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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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"O Que de Verdade Importa" - Filme solidário com o IPO

por talesforlove, em 17.09.18

Vale a pena ver este filme...

 

 Um filme solidário. Pela causa do cancro, em Portugal.

De luto / pelo Museu Nacional do Brasil

por talesforlove, em 04.09.18

De luto / pelo Museu Nacional do Brasil

 

https://www.publico.pt/2018/09/03/culturaipsilon/noticia/museu-nacional-do-brasil-era-maior-museu-de-historia-natural-da-america-latina-1842833

 

https://www.dn.pt/mundo/interior/-museu-nacional-estava-degradado-e-sem-dinheiro-9794392.html

 

 

1 de Setembro 2018

por talesforlove, em 01.09.18

Este é um blog dedicado a literatura e à natureza, sediado em Portugal, pelo que se justifica plenamente olhar para Espanha. Fomos ver como o escritor Cervantes (de Dom Quijote de la Mancha) marcou este país. Fomos a Anadaluzia e verificámos como a sua cidade principal, Sevilha, homenageia os seus escritores. Vimos belas planícies, quentes, como fogo, e flores dependuradas em belíssimos vasos, mesmo junto a monumentos com jardins poéticos.

 

 

andalucia1.jpg

andalucia2.jpg

andalucia3.jpg

 

 

 

Esta natureza poética, recorda-nos o Peru, com Leo Rojas (El Condor Pasa) e a sua música sempre muito irmã da floresta e das montanhas selvagens.

 

 

 

Neste Agosto, os fogos em Monchique relembraram a importância de uma Floresta bem gerida.

 

https://observador.pt/2018/08/04/mais-de-40-incendios-em-todo-o-pais-fogo-de-monchique-agravou-se-e-ficou-descontrolado-durante-a-tarde/

e

https://www.publico.pt/2018/08/07/sociedade/noticia/fogo-de-monchique-ja-destruiu-mais-de-16500-hectares-1840300

 

     

 

 

 

Afinal, como diria Emily Dickinson:

 

Florescer – é Resultar – quem encontra uma flor

E a olha descuidadamente

Mal pode imaginar

O pequeno Pormenor

 

Nota: tradução de João D.

 

Terminamos com um poema da Polónia, por Eliza S.

 

Translated by Artur Komoter

 

Just for a Moment

 

If the world stopped for a moment,

I could sit,

listen to the silence that becomes,

watch how

a river stops flowing,

how the trees congeal into motionlessness.

 

If the world stopped for a moment,

and I with it?

I would not see

flowering meadows,

where a river becomes just a line,

and the still trees

look like sculptures,

I would not hear the ubiquitous silence.

 

If the world stopped

even for one day

then people –

could not hurt people.

 

Tylko na chwilę

 

Gdyby świat zatrzymał się na chwilę,

mogłabym usiąść,

posłuchać jak staje się cisza,

patrzeć jak

rzeka przestaje płynąć,

jak drzewa zastygają w bezruchu.

 

Gdyby świat zatrzymał się na chwilę,

a ja razem z nim?

Nie widziałabym

ukwieconych łąk,

na których rzeka staje się tylko linią,

a nieruchome drzewa

wyglądają jak rzeźby,

nie słyszałabym wszechobecnej ciszy.

 

Gdyby świat zatrzymał się

choć na jeden dzień

wtedy ludzie –

nie mogliby krzywdzić ludzi.

 

Tradução para Português por Rui M.

 

Apenas por um momento

Se o mundo parasse por um momento,
Eu poderia sentar-me
ouvir o silêncio que surgiria
e observar como
um rio pára de fluir
e como as árvores se detêm em gélido imobilismo.

Se o mundo parasse por um momento,
e eu com ele?
Eu não veria
prados floridos,
onde um rio se torna apenas uma linha,
e as árvores imóveis
fossem semelhantes a esculturas,
Eu não ouviria o silêncio omnipresente e total.

Se o mundo parasse
mesmo por um dia
então as pessoas -
não poderiam ferir as pessoas.

 

 

Subscreva este blog.

Até breve.

"Rui" um poema por Viviane P. (Brasil)

por talesforlove, em 31.08.18

Rui
 
Rui Carlos de Avelar
Rui Raposo  Aragão
Rui Alcântara Moreira
Rui Augusto de Queiroz
Rui Alberto Porto e Silva
Rui de Castro Andrade Costa
Tua  escrita me deu voz!
 
 
 
Rui Batista Brito Sousa
Rui Mota Borges Vaz
Rui das Fontes Alencar
Rui Mathias de Bragança
Rui Felipe de Albuquerque
Rui Mendonça Escobar
Rui Seabra Maciel
Rui: me destes esperança!
 
 
 
Rui Machado de Aguiar
Rui Lopes de Assunção
Rui Rodrigues Pereira
Rui Mendes Valadão
Rui Fernandes de Jesus
Rui Pereira Pinto Alves
Rui : eterna gratidão!

 

Muito obrigado pela gratidão e apoio.

Sabe bem ser bem-vindo e reconhecido.

 

Até breve.

 

A cinza...

por talesforlove, em 31.08.18

riocinza1.jpg

Um ano após os incêndios, ainda a cinza nas águas dos rios, após descer as encostas das montanhas, com a ajuda das chuvas.

Duas árvores a crescer...

por talesforlove, em 02.08.18

Hoje partilhamos duas fotografias de árvores nascidas, porque semeadas, no contexto deste blog. A primeira foto é a de um Carvalho, com cerca de 20 centímetros de Altura, e a segunda é a foto de uma azinheira, com cerca de 10 centímetros de Altura.


