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Contos das Estrelas

Neste blog são apresentados conteúdos literários. Para qualquer assunto podem contactar o autor via ruiprcar@gmail.com. Aceitam-se contributos de outros autores, de 10 a 14 de cada mês, relativos ao tema Natureza ou Universo. :)

Contos das Estrelas

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Donativos...

por talesforlove, em 26.10.17

donat.jpg

 Obrigado.

Professor Marcelo Rebelo de Sousa - Momento de Amor - Incêncios de Portugal

por talesforlove, em 22.10.17

marcelo.jpg

 

Vamos todos ajudar.

 

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Apoio nos Incêndios em Portugal

por talesforlove, em 21.10.17

Estamos a organizar envio de donativos (alimentos, roupas e livros) para Arganil, como ajuda a quem ficou sem nada com os fogos florestais.

 

Caso deseje ajudar, contacte-nos através de:

ruiprcar@gmail.com

 

Muito obrigado.

"A Paixão de Van Gogh" Um filme com poesia...

por talesforlove, em 18.10.17

 

Como foi feito:

 

Estreia amanhã em Portugal.

Um filme pintado.

"Gotas de Chuva" - um poema por Pedrógão e tantos outros locais

por talesforlove, em 17.10.17


Gotas Ophéliares que cortam os ares,
Dos céus vindas, em setas, milhares,
e se cravam no solo e lhe sopram a vida,
que nos devolvem a esperança...
que nos prometem a futura bonança,
que nos livram, já hoje, do inferno,
e nos fazem desejar o Inverno...
que nos fazem esquecer sonhos (e pesadelos) de Verão,
que... nos devolvem o sono. Terno.
Que nos permitem repousar.
Repousar.
Chuva que lavas as nossas faces.

Novos autores e seus contributos a cada mês

por talesforlove, em 16.10.17
Esclarecimento: relativamente a novos contributos de autores que não o proprietário do blog, informa-se que o envio de trabalhos é entre 10 e 14 do mês e depois os trabalhos aceites são publicados no dia 1 ou 2 do mês seguinte.

Muito obrigado e boas leituras.

 

Acróstico de Fernando Pessoa dedicado a Ophélia - O fogo em Portugal

por talesforlove, em 16.10.17

Porque o furacão Ophélia ainda não "chora" e porque a prevenção florestal tem sido uma mentira, fica este belo poema de Fernando Pessoa:

 

Onde é que a maldade mora

Poucos sabem onde é

Há maneira de o saber

É em quem quando diz que chora

Leva a rir e a responder

Indo em crueldade até

A gente não a entender

 

Nota: estamos em LUTO por todos aqueles que já perderam a vida nos fogos.

Hoje devemos estar mais unidos.

 

Fogo da Floresta e Fogo do Amor

por talesforlove, em 15.10.17

Num dia em que arde Portugal continental, o norte de Espanha, a Califórnia e várias regiões da Austrália, em Portugal, em particular, aguarda-se a chegada do furacão Ophélia como uma grande esperança para o fim deste inferno de chamas.

 

Tanto quanto se sabe, a única namorada de Fernando Pessoa foi Ophélia Queiroz.

Fica aqui um poema que ele lhe dedicou:

 

Quando passo um dia inteiro

Sem ver o meu amorzinho

Cobre-me um frio de Janeiro

No Junho do meu carinho

 

Fonte: página 30 de

"Cartas de Amor a Ophélia Queiroz" por Fernando Pessoa (2009), com organização, postfácio e notas de David Mourão-Ferreira, Lisboa, Editora Ática, pp. 168

 

Nem que fosse apenas para conhecer esta obra já valeria a pena ir à Feira do Livro de Lisboa de 2017.

Boas leituras e votos de empenho ambiental.

Pelos fogos florestais de Pampilhosa da Serra e Arganil

por talesforlove, em 11.10.17

Porque o fogo deve ser também sinónimo de guerra e porque o bom senso de não destruir a natureza, a nossa casa, é também a causa deste blog, fica hoje um poema de Guerra Junqueiro (15 Setembro 1850 - 7 Julho 1923).

 

Canção da Batalha

Que durmam, muito embora, os pálidos amantes,
Que andaram contemplando a Lua branca e fria...
Levantai-vos, heróis, e despertai, gigantes!
Já canta pelo azul sereno a cotovia
E já rasga o arado as terras fumegantes...

Entra-nos pelo peito em borbotões joviais
Este sangue de luz que a madrugada entorna!
Poetas, que somos nós? Ferreiros d'arsenais;
E bater, é bater com alma na bigorna
As estrofes de bronze, as lanças e os punhais.

Acendei a fornalha enorme — a Inspiração.
Dai-lhe lenha — A Verdade, a Justiça, o Direito —
E harmonia e pureza, e febre, e indignação;
E p'ra que a labareda irrompa, abri o peito
E atirai ao braseiro, ardendo, o coração!

Há-de-nos devorar, talvez, o incêndio; embora!
O poeta é como o Sol: o fogo que ele encerra
É quem espalha a luz nessa amplidão sonora...
Queimemo-nos a nós, iluminando a Terra!
Somos lava, e a lava é quem produz a aurora!

Guerra Junqueiro, in 'Poesias Dispersas'

Morte do Sr. Jorge Listopad, a 2 de Outubro de 2017

por talesforlove, em 02.10.17

Hoje faleceu o Sr. Jorge Listopad, escritor e encenador Polaco, de 95 anos, nascido em Praga (Polónia) e que vivia em Portugal desde a década de 50 do século passado.
Entre os livros que escreveu contam-se:
"Meio conto" (1993), "Álbum de família" (1988), "Biografia de Cristal" (1992), entre muitos outros.
Entre as peças de teatro que encenou contam-se:
"Diário de um Louco", de Gógol, "O Porteiro", de Pinter, "Huis Clos", de Sartre, "Dança da Morte", de Strindberg, "A Vida é um Sonho", de Calderón de la Barca, "A Forja", de Alves Redol, e "Macbeth", de Shakespeare, entre muitas outras.

Com este trabalho e pela saudade que deixa, o Sr. Jorge Listopad é a prova de que uma vida nunca é demasiado Longa.
Pela Riqueza, Diversidade e Empenho no Trabalho e Mundo, a sua vida jamais poderia ser considerada Errante.

Um abraço para o Sr. Jorge Listopad.
Com saudade.

Em sua homenagem um excerto de poema por Lord Byron:

Por profundo que seja o teu torpor,
Teu espírito não vai adormecer,
Em ti as sombras nunca se dissipam,
Ideias que não sabes afastar.
Por virtude de ti desconhecida,
Não poderás tu nunca ficar só;
Serás envolto como num sudário.
E ficarás cativo de uma nuvem;
E para todo o sempre hás-de viver
Em tal encantamento prisioneiro.

Byron, L. (2002), "Manfredo", Tradução por João Almeida Flor, Relógio D'Água, Lisboa, p.37

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