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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 4 a 24 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

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Termina hoje a Feira do Livro de Lisboa 2019

por talesforlove, em 16.06.19

FeiraFoto3.jpg

Termina hoje a Feira do Livro fica a clara noção que está ainda melhor que antes.

Até breve.

Quadra da Selecção de Futebol 2019

por talesforlove, em 13.06.19

Ó meu rico Santo António dá-me a tua mão
e ajuda o Ronaldo a marcar mais um golo pela Seleção!
E já agora que marque também o nosso Guedes,
pois eu sei que ele marca sempre que lhe pedes!

 

Fica a página da Feira do Livro de Lisboa:

https://feiradolivrodelisboa.pt/

 

Até breve.

Uma Marcha para o Santo António por Catarina C.

por talesforlove, em 13.06.19

Santo António de Lisboa e do mundo

 

Santo António de Lisboa

“É o santo de todo o mundo”.

Nasce e vive em Lisboa

Coimbra o tornou profundo.

 

Sábio fez vida a pregar,

Mas nem sempre foi bem vindo.

Aos peixes resolveu falar

E eles calados, ouvindo !

 

Refrão

Com seu rio de águas calmas,

Lisboa tem brilho e luz.

Nas colinas batam palmas

À marcha que nos conduz !

Marcha o povo, e marcha bem,

Vamos assim celebrar.

Feliz canta quem tem

Santo António para o casar !

Mas foi longo seu percurso

Desde que era Bulhões,

De milagres tantos fez

Terminou a dar sermões.

Diz o papa e tem razão :

“Santo é o rosto mais belo”.

Fez milagres com o pão

Desde o convento ao castelo.

 

Refrão (2x)

 

Com seu rio de águas calmas,

Lisboa tem brilho e luz.

Nas colinas batam palmas

À marcha que nos conduz !

 

Marcha o povo, e marcha bem,

Vamos assim celebrar.

Feliz canta quem tem

Santo António para o casar !

Santo António para o casar !

Santo António para o casar !

 

Até breve.

Dia de Portugal, de Camões, e das Comunidades Portuguesas

por talesforlove, em 10.06.19

Um soneto de Luís Vaz de Camões

 

Alegres campos, verdes arvoredos,
claras e frescas águas de cristal,
que em vós os debuxais ao natural
discorrendo da altura dos rochedos;

silvestres montes, ásperos penedos,
compostos em concerto desigual,
sabei que, sem licença de meu mal,
já não podeis fazer meus olhos ledos.

E pois me já não vedes como vistes,
não me alegrem verduras deleitosas
nem águas que correndo alegres vêm.

Semearei em vós lembranças tristes,
regando-vos com lágrimas saudosas,
e nascerão saudades de meu bem.
 
Uma fotografia de mangerico em plena Feira do Livro de Lisboa:
 

mangericofeira2019.jpg

Até breve.

A poucos dias do Dia de Santo António

por talesforlove, em 09.06.19

Baseado no romance "Romeu e Julieta" de William Shakespear e porque também estamos em plena Feira do Livro de Lisboa.

André Rieu - Love theme from Romeo and Juliet

Uma nova foto da Feira do Livro:

FeiraFoto2.jpg

Este ano a preservação do ambiente está, finalmente, no centro da Feira, tal como a adopção de sacos de papel o demonstra. Faz-nos lembrar que as árvores são necessárias para o habitat de tantas espécies selvagens, dir-se-ia que de todas, tal como é o exemplo do Lobo, que na A24, em Portugal, foi alvo de um cuidado adicional ao adicionarem-se vedações em ambos os lados da via, com passagens que só abrem no sentido em que os animais ficam seguros.

Sem dúvida, um longo caminho, mas gratificante, o da preservação da natureza.

Até breve.

 

Uma Fotografia da Feira do Livro de Lisboa 2019

por talesforlove, em 09.06.19

FeiraFoto1.jpg

Até breve.

A Capa da Antologia "Natureza 2018 2019"

por talesforlove, em 06.06.19

capa1Pt.jpg

 

Até breve.