Que bom imaginar estar árvores, um dia, enormes e capazes de sobreviver a um qualquer fogo que as ameace!
 

carvalho oak.jpg

 

azinheira.jpg

 

 
 
Por fim, fica a música "verde" e "pura" de James Carter.
"The colour of silence" - "A cor do silêncio"
 

 

 
Até breve e boas leituras.
 

1 de Agosto - Homenagem a Celeste Rodrigues - Homenagem ao Fado

por talesforlove, em 01.08.18

Agosto chegou com o seu calor. Talvez um pico de calor devido ao aquecimento global ou apenas, tão só, um capricho da natureza.
Mas hoje, despediu-se de nós uma força da natureza: Celeste Rodrigues, aos 95 anos, pelo que o melhor será reconhecer que após este facto, nada mais há que se possa dizer.

Fiquemos pois com dois vídeos em sua homenagem, e muita saudade.

 

 

 

 

Até breve.

Boas leituras, bom descanso e um abraço. 

O Livro "(IN) CONSTANTE" por José Vieira

por talesforlove, em 31.07.18

Tentativa de crítica literária da obra (IN) CONSTANTE (2018)

 

(IN) CONSTANTE é um livro de poesia que parte dos conceitos de inconstante, ou seja, que é instável, e constante, ou seja, que é firme, o oposto do primeiro. Todavia, logo na poesia UM se refere “Era noite e ela partiu.” Assim, física e emocionalmente o autor nos leva a um movimento entre estes dois polos da existência. Em impulso, este livro parece resultar do objetivo aparente de se pretender construir um “pêndulo poético” que confronta o “absurdo”.

Surgem muitas perguntas e muitas respostas ao longo desta obra que nos parece querer confrontar mais que apaziguar e, se nos apazigua, é porque, por vezes, nos relembra o que já sabemos, se o soubermos, como um relógio despertador que nos quer arrancar de um sono letárgico. A obra pode ser vista como um instrumento de questionamento e por essa via de moldagem da ação do leitor.

E, quando encaramos o poema TRINTA, que começa com:

“Viver

É como uma folha de árvore

Que cai numa tarde de Outono”

surge na nossa mente uma questão: “porquê?!” não nos surpreende um poema longo, talvez demasiado, arriscando a repetibilidade, atendendo a que refere o mito de Sísifo, ou talvez não o seja, considerando que a pergunta inicial remete implicitamente, neste caso, para complexidade, cuja resposta ou explicação não é banal.

Sim, este livro pela poesia sem rima, “livre” e questionadora, convida a releitura se a vida para isso nos preparar…

 

Contacto do autor: teresavieiralobo@sapo.pt

 

O livro: https://www.leyaonline.com/pt/livros/poesia/in-constante-ebook/

 

NOTA: Tal foi a força criadora do autor que alguns erros ortográficos passaram para esta primeira edição. Algo que pode esclarecer através do contacto disponível.

 

Até breve.

Dois poemas por Ricardo S. (Brasil)

por talesforlove, em 31.07.18
Devasso desejo!
 
O sono profundo toma conta do meu ser;
Vastos são os desejos que afloram no meu corpo ao fechar dos olhos;
O véu da noite brilha radiante; como uma raposa do deserto, eu farejo os teus rastros, sinto a brisa fresca carregar o teu perfume por quilômetros sendo impulsionados pela poeira levantada do teu vestido de cor vermelho escarlate;
Quando balanças teus cabelos e andas com teus passos largos, as flores em tua volta se envergonham com tamanha beleza e se escondem ofendidas;
Tu não és musa, não és miss, muito menos princesa, mas o teu peso, a tua presença física e o teu poder sobre a natureza e os mortais te dão status de Deusa!
No teu caminhar, até a tua sombra ganha vida, quando passas rente ao mar, o teu poder é sentido, deixando as ondas sem direção e longe da calmaria;
Tu carregas em teus braços o segredo da sedução e da servidão, a magia das ilusões, a chama que aquece os corações dos puros, o sono dos amantes e a chave do que se chama amor!
Tu atormentas os homens oferecendo desejos que jamais serão alcançados;
Por que carregar tantos corações apaixonados no teu manto sagrado da perdição, se sabes que todos os homens jamais irão possuir o que querem de ti?
 
Amor à primeira vista
 
Real e lúdico ao mesmo tempo, energia paralisada;
O mundo deixa os seus movimentos de rotação e translação para trás por alguns minutos;
É o começo de uma vida a dois, sabendo que vai dar certo antes de acontecer;
Troca de olhares cheios de mistérios e enigmas incompreendidos pela grande maioria dos seres vivos;
Momento natural e único, eternizado com o doce sabor do tempo;
Amor que já nasce com o tema de uma boa novela ou de uma bela poesia.
Privilegiados, são os que sabem amar com o soprar do vento no rosto, com o calor crescente tomando conta do corpo sendo acompanhado de batidas aceleradas do coração.
Amor a primeira vista, me perdoem os que nunca sentiram; confesso que é para poucos!
 
Até muito em breve.
 

Fogos na Grécia e no Norte da Europa

por talesforlove, em 24.07.18

Uma nova tragédia ambiental.

 

Mais informação aqui:

https://observador.pt/videos/atualidade/fogos-na-grecia-as-chamas-ja-nos-queimavam-as-costas-quando-mergulhamos-no-mar/

e

https://www.dn.pt/mundo/interior/fogos-na-grecia-causam-pelo-menos-24-mortos-e-mais-de-100-feridos---novo-balanco-9628835.html

 

Um novo poema para esta situação, faz sentido.

Quem o desejar escrever pode enviar para: ruiprcar@gmail.com

 

Um abraço.

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