 

 

 

Foto do Zoo de Lisboa (3) e um Poema

por talesforlove, em 18.03.20

A 12 de Março no Zoo de Lisboa.

Zoo 3 30.jpg

 

Em verde e cinza

 

A cidade que ignora a natureza

ignora a dádiva do oxigénio...

A natureza que ignora a cidade

ignora um dos seus belos frutos...

 

Cimento, areia, água, prego, aço frio,

movimento, ceia, mágoa, dor, amor...

Flor, planta, ave, humano, condor,

Todos, pedaço ao largo de rio...

 

Entre a cidade e a floresta

há mais em comum que pedaços frios:

Existe o calor do sonho,

sem tempo, morada ou resignação!

 

a 25 de Abril de 2017

 

Até breve.

Foto do Zoo de Lisboa (2) e um Poema

por talesforlove, em 17.03.20

Uma outra foto no Zoo de Lisboa a 12 de Março de 2020.

Zoo 2 30.jpg

Dislexia semântica

 

Há a frustração do correr mas jamais chegar.

A castração da criação pedindo perdão.

O impulso súbito de não querer ser em vão.

A travagem brusca de quem se quer deitar.

 

Há a inconsistência de amar a vida e a morte,

De quem por Destino aceita a tal sorte

E ainda o florido imenso do Alentejo

E ainda a ausência de quem já não vejo.

 

Mas há ainda a força das palavras

A força da fonte que jorra no Verão

E o vermelho rubro do sangue do meu coração.

 

E há o trocar do sofrer por sofrer

Pelo eterno amanhecer, renascido,

De quem perdura por tanto escrever...

 

Até breve.

Foto do Zoo de Lisboa (1) e um Poema

por talesforlove, em 16.03.20

No Zoo de Lisboa a 12 de Março 

zoo1 30.jpg

 

Branca Flor

 

Também tenho uma rosa branca para ti.

É a mais bela flor que já vi.

As suas pétalas são doces: come-as...

A sua cor é pura: concorda e observa-as...

 

Pega nela com cuidado e crê.

Cheira-a e deixa-te enlevar,

Pelo clamor de quem primeiro a vê,

Pela resignação de quem se deixa levar.

 

Mas, o caule que lhe dá vida tem espinhos.

E o branco suja-se mais depressa...

E és tentada a com ela beber doces vinhos...

 

Mas, a sua beleza consola-nos, não é?!

E a sua cor de neve é doce e leve,

Ainda que a sua vida seja de estames e breve...

 

Até breve.

meta

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