Sobre Agustina, Manoel de Oiveira e o dia de Hoje

por talesforlove, em 03.06.19

Hoje fica o conselho para ler, entre tantas opções possíveis, o seguinte texto, simples e curto, sobre Agustina Bessa-Luís.

https://bomproveito.blogs.sapo.pt/saio-da-gaiola-com-agustina-20994

Até breve.

Em 1 e 2 de Junho 2019, em 3D

por talesforlove, em 02.06.19

Finalmente Junho, o Dia da Criança e a proximidade renovada do Verão, em Portugal… que saudades.

Este mês apresentamos alguns poemas, um desenho e um primeiro poema em 3D, para ser visto com os óculos próprios. Uma novidade que esperamos que gostem.

 

TERRA FERIDA por Simone Genari (Brasil)

 

A terra ferida, reclama sua vida

Tomaram-lhe o pulso,

Seu ar ficou escuro e seu olhar turvo

Abriram-lhe as chagas, roubaram-lhe a alma

Sufocaram sua voz, secaram sua foz

A terra ferida reclama sua vida

Em seu sonho há geleiras, tundras e cerrados

Se recorda dos lagos e dos verdes prados

Já não caem lhe as lágrimas, já não enxerga a beleza

Seu pranto seco causa-lhe dor e tristeza

A terra ferida, reclama sua vida

A esperança se foi assim como os rios

Só sobraram seus filhos e seus desvarios

No fio da sua vida entre tantos aparatos

Os filhos aguardam, sentindo-se ingratos

Ela suspira em vão, respira por aparelhos

Desfalece no chão, tem seus olhos vermelhos

A terra ferida, reclama sua vida

Ela que jovem, foi cortejada em verso

Só queria em seu sonho permanecer no universo

Febril e com suor escorrendo na testa

Ela se agarra aos minutos que o destino lhe empresta

Sequer teve tempo de deixar testamento

Sua morte lenta é um suave lamento

A terra ferida , já não tem mais vida

Seus filhos tardios lhe pedem o perdão

Lamentam sua existência ter sido em vão.

 

poema3D.jpg

poemaEsvoacarComNome.jpg

 

Até breve.

Fogo de papel

por talesforlove, em 01.06.19

A 17 de Junho e a 15 de Outubro, do mesmo ano, abateu-se sobre Portugal uma catástrofe ambiental provavelmente sem paralelo no passado. Os fogos florestais não só tiraram a vida a mais de 100 pessoas, de uma forma horrível e quase em direto através dos canais televisivos, como ficou evidente a total incapacidade para as evitar. Querer salvar alguém e não o conseguir é certamente uma das maiores dores que um ser humano que sobreviva a uma catástrofe poderá sentir, quero acreditar.

Depois do choque vieram os ‘porquês’ sempre dignos de debate mas também e sem possibilidade alguma de refreamento surgiram as respostas evidentes para todos, ainda que não sejam peritos: por exemplo, o excesso de eucalipto. Agora, é também aparentemente evidente que o muito que entretanto foi feito não é suficiente, afinal havia tanto que deveria ter sido realizado antes e que não o foi, certo? Parece que o potencial excesso de eucalipto nas zonas ardidas espera apenas o tempo devido para se voltar a manifestar, após o crescimento das árvores em recuperação…

Tudo o que acabo de referir parece ser óbvio, assim como é garantido que o plástico a ser substituído pelo papel nas embalagens significa resolver um problema com um outro potencial problema, se bem que aparentemente menos drástico. Em 2016, na Europa, 40 % do plástico usado servia em embalagens e em segundo lugar no consumo, surgia, com 20 %, o setor da Construção (Fonte: PlasticsEurope). Este facto, significa que a eliminação ou a redução do plástico no acondicionamento dos produtos, é o caminho certo. Todavia, no futuro, é uma hipótese o regresso do plástico às embalagens porque, por exemplo, o projeto europeu EcoBioCap, desenvolveu um biopoliéster biodegradável, ou seja, um novo plástico. Convém recordar que se o plástico atual fosse biodegradável não seria o problema que hoje é e o abate de árvores para produção de papel acondicionador de produtos não seria necessário. Sem dúvida, pelo menos neste caso, devemos ter uma esperança fundada em dias melhores.

Até breve.

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