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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com Boas leituras!

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Poesia original "Em Primavera"

por talesforlove, em 17.02.17

Em Primavera

 

Sou primavera, de luz, radiante,

Nunca serei turista, somente,

Sou folha, luz verde, clorofila,

Sou estático, leal, perene,

Respiração, redução de oxigénio.

 

Florença, dos meus sonhos intemporal,

Sou flor, do masculino espinho;

Sou viagem imaginária, sem avião, sem bagagem,

Sou renascido em (r)esperança primaveril,

Também que não voa, por não reconhecer o céu.

 

Sou apenas porque ser é pertencer.

 

Mas, o mundo contém-me, não fujo.

E se não posso, é melhor não querer...

 

Há lá árvore que não voe em folha

e não seja mundo, fixa, raiz, profunda?

 

por Rui M.

Categoria "Conto" Domingo dia 19 de Fevereiro

por talesforlove, em 13.02.17

Bom dia Autores e Amigos,

 

O resultado da categoria "Conto" será divulgado no Domingo dia 19 de Fevereiro de 2017.

A categoria "Poema" e "Trabalhos para Antologia", no final dessa mesma semana.

 

Pedimos desculpa pelo incómodo.

Melhores cumprimentos,

A Equipa

Mikkel Solnado e Joana Alegre "E agora?"

por talesforlove, em 06.02.17

Mikkel Solnado canta em Português

 

https://www.vagalume.com.br/mikkel-solnado/e-agora.html

 

"E Agora" de Mikkel Solnado

por talesforlove, em 18.12.16

Letra:

https://www.vagalume.com.br/mikkel-solnado/e-agora.html

 

Música:

https://www.youtube.com/watch?v=FqUjOgq88Cs

 

Até breve.

Golgona Anghel - Poema do livro Vim porque me pagavam.

por talesforlove, em 16.04.16

http://podcasts.rtp.pt/nas2.share/wavrss/at2/1604/4067433_202990-1604122123.mp3

Poema de Carnaval 2016

por talesforlove, em 06.03.16

Parte I – Natureza revolta

 

É o reverso do estiolar de Verão,

o eterno primeiro momento Primaveril,

do despontar da primeira flor, primeira cor,

do sorriso imaculado da criança crente e mascarada.

 

Sendo a vitória da emoção sobre a razão,

Da furiosa liberdade da floresta encantada,

É fluido de música colorida no qual emergimos,

Na rua, na discoteca, na fita de papel e no que fingimos.

 

Parte II – Se tudo é magia

 

Quando envolta em música e magia emergiste,

Não sei o que sentiste, nem porque sentiste,

Só sei que princesa não eras, nem visão,

E que apenas mentira Medieval também não.

 

A tua mão, fria, dilui-se na máscara de Carnaval,

E os teus olhos, quentes, em cereais de chocolate imaginário.

Talvez fossem, afinal, a mágica tonalidade da música,

Que a electricidade dos nossos corpos ampliava, em súplica.

 

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